Arquivo da categoria: 'Notícias'
26
03
Arquivado em: Álbum , Calm , Luke Hemmings , Notícias

A 5 Seconds of Summer está comemorando o lançamento do seu quarto álbum de estúdio, ‘CALM’, e embora eles não possam divulgar o álbum juntos fisicamente por conta do distanciamento social provocado pelo COVID-19, eles nunca estiveram tão próximos. Luke Hemmings contou para o Ryan Seacrest na quinta-feira, 26 de março, que eles estão conversando por chamada de vídeo e que o título do álbum ganhou um novo significado.

“[O disco] definitivamente ganhou um novo significado”, compartilhou Luke com Seacrest. “Obviamente, escolhemos o nome há alguns meses, mas ele definitivamente tem um novo peso com o que está acontecendo no mundo… Estou realmente feliz por lançá-lo, embora sejam tempos difíceis… música é o que as pessoas precisam agora.”

Luke, que está em quarentena com seu cachorro e sua namorada há duas semanas, explicou que o título do álbum é um acrônimo dos primeiros nomes dos integrantes da banda: Calum, Ashton, Luke, Michael.

“Foi daí que veio o nome e além disso, os nossos fãs nos chamavam assim”, acrescentou Luke. “Logo no início, os primeiros fãs da 5SOS nos chamavam assim, então é uma homenagem para eles e a palavra também resume onde estamos: [um] pouco mais seguros sobre nós mesmos e a banda.”

E a banda nunca esteve tão próxima.

“Eu definitivamente acho que [a quarentena] colocou as coisas em perspectiva e fez a banda perceber como somos bons amigos, para ser honesto”, acrescentou. “Pode parecer um pouco brega, mas eu realmente quero vê-los e sair com eles… É definitivamente estranho estar em casa e não com eles enquanto divulgamos um álbum.”

Ouça a entrevista completa no áudio acima para saber mais, inclusive para ouvir como Luke e sua namorada estão enquanto se isolam juntos e mudam de casa!

Fonte: On Air with Ryan Seacrest
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

25
03
Arquivado em: Álbum , Calm , Notícias , Single , Wildflower

A banda australiana lançará seu mais novo álbum, ‘Calm’, na sexta-feira

A 5 Seconds of Summer lançou uma sonhadora nova faixa do seu quarto álbum, ‘Calm’, que sairá na sexta-feira: ‘Wildflower’! Eles co-compuseram a faixa com Rami Yacoub (que já trabalhou com nomes como Britney Spears e Ariana Grande).

‘Wildflower’ é a música com o som mais etéreo do próximo álbum – e traz clara lembrança ao synth-pop dos anos 80. Ela também tem a intenção de ter um significado aberto, de acordo com a banda; eles omitiram palavras-chave do refrão para que as pessoas possam adicionar o que lhes parecer melhor: “You’re the only one who makes/Every time we”, diz o trecho.

“Queríamos fazer o refrão num sentido de ‘escolha a sua própria aventura’, em que algumas palavras são deixadas de fora e depois acentuadas por essas grandes facadas de sintetizador”, explicou o baixista Calum Hood. “Isso permite que todos tenham a sua própria interpretação e preencham o que acham que essas frases perdidas podem ser.”

Antes do lançamento do ‘Calm’, a banda anunciou uma parceria com o aplicativo de bem-estar ‘Calm’. A partir da quinta-feira, ele trará remixes de quatro músicas do próximo disco, todas destinadas a ajudar durante a meditação e o relaxamento. Cada integrante da banda fez um dos remixes.

Fonte: Rolling Stone
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

25
03
Arquivado em: Álbum , Calm , Notícias , Single , Wildflower

Desde maio do ano passado, a 5 Seconds of Summer tem lançando singles do seu quarto álbum de estúdio; o mais recente deles – uma faixa romântica chamada ‘Wildflower’ – antecipa o tão aguardado disco que sairá nesta sexta-feira.

O quinto single de ‘Calm’ (com lançamento previsto para o dia 27 de março pela Interscope), é construído em uma melodia característica dos anos 80, muito bem usada pelo quarteto australiano no passado. Há batidas de bateria marcantes, harmonia psicodélica e muito sintetizador.

