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A 5 Seconds of Summer vem preparando o lançamento do seu novo álbum liberando singles desde a primavera passada, e na sexta-feira (27 de março), o quarteto lançou o ‘CALM’.

O álbum chega depois de ‘Youngblood’, de 2018, e traz as faixas já lançadas ‘Wildflower’, ‘Easier’, ‘Teeth’, ‘No Shame’ e ‘Old Me’. O primeiro single, ‘Easier’, chegou a 12ª posição da Pop Songs Chart da Billboard e 48ª da Hot 100.

Ainda antes do lançamento, a 5SOS liberou remixes para relaxamento de quatro faixas no popular aplicativo de meditação Calm. O projeto traz cada integrante da banda reimaginando uma música diferente do novo álbum, em colaboração com o produtor Matt Pauling: o guitarrista Michael Clifford trabalhou na nova versão de ‘Easier’, Calum Hood em ‘Old Me’, o baterista Ashton Irwin em ‘Red Desert’ e o guitarrista Luke Hemmings em ‘Best Years’.

Ouça o ‘CALM’ na íntegra abaixo:

Fonte: Billboard
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

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03
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O quarto álbum de estúdio da 5 Seconds Of Summer será lançado na sexta-feira, 27 de março, mas a sua construção foi tudo menos “calma”.

Enquanto conversava com o ET Canada, o baterista Ashton Irwin contou como ele e seus colegas de banda – Luke Hemmings, Calum Hood e Michael Clifford – tiveram que mudar a forma como divulgariam seu novo álbum ‘CALM’ devido à pandemia de coronavírus.

“Tem sido tão estranho”, ele compartilha.

“Normalmente, nós estaríamos em aviões todos os dias neste momento, indo para o maior número possível de lugares e conversando com quanto mais pessoas nós pudêssemos, e obviamente tendo dezenas de interações humanas todos os dias para falar sobre o nosso disco, o que ele significa para a gente e basicamente convencermos essas pessoas de que elas vão gostar dele.”

“Foi uma mudança total. Eu acho que a única coisa positiva é que as pessoas estão dispostas a prestar mais atenção no que aparece em seus dispositivos do que o habitual.”

Embora a divulgação do álbum da banda tenha sido restritiva, o rapaz de 25 anos diz que criar este disco foi muito “libertador”.

“Na verdade, nós não pensamos analiticamente demais nele. Nós nos asseguramos nas nossas habilidades e dedicamos um tempo para aprimorar nossas composições”, diz ele.

“[O processo de produção] foi muito rápido e esperamos muito tempo para lança-lo, o que foi estranho porque quase imediatamente chegamos ao próximo disco.”

“Então, temos pensado no álbum número 5 há cerca de um ano.”

Mas, antes do quinto álbum, chega o quarto, que Irwin diz que traz o seu “pacote mais diversificado de músicas” até agora.

“Temos uma música chamada ‘Red Desert’ que é sobre seguir seus instintos e seus sentimentos em relação às coisas. É provavelmente uma das primeiras músicas que escrevemos como banda que meio que é ‘fora da caixa’ para nós”, explica ele.

“Existem outras músicas como ‘Wildflower’, que são faixas pop épicas, positivas e com um clima otimista, que eu também amo.”

Obviamente, Irwin mal pode esperar para estrear algumas das suas novas músicas no palco.

“Este álbum foi criado para a experiência ao vivo, por isso estamos ansiosos para quando as pessoas puderem fazer shows novamente.”

Com o álbum nº 5 já em andamento, o baterista diz que a 5 Seconds of Summer mal pode esperar para continuar progredindo seu som, dando aos fãs ainda mais músicas novas.

“Sempre quisemos ser uma banda que continua lançando discos o mais rápido possível. Acho que do jeito que o mundo está, poderemos lançar músicas com mais frequência nos próximos dois anos”, ele compartilha.

Fonte: ET Canada
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

26
03
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O álbum ‘CALM’ finalmente saiu e para ajudar na divulgação do novo disco da 5 Seconds of Summer, o 5SOS Brasil preparou um projeto chamado #StayCalm!

