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Destaques

5SOS (da esquerda) Ashton Irwin, Calum hood, Luke Hemmings e Michael Clifford. Foto: Chris Pavlich.
O corredor do lado de fora do camarim da 5 Seconds of Summer está movimentado, com seus amigos e familiares comemorando o show esgotado da banda no mundialmente famoso Madison Square Garden, em Nova York.

Minutos depois de sair do palco, encharcados de suor, os quatro rockstars australianos estão animadamente abraçando e cumprimentando seus entes queridos e aproveitando uma cerveja merecida nos bastidores, em frente a fotos de algumas das lendas que tocaram ali antes deles, de The Rolling Stones até o herói local Billy Joel.

O cantor Luke Hemmings, o guitarrista Michael Clifford, o baixista Calum Hood e o baterista Ashton Irwin, quatro rapazes dos subúrbios ocidentais de Sydney, sempre sonharam em ser a maior banda de rock do mundo.

5 Seconds of Summer em New York City, 15 de julho, 2016. Foto: Nick Hudson.
Em apenas cinco anos, eles foram de tocar para 20 pessoas em um pub do centro da cidade para sua atual turnê mundial “Sounds Live Feels Live”, que teve shows esgotados em arenas de toda a Europa e dos Estados Unidos. E eles fizeram tudo isso sem uma sucessão de hits pop monstruosos; ao invés disso, construíram uma base de fãs através do método característico do século 21 de postar covers de canções no YouTube, sendo a banda de abertura da boy-band britânica super-famosa One Direction, que os apresentou para o mundo em sua turnê de 2013, e tendo milhões de seguidores nas redes sociais.

A auto-denominada 5SOSFam baixou os álbuns da banda (o seu disco de estréia auto-intitulado lançado em 2014 e “Sounds Good Feels Good”, do ano passado), reproduziu os singles, comprou as camisetas e seguiu seu quarteto favorito em todos os lugares em que pudessem encontrá-los.

6:30am: Fãs em New York esperam por um sinal de 5SOS.
Esses fãs são a rocha sobre a qual muitas boy bands chegaram a pesar. As adolescentes cheias de hormônios que adotaram a banda há cinco anos atrás agora são jovens mulheres, menos histéricas e mais estrategicamente paqueradoras.

Irwin concorda que suas vidas são mais confortáveis agora que os gritos agudos os cumprimentam quando eles andam no palco, ao invés de quando eles andam pelas ruas, e gosta de se referir aos fãs como amigos.

Quanto à forma como ele se comporta quando quer se tornar mais do que um amigo, a fala do baterista é parental (e meio) amigável.

“É mais uma coisa que você precisa aprender. O que vai fazer seu coração se sentir bem e o que é bom para a sua alma. Obviamente há muitas belas mulheres que seguem essa banda e isso é incrível. Mas você precisa tomar cuidado com as suas ações e ter certeza de que está sendo respeitoso o tempo todo“, diz ele. “São sobre essas pessoas que nós escrevemos nossas músicas, também. Você conhece diferentes pessoas maravilhosas ao longo do caminho.”

8:15am: Irwin, Hood, Clifford e Hemmings se divertem na rádio SiriusXM. Foto: Nick Hudson.
O guitarrista Clifford concorda, dizendo que sua mãe Karen prefere não saber sobre as atividades sexuais de homens jovens em bandas. Na realidade, deve ser difícil de evitar, com seu filho e sua namorada, a modelo Cristal Leigh, aparecendo regularmente em colunas de fofocas e muitas vezes sendo expostos nas redes sociais. Assim como Hemmings e sua companheira, a estrela de redes sociais Arzaylea, que se conheceram na festa de aniversário de 18 anos de Kylie Jenner.

“Nós somos tão jovens e o negócio é que… [namorar é] tão normal”, diz Clifford. “Se um outro garoto de 20 anos de idade, chamado Michael Clifford que mora em Sydney, estivesse tentando ficar com uma garota que ele conheceu no ensino médio, literalmente ninguém ligaria. É por causa desta estranha plataforma que nós temos que as pessoas se preocupam com isso… Demorou um tempo para nos acostumarmos.”

Os rapazes, todos com 20 anos de idade, exceto Irwin, que tem 22, adicionaram a maioria dos aspectos do estilo de vida nômade e muitas vezes desgastante de músico ao seu ritmo. Apesar disso, até agora não houveram idas para a reabilitação, nenhuma grande briga entre a banda, e colapsos nas redes sociais ao estilo de Bieber.

9am: Brincando de se fantasiar para divulgar seu single ‘Girls Talk Boys’, que está na trilha sonora de “Ghostbusters”.
Este dia exaustivo em particular na vida de 5SOS, sexta-feira, 15 de julho, começa mo horário nada rock’n’roll das 06h30, quando os músicos e sua equipe emergem como os mortos vivos para a rádio criadora de hits SiriusXM, que os apoio desde o início. Eles cumprimentam os fãs do lado de fora do Soho Grand Hotel antes de algumas horas de entrevistas e meet-and-greets.

Depois de inalar o pequeno café da manhã no canto de um estúdio onde produtores preparam freneticamente a sua entrevista ao vivo e a estréia de rádio de seu novo single, “Girls Talk Boys” (que está na trilha sonora de “Ghostbusters”), a banda liga a sua engrenagem.

A 5SOS é tão divertida aqui quanto quando está no palco, ensinando os apresentadores sobre gírias australianas – sickie, mozzie e pokie – enquanto Irwin conta uma história da noite anterior, quando ele estava em um bar e teve que enviar uma mensagem para a sua família pedindo uma foto do seu cachorro de 23 anos de idade para convencer as pessoas de que o cãozinho idoso ainda está vivo.

1.45pm: Os ensaios no Madison Square Gardens começam. Foto: Modest Management.
Antes de saírem da estação de rádio, é o momento do sorriso-e-aperto. Primeiro os funcionários da rádio, em seguida, os fãs: dê sua bolsa para um segurança, fique parado no meio dos quatro caras, pegue sua bolsa novamente e saia pela porta. A foto será enviada posteriormente. Não é frio e clínico – é como uma máquina bem oleada que garante que todo mundo tenha seu momento e seu souvenir.