O baixista-vocalista Calum Hood passeia pelos versos contando fatos românticos; já no refrão, ele deixa as coisas para a imaginação do ouvinte: “You’re the only one who makes me… Every time we….”

A nova faixa foi co-composta por Rami Yacoub e Geoff Warburton e produzida por Oscar Görres. Ela se junta às já lançadas ‘Easier’, ‘Teeth’, ‘No Shame’ e ‘Old Me’. Até agora, o single ‘Easier’ emergiu como o maior sucesso do disco, tendo alcançado o 12º lugar da parada de músicas pop da Billboard e o número #48 da Hot 100.

E o novo álbum não é o único projeto lançado pela 5SOS esta semana, ou o único envolvendo a palavra ‘Calm’. A banda também está preparando uma coleção de remixes de quatro faixas do disco, que devem ser liberados amanhã (26 de março) no popular aplicativo de meditação de mesmo nome (Sam Smith, Sabrina Carpenter e outros artistas também usaram o ‘Calm’ para compartilhar suas novas músicas recentemente).

O projeto traz cada integrante da banda reimaginando uma faixa diferente do novo álbum, em colaboração com o produtor Matt Pauling: o guitarrista Michael Clifford refez ‘Easier’, Hood refez ‘Old Me’, o baterista Ashton Irwin refez ‘Red Desert’ e o guitarrista Luke Hemmings refez ‘Best Years’.

Ouça ‘Wildflower’ abaixo, assista também o lyric video da faixa.

Fonte: Billboard
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima Equipe (5SOS Brasil)

23
03

A 5 Seconds of Summer passou os últimos dois anos olhando para dentro para criar seu próximo álbum, ‘CALM’. Nove anos e quatro álbuns desde o início da sua carreira, esse se tornou um disco introspectivo que explora a leveza e a escuridão do processo de crescimento de jovens rapazes.

Essa auto-reflexão está encapsulada no próprio título do álbum, que é um acrônimo de seus nomes (Calum, Ashton, Luke e Michael). Ele também é uma homenagem aos fãs, que cresceram ao lado deles e há alguns anos usam “CALM” para se referir ao grupo.

Com essa meditação também vem o amadurecimento do som. Já ouvimos os garotos se aventurarem além de suas raízes pop-punk no ‘Youngblood’, de 2018, mas o ‘CALM’ leva essa experiência ainda mais longe. As 12 faixas são inspiradas nas batidas eletro-pop e nos ritmos industriais, que já pudemos ouvir nos singles ‘No Shame’, ‘Old Me’ e ‘Easier’.

Todo o disco foi criado também pensando nas apresentações ao vivo. Existe uma mistura saudável de faixas altamente energéticas – feitas para o mosh -, como ‘Teeth’, e músicas mais lentas como ‘Lover of Mine’, que certamente evocam um mar de braços balançando com lanternas de smartphones ligadas a cada show. Os garotos de Sydney devem voltar para casa, para a enorme “No Shame 2020 Tour”, em dezembro. Será sua primeira turnê australiana em quase dois anos, por isso não é surpresa que o anúncio tenha movimentado o Twitter e os forçado a adicionar um show extra no Sydney Opera House Forecourt devido à grande demanda.

No início deste ano, eles foram aclamados como uma das performances de destaque do festival beneficente ‘Fire Fight Australia’, algo importante, já que eles dividiram o palco com ícones como Queen e Alice Cooper.

Enquanto a banda esteve em Sydney, conversamos com três dos seus quatro integrantes (Calum teve que sair para outra entrevista) sobre conquistar sonhos no ‘Fire Fight Australia’, aprender a entender um ao outro no ‘CALM’ e a fase australiana da sua turnê.

Music Feeds: Como foi o ‘Fire Fight Australia’?