O projeto começa nesta sexta-feira, 27 de março, e vai até o dia 27 de abril. O título #StayCalm vem do nome do disco e também da necessidade de tentarmos manter a calma neste momento em que o mundo enfrenta a pandemia de Covid-19.

Para participar, basta colocar a tag na sua foto de perfil do Twitter clicando aqui.

Fazer parte das stream parties diárias utilizando sua plataforma de streaming preferida:

Dos jogos e promoções feitos em nosso Twitter e Instagram.

Você também pode utilizar a tag #StayCalm em suas postagens para fortalecer a campanha!

26
03
Arquivado em: Álbum , Calm , Notícias

Quando a 5 Seconds of Summer nomeou seu quarto álbum de estúdio, ‘CALM’, que será lançado na sexta-feira, a banda não fazia ideia do quanto essa qualidade seria necessária no mundo hoje.

“O título do álbum veio das primeiras letras de todos os nossos nomes”, diz o vocalista Luke Hemmings, 23, dos colegas de banda Calum Hood (baixo), Ashton Irwin (bateria) e Michael Clifford (guitarra). “E também é uma homenagem aos nossos fãs que nos deram esse apelido no início da banda. Eles usam esse acrônimo há muito tempo. Isso só resume [que] estamos um pouco mais velhos e um pouco mais sábios… Mas foi nomeado antes que isso acontecesse, obviamente.”

É claro que Hemmings está se referindo à crise do coronavírus que abalou o mundo – e que certamente mexeu em seus planos de lançamento de ‘CALM’, já que cada um dos discos anteriores da banda pop-rock australiana estreou em primeiro lugar no ranking de álbuns da Billboard. “Nós íamos viajar o mundo inteiro, fazer todo tipo de coisa [para divulgá-lo] e então, não pudemos”, diz ele. “Mas, honestamente, queríamos muito que o álbum saísse logo. Esperamos muito tempo para ele ser lançado.”

Enquanto Hemmings fica em casa em Los Angeles, ele se comunica com seus colegas de banda – que também vivem em LA – por meio do Zoom. E ele encontrou alguns pontos positivos em ter essa pausa nos planos do grupo. Sobre suas caminhadas diárias com sua namorada, Sierra Deaton, ele conta: “As pessoas têm mais tempo para dizer ‘olá’ ou sorrir. Em uma época tão tensa e incerta… todo mundo parece ser um pouco mais gentil.”

A banda fez uma parceria com o aplicativo Calm para lançar quatro remixes exclusivos de faixas do álbum – ‘Easier’, ‘Old Me’, ‘Red Desert’ e ‘Best Years’ – pensados para relaxar seus nervos. Hemmings diz que já era fã do aplicativo. “É uma ferramenta que eu uso para ajudar com minha própria saúde mental”, diz ele, pontuando que seus recursos favoritos são “as meditações passo a passo e outras coisas para dormir. As histórias para dormir do Matthew McConaughey são muito boas.”

Quanto à forma como ele se mantém calmo, Hemmings conta: “Eu tento me exercitar todos os dias, porque infelizmente isso está extremamente ligado à sua saúde mental. Digo ‘infelizmente’ por conta da minha preguiça.”

Fonte: New York Post
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

26
03
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A 5 Seconds of Summer está comemorando o lançamento do seu quarto álbum de estúdio, ‘CALM’, e embora eles não possam divulgar o álbum juntos fisicamente por conta do distanciamento social provocado pelo COVID-19, eles nunca estiveram tão próximos. Luke Hemmings contou para o Ryan Seacrest na quinta-feira, 26 de março, que eles estão conversando por chamada de vídeo e que o título do álbum ganhou um novo significado.

“[O disco] definitivamente ganhou um novo significado”, compartilhou Luke com Seacrest. “Obviamente, escolhemos o nome há alguns meses, mas ele definitivamente tem um novo peso com o que está acontecendo no mundo… Estou realmente feliz por lançá-lo, embora sejam tempos difíceis… música é o que as pessoas precisam agora.”

Luke, que está em quarentena com seu cachorro e sua namorada há duas semanas, explicou que o título do álbum é um acrônimo dos primeiros nomes dos integrantes da banda: Calum, Ashton, Luke, Michael.