Eles têm algumas horas para pegar no sono ou passear pelo Soho antes da passagem de som no Madison Square Garden, outra sessão com 1500 fãs vencedores de um concurso e, finalmente, o show.

Durante o ensaio, eles passam seu novo single – que agora tem mais de 16 milhões de streams no Spotify, contando desde o seu lançamento em meados de julho – para a sua estreia ao vivo.

A responsabilidade de Hemmings, Irwin, Clifford e Hood é clara: eles insistem que se o vídeo que acompanha a música durante o show não estiver pronto, eles não vão utiliza-lo naquela noite, e limpam a apresentação até que estejam satisfeitos.

2.15pm: Ensaiando para o seu show com ingressos esgotados no Madison Square Garden. Foto: Nick Hudson.

Ajustes finais antes do show no Madison Square Garden. Foto: Nick Hudson.
Irwin diz que produzir o segundo álbum revelou as forças individuais dos meninos. Ele cuida das artes, Hood é forte na composição, Clifford é o guru do som e da produção, e Hemmings focou em seus vocais como vocalista, assim como em tocar piano. “Eu acho que é por isso que estamos na posição em que estamos agora”, diz Clifford. “Porque todos nós nos responsabilizamos por coisas diferentes. Nós pedimos conselhos sobre coisas que sabemos que não são a nossa área, mas agora temos feito isso por cinco anos, nós entendemos muito mais.”

Hood adiciona: “E nós provamos a nós mesmos: estamos no Madison Square Garden, então você precisa assumir o controle do seu show. Se for uma merda, a culpa é sua.”

4.45pm: Mais uma fan session com a 5SOSFam. Foto: Nick Hudson.
No meio de toda essa atividade, há a sessão de fotos da Stellar. Os meninos insistem em usar suas próprias roupas e a maquiadora, que eles pediram para ser trazida de fora de Los Angeles, passa mais tempo da tarde no cabelo e maquiagem de suas namoradas do que os dando visuais de estrelas do rock. Ela revela, no entanto, que Clifford tem um punhado de cabelo na parte de trás de sua cabeça que sempre fica para cima, e que Hemmings ama botas – aparentemente, ele tem um par dourado da Yves Saint Laurent, queridos.

Depois da sessão, nós conversamos em seu camarim. Eu fiz a primeira entrevista da história deles há quatro anos, depois do seu empresário Matt Emsell insistir que eles não eram só mais uma boy band, e segui sua rápida progressão de adolescentes sonhadores para jovens bem-sucedidos.

18:10: Afastando o nervosismo do pré-show antes da apresentação no Madison Square Garden. Imagem: Nick Hudson.
Tratamento de estrelas do rock, namoradas modelos e botas de designer de lado, a 5SOS continua sendo o quarteto educado e engraçado que sempre foi. Irwin dedilha uma guitarra e compõe uma canção de boas-vindas, enquanto Clifford afasta seus pratos de massa meio comidos. Há um fundo de nervosismo sobre este show, mas eles parecem bastante relaxados para um bando de caras australianos prestes a fazer um show com ingressos esgotados num local de renome mundial.

Eles dão gargalhadas quando informados que a Forbes os incluiu na “2016 Celebrity 100 Up And Comers list”, sugerindo que as suas vendas de álbuns e ingressos chegam “aos milhões de dois dígitos”.

“Quando meus pais reclamavam de impostos quando eu era mais jovem, era tipo, ‘tanto faz, mamãe'”, diz Clifford. “No ano passado fui para casa e foi mais como, ‘impostos, mas que diabos?!’ Metade de tudo se foi! É como passar por um divórcio cada vez que você recebe o pagamento.

20:36: Os meninos relaxam e se divertem antes do show.
Impostos não são sua única dor de cabeça. Eles explicam como fizeram do 5SOS Express, o ônibus que é a sua casa durante a fase norte-americana da turnê, uma casa longe de casa com mantas, tapetes e, no caso de Hood, luzes de fadas em seu beliche. Mesmo assim, fazer uma turnê ainda tem seus efeitos sobre os rapazes: “É super-romantizado, mas você está vivendo a meio metro de todo mundo na turnê”, explica Clifford.

Uma forma mais divertida de transporte é o carrinho de golfe que eles solicitam em todas as paradas. Eles os dirigem pelos enormes estacionamentos das arenas em que se apresentam para dizer “olá” para os fãs e, quando as meninas já entraram, para seus pais. Eles também posam para selfies com os pais que esperam do lado de fora em seus carros, sabendo que as fotos, mais tarde, deixarão suas filhas verdes de inveja.

9pm: Rocking out em frente a 18,000 fãs. Foto: Modest management.

10pm: Fãs mostram seu carinho pelos garotos. Foto: Nick Hudson.
A 5SOS escapou do rótulo de boy-band, sendo agora considerada como um grupo punk-pop, e demonstrando costeletas musicais respeitáveis durante o show, que começa em torno das 21h. Seu longo dia de divulgação e compromissos com fãs aparentemente não os prejudicou, já que eles fizeram uma performance polida, enérgica e extremamente divertida.

A mãe de Hemmings está no corredor em frente ao palco tirando fotos, enquanto seu pai e irmão estão na mesa de som, junto com as namoradas [dos garotos da banda] e amigos, bebendo, dançando e cantando junto. Assim como as mães na multidão; os pais estão em sua maioria sentados e sorrindo enquanto suas filhas gritam, cantam e dançam.

23:00: E chegamos ao fim! Faíscas voam enquanto o show da 5SOS chega ao fim.
Os gritos machucam seus ouvidos, as músicas não; seus ganchos pop, vocais de três partes, os ritmos propulsores de Irwin e a apresentação animada te incitam a se mover.