Michael Clifford: Foi ótimo! Sempre foi um sonho nosso tocar no ANZ Stadium e é o ponto mais alto para uma banda tocar no ANZ Stadium. Fazermos isso, vindo de onde viemos, foi honestamente um dos momentos mais especiais das nossas vidas. Ter a oportunidade de fazer algo bom ao mesmo tempo [ajudar a Austrália] foi incrível, no geral. Ver o Queen tocar e todos esses grandes artistas se unirem para algo ainda maior do que eles foi incrível. Foi uma ótima noite.

MF: Vocês pareciam estar se divertindo muito e foi muito legal porque o público era muito misturado. Haviam os típicos fãs da 5SOS lá e também um monte de mães e pais curtindo.

MC: Sim, eles estavam adorando!

Ashton Irwin: Isso é realmente bom para nós. É bom ter o público mais amplo possível à sua frente. Especialmente na Austrália, nunca tivemos essa oportunidade antes e eles tiveram cerca de 3 milhões de espectadores [pela TV], enquanto ter 70.000 pessoas à sua frente em nosso país é um alcance que nunca tivemos antes. Nós amamos esse show.

MF: Também foi a primeira vez que vocês tocaram ‘No Shame’ ao vivo?

Luke Hemmings: Sim (risos). Só um pouco de pressão.

MC: Tenho certeza que você não conseguiu perceber (risos).

LH: Quero dizer, obviamente nós ensaiamos… Na verdade, não. Nós não a ensaiamos. Nós apenas seguimos o fluxo (risos).

MC: Ah, sim. Eu só senti a música chegar até mim.

LH: (risos) Sim, na verdade nós a escrevemos no palco.

MF: O ‘CALM’ será lançado no mês que vem. Como vocês estão se sentindo agora que ele está quase chegando?

AI: Estamos empolgados!

LH: Nós sentimos que estamos cultivando-o há um tempo e ele ser finalizado e concretizado agora, é incrível.

AI: Além disso, obviamente as coisas serão bem diferentes este ano. Muita coisa mudou para nós. Olha só, claramente somos um trio agora (risos).

MC: Nós pensamos que o baixo nem é tão importante assim.

AI: E não é.

MC: Não é! Você nem consegue ouvir. Pergunte “como soa um baixo?” e a maioria das pessoas vai fazer ~encolhe os ombros~.

AI: A maioria das pessoas diz “eu não sei”.

LH: Ele mantém a batida? Não.

MF: Eu sinto que todo baixista está acostumado com isso, né? Eles esperam essa conversa inevitável assim que entram na banda.

AI: (risos) Sim. Com toda a honestidade, Calum é um dos melhores baixistas que já vi.

MC: Eu diria o melhor baixista de todos os tempos.

AI: Ele é tão sólido.

LH: Não, vocês estão com medo dele ler isso.

AI: (risos) Ah, sim. Isso vai surgir no Twitter dele.

MC: (risos) Nós amamos você, Cal. Se você estiver lendo isso, Calum do futuro.

MF: O título do álbum, é claro, é um acrônimo dos seus nomes…

AI: Sim, ‘CLAM’. Espera, o que seria isso sem o Calum? ‘LAM’.

LH: Sim, estamos lançando o ‘LAM’ (risos).

AI: ‘CALM’, o título do álbum, é um acrônimo usado pelos fãs e existe há alguns anos. Então, Calum, Ashton, Luke, Michael. Quatro letras, quarto álbum. Nós pensamos que seria apropriado.

MF: Então, o título é um pequeno aceno aos fãs?

AI: É sempre um aceno para os fãs, sim. Também pela primeira vez… Nós nunca quisemos colocar nossos rostos nas capas. Não sei porque. Nós simplesmente não gostamos. Mas, pela primeira vez na história, essa imagem em particular irradiava a história que o disco está contando.

MC: Eu acho que o mais importante para nós neste disco é que não apenas é um disco que fizemos para nós mesmos, mas também pensando nos fãs. Eu acho que nossos fãs vão realmente amar esse álbum. De todos os ângulos, queremos que eles saibam que esse material é para eles tanto quanto para nós.

MF: Você disse que o álbum conta a história da “vida de um jovem, para o bem ou para o mal”. É um álbum conceitual ou é autobiográfico?