“Foi daí que veio o nome e além disso, os nossos fãs nos chamavam assim”, acrescentou Luke. “Logo no início, os primeiros fãs da 5SOS nos chamavam assim, então é uma homenagem para eles e a palavra também resume onde estamos: [um] pouco mais seguros sobre nós mesmos e a banda.”

E a banda nunca esteve tão próxima.

“Eu definitivamente acho que [a quarentena] colocou as coisas em perspectiva e fez a banda perceber como somos bons amigos, para ser honesto”, acrescentou. “Pode parecer um pouco brega, mas eu realmente quero vê-los e sair com eles… É definitivamente estranho estar em casa e não com eles enquanto divulgamos um álbum.”

Ouça a entrevista completa no áudio acima para saber mais, inclusive para ouvir como Luke e sua namorada estão enquanto se isolam juntos e mudam de casa!

Fonte: On Air with Ryan Seacrest
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

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03
Arquivado em: Álbum , Calm , Notícias , Single , Wildflower

A banda australiana lançará seu mais novo álbum, ‘Calm’, na sexta-feira

A 5 Seconds of Summer lançou uma sonhadora nova faixa do seu quarto álbum, ‘Calm’, que sairá na sexta-feira: ‘Wildflower’! Eles co-compuseram a faixa com Rami Yacoub (que já trabalhou com nomes como Britney Spears e Ariana Grande).

‘Wildflower’ é a música com o som mais etéreo do próximo álbum – e traz clara lembrança ao synth-pop dos anos 80. Ela também tem a intenção de ter um significado aberto, de acordo com a banda; eles omitiram palavras-chave do refrão para que as pessoas possam adicionar o que lhes parecer melhor: “You’re the only one who makes/Every time we”, diz o trecho.

“Queríamos fazer o refrão num sentido de ‘escolha a sua própria aventura’, em que algumas palavras são deixadas de fora e depois acentuadas por essas grandes facadas de sintetizador”, explicou o baixista Calum Hood. “Isso permite que todos tenham a sua própria interpretação e preencham o que acham que essas frases perdidas podem ser.”

Antes do lançamento do ‘Calm’, a banda anunciou uma parceria com o aplicativo de bem-estar ‘Calm’. A partir da quinta-feira, ele trará remixes de quatro músicas do próximo disco, todas destinadas a ajudar durante a meditação e o relaxamento. Cada integrante da banda fez um dos remixes.

Fonte: Rolling Stone
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

25
03
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Desde maio do ano passado, a 5 Seconds of Summer tem lançando singles do seu quarto álbum de estúdio; o mais recente deles – uma faixa romântica chamada ‘Wildflower’ – antecipa o tão aguardado disco que sairá nesta sexta-feira.

O quinto single de ‘Calm’ (com lançamento previsto para o dia 27 de março pela Interscope), é construído em uma melodia característica dos anos 80, muito bem usada pelo quarteto australiano no passado. Há batidas de bateria marcantes, harmonia psicodélica e muito sintetizador.

O baixista-vocalista Calum Hood passeia pelos versos contando fatos românticos; já no refrão, ele deixa as coisas para a imaginação do ouvinte: “You’re the only one who makes me… Every time we….”

A nova faixa foi co-composta por Rami Yacoub e Geoff Warburton e produzida por Oscar Görres. Ela se junta às já lançadas ‘Easier’, ‘Teeth’, ‘No Shame’ e ‘Old Me’. Até agora, o single ‘Easier’ emergiu como o maior sucesso do disco, tendo alcançado o 12º lugar da parada de músicas pop da Billboard e o número #48 da Hot 100.

E o novo álbum não é o único projeto lançado pela 5SOS esta semana, ou o único envolvendo a palavra ‘Calm’. A banda também está preparando uma coleção de remixes de quatro faixas do disco, que devem ser liberados amanhã (26 de março) no popular aplicativo de meditação de mesmo nome (Sam Smith, Sabrina Carpenter e outros artistas também usaram o ‘Calm’ para compartilhar suas novas músicas recentemente).