A faixa favorita dos fãs, “Jet Black Heart”, perde alguma força quando Clifford estende seu grande momento de absorver os gritos sozinho no palco por cerca de três minutos, enquanto seus companheiros de banda esperam. Eu me pergunto quem terá que conversar com ele e dizer para não demorar tanto tempo no próximo show. Mas também gostaria de saber mais o quão longe eles conseguem ir. Depois de uma noite de triunfo, parece que o sonho não está tão longe da realidade.

A 5 Seconds of Summer se apresentará na Margaret Court Arena, em Melbourne, no dia em 29 de setembro; na Riverstage, em Brisbane, no dia 02 de outubro; e no Hordern Pavilion, em Sydney, nos dias 4 e 5 de outubro.

Fonte: Stellar
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

A banda 5 Seconds of Summer tentou solucionar os problemas de quem tinha um assento muito longe do palco na #SLFLSpokane (a turnê “Sounds Live Feels Live” passou por Spokane, Washington), na noite de terça-feira (30), encorajando todos os fãs que estavam sentados nos assentos mais distantes a descer até a pista para curtir as últimos seis músicas do show.

Eles notaram que a parte de trás da pista estava vazia (ainda assim, os fãs foram honestos em ficar em seus respectivos assentos, que eram bem mais distantes) e instruíram os fãs a deixarem os seus lugares e irem até a pista. Nesse momento, uma avalanche de fãs foi em direção a área da pista. É claro que, sem dúvida nenhuma, os fãs ficaram felizes com a ação dos meninos; já os seguranças, nem um pouco.

“Vocês estão vendo aquele espaço vazio na parte de trás da pista? Eu quero que vocês o preencham. Quero que todos vão para aquela parte. Não deixe ninguém impedi-los. Apenas vão,” Ashton Irwin gritou para toda a arena, por trás de sua bateria.

“Todos que estão aí atrás. Quero todos aqui em embaixo, vamos! Iremos aguardar até que vocês preencham o lugar. É isso aí. Todos vocês. Não deixe ninguém impedi-los. Pulem por cima das grades, eu não me importo.”

É claro que, assim que todos ouviram o sinal de aprovação do Ashton, os fãs saíram de seus assentos e correram em direção a pista, tão rápido que pareciam o Usain Bolt. Se invadir a pista de um show fosse um esporte olímpico, os fãs da 5SOS levariam o ouro.

“O Ashton dizendo aos fãs para preencheram o espaço vazio da pista || #SLFLSpokane”
Entretanto, era óbvio que o gesto feito pela banda não seria nem um pouco apreciado pelos seguranças que, nesse ponto, estavam bastante irritados (e, provavelmente, em pânico). Eles deviam estar retirando os fãs da pista, pois, após algumas músicas, Luke Hemmings percebeu o que estava acontecendo e os repreendeu por tentarem trocar as pessoas de lugar.

“Por que não tem ninguém nesse espaço aqui? Por que os seguranças retiraram as pessoas daqui? A nossa intenção era ter pessoas aqui!” Luke começou a gritar furiosamente no microfone (e ele não é de ficar irritado). “Não há mais ninguém nesse espaço aqui. E não há mais ninguém nesse outro espaço também!”

“O Luke defendendo a plateia e ficando furioso com os seguranças no show de ontem! #SLFLSpokane | via @kwalker_03// C”
Não posso culpar os seguranças por tentarem controlar a situação, mas com certeza devo elogiar a banda por tentar dar aos fãs a melhor experiência de show possível. Confesso que já fui a diversos shows da turnê SLFL – já vi em primeira mão a felicidade no rosto de uma fã ao ganhar de uma pessoa um ingresso na terceira fila (isso ocorreu no show em Camden, NJ) — e posso dizer que quanto mais perto você está do palco (e, consequentemente, mais perto da banda e da música), mais incrível é o show.

Foi esse momento em Spokane, quando o Ashton parou o show para garantir que os fãs tivessem a melhor experiência de suas vidas e o Luke repreendeu os seguranças por impedirem isso, que mostrou uma banda que realmente quer que os seus fãs tenham a melhor experiência que eles possam ter. Esse é um momento que mostra o quão protetora a banda é com os seus fãs, e não apenas o contrário. E isso não foi apenas apreciado pelos fãs que estavam presentes no show, mas por toda a 5SOS Fam, já que todo o incidente foi parar no Twitter, enquanto o show ainda estava acontecendo.

“O 5SOS FICOU DOIDO AGORA #SLFLSpokane”

“O que o 5SOS fez na #SLFLSpokane mostra o tanto que eles amam e querem estar próximos dos seus fãs e que eles tenham uma experiência incrível”

“O 5SOS ganhou o meu total respeito após se preocuparem com os seus fãs e falarem para eles ocuparem a pista. #SLFLSpokane”

“Aposto que as pessoas que foram para a pista tiveram a melhor noite de suas vidas. Eu amo o 5sos ainda mais depois do que aconteceu hoje a noite #SLFLSpokane”
Após o show, o Ashton comentou novamente sobre trazer os fãs para mais perto do palco:

“Eu sempre quero que os fãs fiquem o mais perto possível… Os shows são para vocês. Sempre. Rock on.”
E, mais uma vez, provamos que os fãs são a prioridade número um do 5SOS. Minha obsessão está justificada.

Fonte: Bustle
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

Após o projeto de pré-divulgação do novo single da 5 Seconds of Summer, “Girls Talk Boys”, que está na trilha sonora do novo “Caça-Fantasmas” e do início da sua divulgação tradicional, chegou a hora de mais um 5SOS Brasil Challenge!

Dessa vez, serão cinco desafios e em cada um deles premiaremos o vencedor com 2 pares de ingressos para assistir “Caça-Fantasmas”! Isso mesmo, o vencedor de cada um dos desafios do Challenge poderá ir ver o primeiro filme a ter uma música da 5SOS em sua trilha sonora, com um acompanhante!

Ficou animado para participar? Saiba abaixo como ajudar na divulgação do single e concorrer aos ingressos.