AI: Eu acho que existem vários conceitos que são saturados pelo processo lírico. Definitivamente, houve uma abordagem diferente desta vez. Começamos a escrever há cerca de dois anos. Sempre parece que a primeira faixa que você escreve para o álbum é o primeiro passo e tem um efeito dominó em tudo o que você compõe depois. A primeira música que escrevemos foi ‘Red Desert’, e essa música fala sobre autoliberação, liberdade e aceitação de si mesmo, erros que foram cometidos ou dores ou o que quer que seja, aceitação como ser humano. Então isso meio que deu um passo conceitual inicial para o resto do álbum.

Gostamos de escrever sobre a maioridade, o que passamos e onde estamos no momento. Muito desse disco é nós nos entendendo e não agindo como “esquece isso, é muito difícil”. Realmente fizemos um esforço consciente de melhorar e entendermos uns aos outros como homens e não julgarmos as vidas uns dos outros. Precisávamos aceitar as vidas uns dos outros e sermos gentis com isso. É isso o que nos torna uma ótima banda.

MF: Quando ouvi ‘Red Desert’, uma das primeiras coisas que pensei foi que ela será ótima para apresentações ao vivo.

LH: Sim, essa é uma das outras coisas em que pensamos enquanto fazíamos este álbum. Tentamos, em todos os discos, lembrar que precisamos tocá-los ao vivo e que eles precisam ser traduzidos ao vivo. Nós realmente fizemos-a para a experiência ao vivo. Então você está certa, nós definitivamente tocaremos essa música com algumas grandes harmonias. Talvez até abriremos o show com ela.

MF: Sim! Considerem esse o meu pedido.

AI: Sim! Legal, considerado.

MF: Ah, quer dizer, eu estava esperando que vocês dissessem “sim, vamos tocar”.

LH: (risos) Bem, [escolher o setlist] é todo um processo e todos temos que votar.

MF: Calum nem está aqui, então eu posso o substituir.

LH: Isso é verdade. Ele perde o voto dele.

MC: Você pode pegar os 25% dele.

MF: No passado, vocês disseram que todos ficam mais envolvidos e experimentais com a composição de músicas a cada álbum. Então, como foi a experiência dessa vez?

AI: Sempre fomos o motor de composição principal por trás de todas as nossas músicas. Desta vez, muitas composições surgiram das nossas amizades, porque obviamente nos mudamos para os Estados Unidos há alguns anos e, nesse álbum, acabamos trabalhando com amigos. Eis que nossos amigos se tornaram muito bem-sucedidos ao longo dos anos. Muito mais bem-sucedidos que nós (risos). Então, ficamos meio “caramba!”.

Em particular, Andrew Watt. Costumávamos beber com ele, íamos ao bar e jogávamos conversa fora, mas acabamos nos conectando pela música. A carreira dele decolou e ele se tornou uma verdadeira força musical. Ele está indo muito bem. Então, acabamos trabalhando com amigos, que também são parceiros musicais incrivelmente talentosos. Falando sobre como nos tornamos esse grupo bem-sucedido na composição: foi usando nossas relações já existentes e confiando nesses relacionamentos, em vez de irmos para onde nos mandassem ou compor com quem indicassem.

MF: Deve ter sido ótimo ter ainda mais liberdade lírica neste disco, não? Eu acho da para perceber isso com a forma com a qual a narrativa das músicas flui.

AI: Eu amo os conceitos deste álbum. Parece mais alegre do que o anterior. Não sei se isso é verdade ou não, mas da nossa perspectiva ao escrever, parece que sim. Parte dele é triste, mas também acho que é mais amplo e precisávamos disso.

LH: Definitivamente, há uma leveza nele. Eu sinto que o último álbum foi bem pesado e sombrio. Enquanto este tem esse lado e o lado mais leve da vida, e segue ao invés de ficar preso em um lugar só. Você tem essa escuridão e também tem o avanço, a aceitação, o perdão e a ação de seguir em frente com a vida.

MF: Vocês experimentaram alguns sons novos e dá para ouvir a diferença já nos primeiros singles. Quais foram suas inspirações sonoras para o álbum?