Os desafios começarão na segunda-feira (01 de agosto) e terminarão na sexta-feira (05 de agosto). A cada dia, um novo desafio será liberado no nosso Facebook, com a data limite de participação e todos os detalhes. Os vencedores de cada desafio serão escolhidos pela Equipe 5SOS Brasil, e após a data limite de participação, o post do desafio será atualizado com o nome do vencedor e nós entraremos em contato para que o par de ingressos seja enviado.

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Observação: A data de término da exibição do filme varia de cinema para cinema, é importante checar antes de ir assistir. O convite dado na promoção é válido de 2ª a 4ª feira, exceto feriados.

As fotos, prints e vídeos solicitados nos desafios para que os mesmos sejam cumpridos deverão ser enviados para o e-mail brazil5sos@hotmail.com, com o assunto “5SOS Brasil Challenge – Desafio (Número do Desafio)”, dentro da data limite de cada desafio.

Veja abaixo quais serão os desafios e se prepare para participar quando eles forem liberados, na próxima semana.

Primeiro Desafio – 01 de agosto: Criar uma frase com os termos obrigatórios “Girls Talk Boys”, “Caça-Fantasmas”, “Spotify” e “5 Seconds of Summer” e posta-la nos comentários do post do desafio na página do 5SOS Brasil no Facebook (o post será liberado no dia 01 de agosto).

Segundo Desafio – 02 de agosto: Postar o QR code da música no Spotify em seu Facebook pessoal, divulgando a faixa para seus amigos e familiares da maneira mais criativa possível, para que eles a ouçam (os prints do post e seu link devem ser enviados para o nosso e-mail, dentro da data limite de participação desse desafio).

Terceiro Desafio – 03 de Agosto: Compartilhar o link da música no Spotify (clique aqui) com a tag #5SOSBrasilGhostbusters. O vencedor será escolhido entre os fãs que postarem o link no Twitter e no Facebook juntamente com o link.

Quarto Desafio – 04 de Agosto: Pedir o single nas rádios e canais de TV. O vencedor dessa desafio será escolhido através da divulgação tradicional do 5SOS Brasil (clique aqui), a partir da participação dos fãs nos pedidos através do Twitter, WhatsApp e outras plataformas.

Quinto Desafio – 07 de Agosto: -.

Contamos com a participação de todos vocês!

Sobrou alguma duvida sobre o 5SOSBrasil Challenge? Entre em contato através do nosso Twitter (@5SOSBrazil), ficaremos felizes em responde-lo.


Na segunda edição da coluna “Hey Everybody!”, Maria Teresa (da equipe do 5SOS Brasil), nos conta como foi assistir a 5SOS em um dos shows da turnê “Rock Out With Your Socks Out”.

23 de junho de 2015. Foi nesse dia que Maria viu os meninos tocando ao vivo pela primeira vez, e aqui você saberá tudo o que aconteceu antes e depois dele, desde como ela soube da turnê, até o que sentiu durante cada uma das músicas da apresentação que assistiu.

Mostrando os sentimentos que a rodearam ao ver a 5SOS ao vivo e algumas de suas músicas preferidas tornando vida, ela nos fez sentir num dos shows dos meninos e morrer de vontade de tê-los aqui no Brasil logo!

Esperamos que vocês sintam o mesmo ao ler a coluna dessa quinzena. Caso queiram saber mais sobre essa experiência, assistam ao vídeo especial publicado pelo 5SOS Brasil em 2015, “Um dia no show do 5SOS!”, onde Maria mostra sua jornada até a “Rock Out With Your Socks Out”.

Para sugerir novos temas para as próximas colunas, falem conosco no Twitter: @5SOSBrazil.

O ano 2014 começou de maneira diferente para mim, no primeiro dia do primeiro mês meu avião pousou em solos australianos, e dali para frente tudo seria novo. O que eu não imaginava, é que entre tantas novas experiências vividas, eu teria a oportunidade de assistir à 5 Seconds of Summer ao vivo, de vê-los em carne e osso alguns metros distantes de mim, de descobrir que sim, ELES SÃO DE VERDADE!

Era julho de 2014, eu já estava morando em Brisbane, na Austrália, por seis meses quando a 5SOS anunciou o nome sua primeira grande turnê: Rock Out With Your Socks Out; primeiro foram anunciadas as datas para shows na Europa, em seguida, as datas para shows na Oceania, e logo ainda viriam as datas para os shows na América do Norte. Eu, que já acompanhava a banda desde os meus tempos no Brasil, não conseguia conter minha felicidade ao ler ‘23 June 2015, Brisbane · Brisbane Entertainment Centre’. Logo, os anúncios com as datas e condições para compra de ingressos começaram a chegar, e no dia 25 de julho de 2014 eu comprei meu ingresso. Optei por Soundcheck Experience e cadeira reservada, ou seja, além do show, eu ainda teria a oportunidade de vê-los passando o som e respondendo às perguntas dos poucos fãs que adquiriram o mesmo pacote. Alguns dias depois abri a caixa de correio e lá estava meu ingresso, só me restava esperar quase um ano pelo dia do show.

A turnê começou oficialmente no dia 4 de maio de 2015, e quando um artista começa uma turnê a gente fica naquela expectativa: qual será a setlist? O que vai ter de merch? O que terá de especial nos shows?. Com a 5SOS não foi diferente! Já no primeiro show eles trouxeram não só uma música inédita, Permanent Vacation, como chamavam fãs para tocar guitarra no placo durante Rejects. Além disso, ainda havia os pôsteres exclusivos, postados nas redes sociais, antes dos shows, para cada cidade como parte do merch – que era lindo.

Eu entrei para a equipe do 5SOS Brasil quando a 5SOS estava terminando a turnê pela Europa, e logo que eles chegaram à Oceania, eu comecei a fazer as coberturas e ficar muito mais próxima não só do ambiente show, como do meu dia de show propriamente dito. As pessoas que conheci por conta da 5SOS me enviaram o pôster do show, me mandaram informações gerais e me desejaram/falaram muitas coisas boas durante esse período. Chegou o dia de Auckland, na Nova Zelândia; logo depois um show histórico em Sidney, na Austrália – from 12 to 12000… E então tivemos Brisbane, o meu dia!

23 de junho de 2015 amanheceu ensolarado; acordei cedo e iniciei os preparativos para ir para a arena. Chequei duas vezes havia pegado tudo que era necessário – ingresso, passaporte, celular, carregador – e acompanhada do meu cartaz especial e minha bandeira do Brasil, parti para minha experiência! Para chegar ao Brisbane EntertainmentCentre precisei pegar um ônibus e um trem, cheguei ao meu destino perto das 14h, fiz meu check-in para o soundcheck – de quebra ganhei um cachecol e uma par de luvas –, deixei meus pertences no guarda-volumes, comprei o merch e fiquei na fila aguardando 16h30min. Conversei com algumas pessoas e conheci suas histórias, muita gente já estava indo vê-los pela terceira vez, e isso só aumentou ainda mais minha ansiedade, porque eu queria saber como era vê-los em carne e osso na minha frente.

16h30min chegou, fomos permitidos a entrar na arena, sentei-me na última fileira, infelizmente, mas estava de frente para eles. Depois que fomos avisados de como ocorreria o soundcheck, levantamo-nos e os meninos entraram e começaram a tocar Beside You, e eu só conseguia pensar: “ELES SÃO DE VERDADE!”.Neste momento, as lágrimas, que eu deveria estar segurando por um ano, caíram; não sei se pela música, se pelo momento, se pela emoção, só sei que chorei. Ao término da música eles se sentaram na beirada do palco, a poucos metros de mim, eu me lembro de olhar para eles e tentar acreditar que ele momento estava realmente acontecendo. Sabem, algumas vezes eu me pego relembrando daquele momento e de todos os detalhes… Luke de touca, Michael de boné, as bochechas do Calum, a risada do Ashton. Foram 15 ou 20 minutos de perguntas e respostas, mas foram alguns dos melhores minutos da minha vida (sim, nesse velho clichê!). Logo eles se levantaram e tocaram What I Like About You, despediram-se e desapareceram do palco. A experiência do soundcheck me fez perceber ainda mais o quanto eles amam os fãs e o quanto eles se amam e prezam a amizade/parceria deles; a gente nota no jeito que eles conversam entre si e nas brincadeiras que fazem um com o outro o quanto eles são felizes estando juntos e fazendo música juntos. Se eu tivesse que resumir o soundchek em uma palavra seria: fascinante!

Após o soundcheck minha expectativa mudou para a hora do show, e para o momento que eu os ouviria cantar todas aquelas 19 músicas que compunham a setlist e que eu vinha acompanhando nos vídeos desde o dia 4 de maio. As portas para a arena se abriram e eu segui para o meu lugar, não muito perto do palco, mas era praticamente em frente à passarela. Não demorou muito para a que a atração de abertura, a banda State Champs, subisse ao palco para sua apresentação; foi um show bem divertido, foi uma boa escolha de abertura, eles são ótimos. Às 20h a State Champs deixou o palco, pontualmente às 20h30min, as luzes se apagaram e a contagem regressiva para 5SOS apareceu no telão. Gritos e choros começaram, corações aceleraram e a melhor hora e meia na vida de muita gente começou!

End Up Here foi a primeira música, ela ganhou um lugar especial no meu coração depois que a ouvi ao vivo. Em seguida ativemos um momento ‘primeiras músicas’ quando os meninos tocaram Heartbreak Girl e Out Of My Limit, a segunda sendo uma das minhas favoritas. Depois veio aquele momento pop rock com Voodoo Doll, Permanent Vacation e Don’t Stop, foi nessa hora que vi Muke tocando guitarras trocadas, Michael sendo mais fofo sorrindo enquanto cantava ‘Nananana na na’ e Luke batendo palmas na minha frente.

Disconnected foi a próxima, e com ela eu só tirei uma conclusão: a voz do Luke é perfeita!. Em Long Way Home, Luke foi até a ponto da passarela e cantou os primeiros 10 segundos acapella, e eu chorei muito. Chorei porque eu estava lá, assistindo a um show da 5 Senconds of Summer ao vivo, porque a música é linda, e porque já fazia um ano e meio que eu não via minha família pessoalmente e a saudade estava me matando. Eu agradeço à 5SOS por essa música!

Rejects e Heartache On The Big Screen são aquelas músicas ‘perdidas’ nos EPs que a gente ama muito, na primeira uma fã subiu ao palco e teve a oportunidade de tocar a guitarra do Michael, e novamente eles foram uns amores para com os fãs, ou a fã nesse caso.

Em seguida tivemos a ‘sessão lentas’, Wrapped Around You Finger, Amnesia e Beside You, é desse momento que tenho minhas melhores memórias. Ainda tenho muito forte a imagem das lanternas acesas, dos meninos parando de cantar e tocar para que os fãs continuassem. A sessão de ouvir uma arena inteira cantando para os meninos é inexplicável, tenho arrepios só de lembrar. E mais emocionante que o ouvir isso, é ver a gratidão estampada no rosto dos meninos.

Everything I Didn’t Say, American Idiot e Kiss Me Kiss Me eram as próximas na setlist. Duas delas muitas vezes subestimadas, mas contar-lhes-ei, o solo de baixo do Calum faz Everything I Didn’t Say valer totalmente a pena! As outras duas deixavam a set ainda mais animada. Por último, antes do encore, ouvimos a o eterno single She Looks So Perfect, e foi nesse momento que vi o pulo sincronizado. É demais!

A arena ficou em silêncio e o palco apagado por alguns minutos, porém, logo Ashton estava de volta ao palco fazendo seu solo de bateria e em seguida Michael, Luke e Calum voltaram para cantar as duas últimas músicas: Good Girls e What I Like About You. E pensar que depois delas eles se despediram e o show acabou. Eu sabia que essa hora chegaria, mas eu sei que eu aproveitei ao máximo, mostrei meu cartaz e a bandeira do nosso Brasil para eles – não sei se foram vistos – e fiz uma memória inesquecível naquela noite!