AI: No que diz respeito às inspirações sonoras, sempre tentamos incorporar algo do que a banda toda está ouvindo, por isso é o disco mais genuíno e com mais influências do qual podemos falar. Estávamos ouvindo muita música industrial porque os ritmos são fantásticos para a escrita melódica e o processo melódico. Somos fãs de rock and roll, mas o lado rítmico do rock and roll normal não é muito bom para o pop moderno neste momento em particular. Então, mergulhamos em batidas e sons industriais e ficamos bastante inspirados por esses sons e seguimos essa ideia.

MF: Também deve ter sido muito divertido tocar esse som industrial na bateria.

AI: É! É pesado, mas também combina com a maneira como toco, com agressividade e peso, por isso se encaixa com a nossa banda.

MF: Essa técnica agressiva de tocar bateria chamou muita atenção no ‘Fire Fight’. Todo mundo estava amando a energia.

AI: Por isso comecei a tocar bateria. Foi muito importante para mim entender como estava me sentindo sobre as coisas. Mas também tem um lado atlético nisso; eu cresci nadando competitivamente e acabei tocando muito mais bateria e aprendi que isso trabalha resistência, constância e todas essas coisas. Então, eu amo tocar sets longos na bateria e a agressividade por trás de tocar rock.

MF: Vocês trarão a ‘No Shame 2020 Tour’ para a Austrália em dezembro. Como estão se sentindo sobre isso e o que podemos esperar dos shows?

MC: Estamos bastante empolgados. Não tocamos na Austrália no ano passado. Então, faz dois anos desde que fizemos shows aqui. Teremos um novo álbum quando voltarmos. Nós tocaremos todas as músicas novas deste álbum e provavelmente algumas antigas também.

MF: Eu sei que vocês disseram que tocar no ANZ Stadium foi especial, mas nesta turnê vocês tocarão em alguns locais bem icônicos, como o Sydney Opera House Forecourt. Isso é um sonho para vocês?

AI: Sim. O forecourt (pátio de entrada da Opera House)… quero dizer, se você pensar bem, grande parte do que fazemos passa pelo lado visual e fotográfico. Nós sempre nos esforçamos muito para capturar as memórias. Temos fotógrafos incríveis trabalhando conosco, Andy DeLuca e Ryan Fleming. Uma grande parte do nosso dia é gasto descobrindo como vamos registrá-lo, por isso, tocar em locais icônicos como o pátio da Sydney Opera House nos permitirá registrar algo impressionante para os nossos fãs estrangeiros e estamos ansiosos para isso.

Fonte: Music Feeds
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

12
03
Arquivado em: Álbum , Calm , Notícias , Old Me , Single , Vídeo Clipe

Além de uma letra emocionante, o mais recente single da 5 Seconds of Summer, ‘Old Me’, conta agora também com um clipe cheio de referências e mensagens escondidas!

Em resumo, o vídeo de ‘Old Me’ fala da história da 5SOS até aqui. Para isso, a produção mostra lugares e momentos importantes dessa trajetória – em imagens explicitas e easter eggs um pouco mais difíceis de encontrar. Veja alguns deles abaixo:

1 – Red Desert

O clipe começa com imagens de uma região da Austrália conhecida como ‘Red Desert’ (deserto vermelho). Uma das faixas do ‘CALM’, o próximo álbum da 5SOS, tem esse mesmo nome e é uma homenagem ao país.

2 – Ordem dos integrantes

Já dentro do trem que nos leva pela história do grupo, os integrantes vão surgindo de acordo com a sua ordem de entrada na banda: Luke (que foi quem começou a postar covers no YouTube em 2011), Michael, Calum e por último Ashton.

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3 – Calum e o futebol

Antes de entrar definitivamente na banda, o baixista Calum Hood treinava para ser jogador de futebol (ele chegou a jogar no Brasil em 2012). Em uma das cenas do clipe, suas versões mais nova e mais velha relembram a sua escolha de largar o esporte e optar pela música.

4 – Luke e os auto-falantes rosas

Em seus primeiros vídeos postados no YouTube na conta Hemmo1996, Luke aparecia em um cômodo com auto-falantes rosas de fundo. O cenário foi lembrado em ‘Old Me’.

5 – ‘Somewhere New’

O primeiro lançamento autoral da banda, o EP ‘Somewhere New’, teve sua capa replicada pelos atores mirins que interpretam Luke, Calum, Ashton e Michael no vídeo.

6 – American Music Awards de ‘New Artist of the Year’

Uma das passageiras do trem segura um troféu muito parecido com o de ‘New Artist of the Year’ recebido pela banda no American Music Awards de 2014.

7 – A indústria da música e Pink Floyd

Próximo aos 3 minutos de vídeo, um homem de roupa social aparece pegando fogo. Alguns fãs levantaram a hipótese do personagem representar o acidente que Michael sofreu em 2015, durante um show da 5SOS em Londres. Na ocasião, parte do fogo da pirotecnia que compunha o palco atingiu o rosto do guitarrista.

Ashton explicou que na verdade, a cena representa o lado comercial da música com o qual a banda é obrigada a lidar nos bastidores. Ela também é uma referência a capa do álbum “Wish You Were Here” da banda Pink Floyd.

8 – One Direction

Em novembro de 2012, quando a 5 Seconds of Summer ainda era desconhecida do grande público, Louis Tomlinson do One Direction fez uma publicação no Twitter sobre a banda.

Logo no início de 2013, a 5SOS foi anunciada como ato de abertura da turnê ‘Take Me Home’. A parceria entre 1D e 5SOS, que permitiu que o grupo australiano conhecesse o mundo e aumentou sua base de fãs consideravelmente, é lembrada em ‘Old Me’ quando um grupo de cinco jovens – que lembram Louis, Harry, Zayn, Liam e Niall em ‘What Makes You Beautiful’ – entram no trem e sentam nos assentos em frente a Luke, Calum, Michael e Ashton.

9 – Primeiro show

Em 3 de dezembro de 2011, a 5SOS fez sua primeira apresentação oficial, no Annandale Hotel, em Sydney. A ocasião é lembrada com imagens da fachada do lugar, do show e dos atores mirins representando a banda.

10 – Fire Fight

O último ato mostrado em ‘Old Me’ é a mais recente apresentação feita pela 5SOS. No dia 16 de fevereiro a banda subiu ao palco do Fire Fight Australia, um evento beneficente realizado em prol da luta contra os incêndios que atingiram o país.

Texto: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

11
03
Arquivado em: Calm , Notícias , Old Me , Single , Vídeo Clipe

A 5 Seconds of Summer lançou ontem (10) o vídeo clipe de ‘Old Me’, o quarto single do álbum ‘CALM’!

Dirigido por Hannah Lux Davis, que também foi responsável pelo vídeo de ‘No Shame’, o clipe traz a banda em uma viagem de trem por momentos marcantes da sua história.

‘CALM’, o quarto álbum de estúdio da 5SOS – que contará ainda com as faixas ‘Easier’, ‘Teeth’ e ‘No Shame’ – será lançado no dia 27 de março. Você pode fazer a pré-encomenda do disco clicando aqui.

23
02
Arquivado em: Notícias , Single

BABY LUKE! BABY ASHTON! BABY CALUM! BABY MICHAEL!

Acredite ou não, a 5 Seconds of Summer já existe há quase uma década – o tempo realmente voa! – e em seu mais recente single, os caras refletem sobre sua louca jornada até agora.

Na sexta-feira (21 de fevereiro), a banda australiana lançou ‘Old Me’, uma reflexão sobre sua juventude e tudo o que eles passaram para se tornarem os homens que são hoje. Isso significa, é claro, cometer muitos erros, felizmente admitidos por Luke Hemmings. “Shout out to the old me and everything he showed me,” ele canta no refrão que lembra um pouco do Post Malone. “Had to fuck it up before I really got to know me.”

Para aumentar o fator nostalgia, ‘Old Me’ foi lançada junto com um lyric video com fotos da infância de Hemmings, Michael Clifford, Calum Hood e Ashton Irwin. Durante o refrão da faixa, a colagem muda para os seus primeiros dias como banda, quando seus jeans eram muito mais apertados e seus cabelos muito mais longos. Se você é um fã antigo da 5SOS, tudo isso definitivamente te deixará emocionado.