Às 22h as luzes se acenderam e arena começou a esvaziar, eu estava em êxtase, estava com um sentimento que palavras não conseguem explicar. Eu saí da arena chorando e liguei para minha família e amigos, depois eu me sentei em um muro e chorei. Chorei enviando áudio para minha irmã, gravando vídeo para vocês no Twitter, falando com as pessoas ao meu redor. Naquele momento eu só conseguia pensar no quão tudo valeu a pena: o dinheiro investido, o sono perdido, as horas de pé nas filas e sem comer. Eu faria tudo de novo!

Só quem ama um artista consegue entender o que se sente quando você tem a oportunidade de vê-lo ao vivo. O que eu senti naquela noite de 23 de junho de 2015 eu tento explicar, mas palavras não suficientes. Quase um ano se passou e eu continuo pensando e tendo flashes daquele dia, e na minha humilde opinião, eu acho que terei para sempre.

A Sounds Live Feels Live está rolando e outras turnês virão, quem sabe outras oportunidades de ver à 5SOS surjam, mas a Rock Out With Your Socks Out vai ter para sempre um lugar especial no meu coração…

Obrigada, 5 Seconds of Summer.

Texto: Maria Teresa Corso (Equipe 5SOS Brasil)


Veja também:

A partir de hoje teremos uma coluna quinzenal no 5SOS Brasil chamada “Hey Everybody!”, onde a equipe do site falará sobre assuntos diversos ligados aos garotos, seu trabalho ou a algum tema que precise ser lembrado/discutido por todos nós.

Nessa semana falaremos sobre como é assistir a história da 5 Seconds of Summer, através dos olhos dos fãs! Esperamos que vocês gostem e os convidamos para sugerir novos temas para as próximas colunas (fale conosco no Twitter – @5SOSBrazil).

Era 2012 e eu iria ao primeiro show (pago) da minha vida naquele ano para ver meu grupo favorito na época. Nessa história de amar um artista e não parar de ouvir suas músicas, ver vídeos sobre ele e pesquisar até a raça do cachorro do seu bisavó, acabei caindo em uma entrevista, que graças aos deuses do YouTube foi seguida por uma indicação de outro vídeo, dessa vez com quatro garotos não tão mais velhos que eu, com franjas maiores do que a que eu usava quando tinha 5 anos e riso fácil mas ainda sim meio tímido. Eles formavam uma banda. Essa banda se chamava 5 Seconds of Summer. Ela tinha uma música chamada “Out Of My Limit”. E aí, depois de alguns minutos, eu já estava viciada na música e procurando pela conta deles no Twitter, xingando mentalmente pelo nome da banda ser tão grande e difícil de encontrar por lá, enquanto enviava o link para minha irmã no Facebook esperando que ela visse logo o “OLHA ESSA BANDA AQUI!”.

Era fevereiro quando anunciaram que o One Direction teria uma nova banda de abertura, o nome era 5 Seconds of Summer, e uma amiga resolveu enviar o link de “Out Of My Limit”, uma das músicas deles, para eu ouvir. Meu eu de 15 anos ficou muito feliz em ver um garoto, que mais tarde eu descobriria se chamar Luke, com quase a mesma idade que eu, só alguns meses de diferença. Pensei “i found the love of my life…”, mas acabei vivendo esse amor, não só por ele, mas por toda banda, secretamente por alguns meses até uma nova música e um novo vídeo serem lançados. “Try Hard” me fez jogar as mãos para o alto e acabei sendo puxada pelos garotos para seu novo, mas já grande, exército de fãs.

As duas descobertas aconteceram em épocas diferentes, mas em ambas os garotos não estavam nem perto dos milhões de seguidores que têm hoje, era mais fácil conseguir um follow ou reply no Twitter, eles ainda viviam em Londres e voltavam mais vezes para casa (a Austrália), do que fazem agora que o mundo virou sua residência permanente e tinham apenas planos de lançar um álbum. Eles não eram tão famosos e nem tão reconhecidos, não por estarem em páginas de revistas ou portais na internet, mas pelo seu talento.

Pode parecer que estamos falando sobre o quanto e a quanto tempo conhecemos Luke, Calum, Michael e Ashton – não pessoalmente, infelizmente – mas na verdade, nosso foco aqui é contar como um fã pode acompanhar a trajetória do seu ídolo, e mais que isso, como seu jeito único de ver seu crescimento transforma essa história num enredo melhor do que o da novela das 8h.

Ver uma banda, que até pouco tempo atrás fazia shows acústicos para algumas centenas de pessoas, lotando arenas por onde passou como ato de abertura é de no mínimo deixar qualquer um orgulhoso.

Quando os números da carreira da 5SOS começaram a subir, em relação aos seguidores nas redes sociais, ao número de clipes gravados, de músicas divulgadas e novos lançamentos, passamos por um susto (enorme!), foi meio: “QUANDO ISSO ACONTECEU?!”. Depois do susto veio uma sensação de “gelar o pé e o dedão”, uma alegria imensa por vê-los sonhando cada vez mais alto e de passo em passo, alcançando cada um desses sonhos.

Durante as turnês com o One Direction o interesse do público do grupo pela banda foi aumentando gradativamente. Pouco antes do lançamento de “She Looks So Perfect” eles passaram a dar mais entrevistas do que de costume e quando o single foi lançado, alcançou o topo do iTunes em 46 países, ficando em #1 na UK Charts (Reino Unido) e Aria Single Charts (Austrália). O clipe conseguiu milhões de visualizações, eles lançaram seu primeiro álbum e depois disso, as coisas só foram ficando mais insanas… nunca pensaríamos que eles estariam nos palcos do AMA, ARIA Awards, Billboard Music Awards e VMA tão rápido!

E quando achamos que a coisa do “susto” e do “pé e dedão gelados” haviam parado lá no início do ascensão da 5SOS, descobrimos que o sucesso do primeiro álbum, as apresentações já citadas aqui, os prêmios recebidos e anúncios de novas turnês davam essas mesmas sensações. Você pode ser fã dos garotos a dois ou três anos, um mês ou uma semana, a sensação de ver a história deles sendo escrita sempre será mais ou menos essa.