Em uma declaração sobre a nova música, Hemmings disse: “‘Old Me’ traz um espírito leve e segue a narrativa da vida de um jovem que está amadurecendo, pelo bem ou pelo mal. Todas as decisões que nós tomamos, certas ou erradas, nos tornaram os homens que temos orgulho de ser hoje. Nos tornamos conhecidos do público muito novos e, ainda bem, tivemos uns aos outros nos momentos confusos. Às vezes é importante olharmos para trás para apreciar a jornada em que estivemos juntos.”

‘Old Me’ é o single mais recente do quarto álbum da 5SOS, ‘Calm’, que será lançado em 27 de março e incluirá também as faixas ‘No Shame’ e ‘Teeth’.

Fonte: MTV
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

19
02
Arquivado em: Notícias

A lista de 1 bilhão de reproduções da APRA AMCOS ganhou um novo membro, após o reconhecimento da boyband australiana 5 Seconds of Summer em uma cerimônia na terça-feira.

A 5SOS foi premiada por ‘Youngblood’, seu enorme sucesso de 2018 que ganhou o troféu de ‘Song of the Year’ no ARIA Awards daquele ano e um ‘Outstanding Achievement Award’ no APRA Music Awards 2019; desde então a faixa passou de um bilhão de streams.

O executivo-chefe da APRA, Dean Ormston, premiou a banda – formada por Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings e Michael Clifford – na sede da APRA.

A lista de 1 bilhão de reproduções leva em consideração números de streaming das principais plataformas, incluindo Spotify, Apple Music, YouTube, Vevo, Amazon, Google Play e mais.

A 5SOS se junta a Nat Dunn, Dean Lewis, Flume, P-Money, Troye Sivan e Alex Hope, além de Tones And I e Cookin On 3 Burners na prestigiada lista.

‘Youngblood’ passou oito semanas consecutivas no #1 lugar do ranking de singles da ARIA e quatro semanas na #1 posição do ranking de singles da Nova Zelândia, além de entrar no Top 10 em onze países, incluindo Canadá (#3), UL (#4) e a Billboard Hot 100 nos Estados Unidos (#7).

A música foi o primeiro single da 5SOS a chegar ao primeiro lugar da The Music Network Hot 100 Airplay Chart. Ela também passou cinco semanas na #1 posição do Top 40 das paradas de rádio dos Estados Unidos e no topo das paradas do Canadá.

Sem surpresa, ‘Youngblood’ é a música da banda mais buscada no Shazam até o momento. Ela passou 24 semanas no Top 20 mundial da plataforma, de junho a novembro de 2018, chegando ao #4 lugar, além de 5 semanas consecutivas no #1 lugar do ranking australiano do Shazam.

Na Austrália, o single já é 10x Platina e alcançou o #1 lugar da lista de fim de ano do ARIA Singles Chart de 2018. Ela também é 2x Platina nos Estados Unidos.

“Sempre assumimos riscos e não mergulhamos na seriedade [burocrática] que envolve as músicas, elas explicam nossas vidas a partir da nossa perspectiva; nos preocupamos profundamente com isso e continuamos lutando”, disse Ashton Irwin.

A cerimônia contou com a presença da equipe da APRA AMCOS, dos empresários da banda, da Sony/ATV Music Publishing Australia e de convidados da gravadora EMI.

“Nós respeitamos profundamente esse prêmio, todos que trabalham nessas músicas e para que elas sejam ouvidas”, disse ele.

Ormston acrescentou: “A lista de bilhões é uma maneira de reconhecer globalmente compositores que alcançam esse marco no streaming. Este prêmio é uma maneira de mostrar ao mundo o quão fantástico são os compositores australianos.”

“‘Youngblood’ tem sido um grande sucesso, e será o primeiro de muitos. Temos orgulho de representar e trabalhar com a 5SOS”, disse Damian Trotter, diretor administrativo da Sony/ATV Music Publishing Australia.

Fonte: The Music Network
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)





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