E o sentimento de orgulho fica ainda maior quando você sabe que ajudou, pelo menos com uma pedrinha, a construir essa pirâmide. As incontáveis horas votando nas redes sociais, as campanhas para aumentar as visualizações e incontáveis discursos para que todos comprem os álbuns e os ouçam legalmente valem MUITO, principalmente quando você para por cinco minutos e pensa em tudo o que eles já conquistaram, no tempo que isso levou e no quanto essa relação de fã orgulhoso + ídolo presente e talentoso ajudou nisso.

É claro que com todo esse sucesso vieram os boatos, que começaram com um simples “fulano tem uma queda por tal famosa”, passaram por “fulana escreve uma música péssima para fulano” e chegaram ao ponto de cada ser do sexo oposto que se aproxima dos garotos ser uma possível namorada, das namoradas de verdade terem até o último fio de cabelo xingado na internet e intermináveis discussões sobre “quem shippa o que”. Mas naqueles cinco minutos de pensamento sobre as conquistas dos garotos, da para perceber que nada disso importa muita coisa, no final do dia, se escolhermos não matar ninguém apenas por ama-los de uma forma diferente da nossa, estaremos tão felizes pelo sucesso deles quanto essas pessoas.

No fim do dia também comemoraremos como nunca o fato de uma nova turnê estar chegando e de uma das casas de show mais conhecidas do mundo estar nela, com todos os ingressos esgotados. Sim, a 5SOS esgotou o Madison Square Garden!

E lá vamos nós para mais um susto e mais uma sensação de “pé e dedão gelados”…

Texto: Emily Puhina e Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

5SOS é uma boyband adolescente ou pop punks festeiros? Ou ambos?

O sol da Califórnia está baixo no céu em Bel Air, mas na casa do 5 Seconds of Summer, o dia está para começar. Tem manchas de vinho no chão , perto da piscina, com alguns Chateau de Fleurs e uma mansão no valor de 100 milhões de dólares, com o oceano pacifico de vista. Uma lareira rodeada de garrafas de cervejas vazias. ”Eles vão acordar a qualquer momento”, fala a assistente britânica da banda, Zoe, que lê um livro e espera. Ela tenta mandar mensagem pra banda pra ajudar, mas ninguém responde.

Luke Hemmings, o vocalista da banda, desce até a cozinha, de barba por fazer, vestindo só uma camisa e uma boxer preta apertada. O cabelo —  que inspira vários cabeleireiros no YouTube diariamente — Está bagunçado. Ele passa um pouco de abacate numa torrada. ”Desculpa por estar só de cuecas”, ele diz, ”Estou de ressaca.” Ele volta pro quarto.

Por volta das 17h o dia realmente começa. Hood, o baixista da banda — Que tem 19 anos, más ainda parece ser o jogador de futebol do ensino médio que ele era há alguns anos — vem pra fora com um copo de coca, suas unhas pingadas de preto, usando um boné da Billabong. “Deixa eu por um pouco de Bourbon nisso”, ele diz, voltando pra cozinha. O guitarrista Michael Clifford está andando pela casa, e Calum o observa. ”Ele ainda está animado,”  comenta Calum, acendendo um Camel. Eventualmente Clifford reaparece, usando uma camisa desabotoada, pálido, mas parecendo mais acordado que o esperado. ”Eu tô vivo pra caralh*!”, ele diz. ”Desculpa, eu estava literalmente mordendo mais cedo.”

Na noite passada, a banda se apresentou no American Music Awards. ”Um monte de gente falsa, o que é um saco,” Clifford diz. Hemmings reclama, ”É só que, tipo, Viners e personalidades da internet, esse tipo de gente. Me irrita pra caralh*! Por quê vocês estão aqui?”

Depois do show, Clifford e Hemmings foram à festa do amigo Nick Jonas, e em seguida entraram de penetras na festa dada por Justin Bieber no Nice Guy bar, o favorito deles. Eles não falaram com Bieber — ”Eu acho que ele nos odeia” diz Clifford — mas eles se divertiram. ”Foi louco pra caralh*, pessoas em cima de mesas e coisa do tipo,” ele continua. ”Eu provavelmente não devia dizer isso, mas ele tocou seu próprio álbum repetidas vezes, por tipo, duas ou três horas.” Clifford encerrou o dia em Beverly Hills, na festa do The Weeknd, a qual foi tão exclusiva que a área da piscina tinha o seu próprio bouncer. O baterista Ashton Irwin — O mais velho, e possivelmente o mais responsável da banda — esteve lá mais cedo, mas saiu rapidamente após ser empurrado contra a parede, enquanto Diddy e sua equipe empurraram seu caminho porta a dentro.

Bem-vindo à vida de 5 Seconds of Summer, discutivelmente a banda mais quente do mundo. Há poucos anos atrás, eles eram colegas de classe nos subúrbios de Sydney, postando covers de Justin Bieber e Bruno Mars no YouTube. Depois da 5SOS se conectar, e dar uma “punkzada” no visual, a One Direction os levou numa tour em arenas de 63 datas em 2013; Eles são agora a primeira banda na história a ter seus primeiros dois álbuns debutando em #1. A jornada épica de quatro anos foi imortalizado em How Did We End Up Here, um novo documentário que mostra o avanço de 5SOS (pronunciado ”FIVE-Sauce” por fãs) de streams na internet ao Wembley.

A esse ponto, a fama deles já ofuscou a dos seus ídolos pop-punk Good Charlotte e Sum 41, mas 5SOS possui um tipo de fama totalmente diferente. Eles são retwittados em super-velocidade por suas fã-girls adolescentes (mais de 13,000 por minuto); eles estão no topo dos charts “mais-rebloggados” no Tumblr; eles são conteúdo de fan fiction, algumas envolvendo bondage (ato sexual utilizando cordas) e cross-dressing (travestir-se do gênero oposto). ”Eu não leio essa m*rda,” diz Hood. ”Me assusta.” Em Las Vegas, 60 fãs foram flagrados rastejando entre os tubos de ventilação de uma arena, tentando entrar escondido no show da 5SOS. ”Os gritos são algo muito estressante, mas incrível” diz Irwin.

Janeiro passado, Capitol, gravadora da banda, pagou para que 5SOS se mudassem pra casa de Bel Air, com intuito de escrever o novo álbum da banda em três meses. ”Foi um sonho se realizando” Irwin diz. Mas a banda finalizou o álbum antes do que o esperado. ”Então a gente deu festas o tempo todo”, disse Hemmings. ”Nós demos algumas festas incríveis no começo do ano, e elas meio que só ficaram cada vez melhores. A última festa, teve o atendimento foi imenso.

Três noites atrás, Clifford deu uma festa em comemoração aos seus 20 anos. 5SOS pegou uma casa em Beverly Hills emprestada, mas foram expulsos por volta de 1h da manhã, então eles moveram todo mundo de volta pra cá. Quando chegaram, 20 pessoas já estavam esperando em frente à casa. Detalhes são embaçados, mas o resto da noite incluiu uma fogueira com Niall Horan da One Direction e uma partida de Rock Band às 6h da manhã. É também, muito provavelmente, doses de vodka, piscina, e uma pista de dança da New Found Glory na cozinha. Clifford orgulhosamente mostra um de seus presentes favoritos, dado por Josh Dun, baterista do duo Twenty One Pilots: uma “fleshlight”; um acessório em formato de lanterna com uma vagina de plástico acoplada em uma das pontas. (“O Masturbador Masculino n #1”, a embalagem dizia). “Você nunca usou uma dessas?” Clifford pergunta com um sorriso.

Ele se senta na cozinha, enquanto a cabeleireira da banda trabalha com spray em seu cabelo para a gravação de um vídeo essa noite, pro novo single da banda ”Jet Black Heart”. Todo mundo chama Clifford de membro mais pop-punk da banda — O Sid Vicious de 5SOS, se o Vicious tivesse aparecido fazendo covers de All Time Low e Ed Sheeran. Ele é tatuado, com alargadores, seu pulso direito coberto por pulseiras e braceletes pretos, em sua maioria dados a ele por admiradores. Hoje o seu cabelo está vermelho; fãs contam suas dezenas de diferentes cores de cabelo em charts online. Tons como ”fairyfloss”, ”roxo emo”, ”água-marinha”. ”Você já foi “gambá”, também” diz Kelsey, a estilista. ”Eu construí essa persona onde eu tenho que continuar pintando agora” Clifford diz, ”E sejamos sinceros, metade do pop-punk é só o cabelo”

5SOS estão saindo de um ano do que Hemmings chama de ”Promoção sem descanso”. ”Se eu tivesse que ser perguntado quem é a minha “celeb crush” mais uma vez…” Ele diz. (Pra você não ter que perguntar: É Mila Kunis.) Eles brincaram imitando sons animalescos na TV Sueca, e foram desafiados a descrever seu novo álbum usando apenas Emojis.

Mas tem uma questão que os incomoda particularmente: ”Vocês são uma boyband?” Eles foram chamados de boyband na noite passada, numa festa da indústria, quando Hemmings foi apresentado a um novo grupo. ”Eles disseram, ‘Nós estamos numa boyband também,’” ele diz. ”Eu fiquei tipo, ‘Eu to saindo agora.’”

”Setenta e cinco porcento das nossas vidas é provar que nós somos uma banda de verdade” Irwin diz. ”Nós estamos ficando bons nisso agora. Nós não queremos ser, tipo, só pra garotas. Nós queremos ser pra todo mundo. Essa é a maior missão que temos. Eu já consigo ver alguns fãs masculinos aparecendo, e eu acho isso legal. Se os Beatles e os Rolling Stones, e todos esses caras conseguiram, nós conseguiremos também.”

Tem muito trabalho a ser feito. A banda recentemente anunciou uma tour de arena que terá começo e em fevereiro e durará até ao menos o fim do ano. Depois de passar basicamente todos os dias dos últimos quatro anos juntos, tensões são evidentes. ”Algumas pessoas ficam um pouco nervosas e algumas pessoas dizem coisas que elas não falariam normalmente,” diz Hood. Clifford — que sofre de depressão — parece estar passando por por maus bocados. Ele passou muito dos dias desse ano dentro de casa, jogando Call of Duty. Mas ultimamente ele tem festejado todas as noites.

”É tudo sobre achar coisas que te fazem feliz” diz Clifford. ”E pra mim, essa semana, essas coisas têm sido as festas.“

”Eu não acredito que estamos indo a um show do Good Charlotte essa noite!” diz Hemmings num restaurante lotado em West Hollywood. Do outro lado da mesa está sentado um dos produtores e co-escritores da 5SOS, John Feldmann, vocalista da Goldfinger, banda ska-punk da era da Warped Tour que emergiu no fim dos anos noventa. Um dos maiores sucessos de Feldmann veio em 1999, quando a música “Superman” da Goldfinger foi usada proeminentemente no vídeo game do pro skater Tony Hawk.

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Tradução: Equipe 5SOS Brasil | Agradecimento especial a Vinicius Oliveira

Fonte: Rolling Stone


NOTA DO 5SOS BRASIL:  

A banda até o momento não se manifestou de forma oficial sobre as declarações ditas na entrevista, porém, no Twitter a Arzaylea (citada na entrevista como namorada do Luke) afirma que o artigo foi totalmente distorcido.

Michael também se pronunciou na rede social: “Eu odeio quando as pessoas colocam tudo em um artigo MENOS a razão pela qual nós somos uma banda: os fãs”. Luke publicou um tweet mas apagou logo em seguida, nele ele dizia: “Que tal nós falarmos sobre música e os fãs? A única razão pela qual uma banda é uma banda”. Andrew Hemmings, pai de Luke, postou no Twitter: “O Luke jamais falaria desse jeito [de uma mulher]. Nunca. Não existe drama se você realmente o conhece.”