O projeto traz cada integrante da banda reimaginando uma faixa diferente do novo álbum, em colaboração com o produtor Matt Pauling: o guitarrista Michael Clifford refez ‘Easier’, Hood refez ‘Old Me’, o baterista Ashton Irwin refez ‘Red Desert’ e o guitarrista Luke Hemmings refez ‘Best Years’.

Ouça ‘Wildflower’ abaixo, assista também o lyric video da faixa.

Fonte: Billboard
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima Equipe (5SOS Brasil)

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A 5 Seconds of Summer passou os últimos dois anos olhando para dentro para criar seu próximo álbum, ‘CALM’. Nove anos e quatro álbuns desde o início da sua carreira, esse se tornou um disco introspectivo que explora a leveza e a escuridão do processo de crescimento de jovens rapazes.

Essa auto-reflexão está encapsulada no próprio título do álbum, que é um acrônimo de seus nomes (Calum, Ashton, Luke e Michael). Ele também é uma homenagem aos fãs, que cresceram ao lado deles e há alguns anos usam “CALM” para se referir ao grupo.

Com essa meditação também vem o amadurecimento do som. Já ouvimos os garotos se aventurarem além de suas raízes pop-punk no ‘Youngblood’, de 2018, mas o ‘CALM’ leva essa experiência ainda mais longe. As 12 faixas são inspiradas nas batidas eletro-pop e nos ritmos industriais, que já pudemos ouvir nos singles ‘No Shame’, ‘Old Me’ e ‘Easier’.

Todo o disco foi criado também pensando nas apresentações ao vivo. Existe uma mistura saudável de faixas altamente energéticas – feitas para o mosh -, como ‘Teeth’, e músicas mais lentas como ‘Lover of Mine’, que certamente evocam um mar de braços balançando com lanternas de smartphones ligadas a cada show. Os garotos de Sydney devem voltar para casa, para a enorme “No Shame 2020 Tour”, em dezembro. Será sua primeira turnê australiana em quase dois anos, por isso não é surpresa que o anúncio tenha movimentado o Twitter e os forçado a adicionar um show extra no Sydney Opera House Forecourt devido à grande demanda.

No início deste ano, eles foram aclamados como uma das performances de destaque do festival beneficente ‘Fire Fight Australia’, algo importante, já que eles dividiram o palco com ícones como Queen e Alice Cooper.

Enquanto a banda esteve em Sydney, conversamos com três dos seus quatro integrantes (Calum teve que sair para outra entrevista) sobre conquistar sonhos no ‘Fire Fight Australia’, aprender a entender um ao outro no ‘CALM’ e a fase australiana da sua turnê.

Music Feeds: Como foi o ‘Fire Fight Australia’?

Michael Clifford: Foi ótimo! Sempre foi um sonho nosso tocar no ANZ Stadium e é o ponto mais alto para uma banda tocar no ANZ Stadium. Fazermos isso, vindo de onde viemos, foi honestamente um dos momentos mais especiais das nossas vidas. Ter a oportunidade de fazer algo bom ao mesmo tempo [ajudar a Austrália] foi incrível, no geral. Ver o Queen tocar e todos esses grandes artistas se unirem para algo ainda maior do que eles foi incrível. Foi uma ótima noite.

MF: Vocês pareciam estar se divertindo muito e foi muito legal porque o público era muito misturado. Haviam os típicos fãs da 5SOS lá e também um monte de mães e pais curtindo.

MC: Sim, eles estavam adorando!

Ashton Irwin: Isso é realmente bom para nós. É bom ter o público mais amplo possível à sua frente. Especialmente na Austrália, nunca tivemos essa oportunidade antes e eles tiveram cerca de 3 milhões de espectadores [pela TV], enquanto ter 70.000 pessoas à sua frente em nosso país é um alcance que nunca tivemos antes. Nós amamos esse show.

MF: Também foi a primeira vez que vocês tocaram ‘No Shame’ ao vivo?

Luke Hemmings: Sim (risos). Só um pouco de pressão.

MC: Tenho certeza que você não conseguiu perceber (risos).

LH: Quero dizer, obviamente nós ensaiamos… Na verdade, não. Nós não a ensaiamos. Nós apenas seguimos o fluxo (risos).

MC: Ah, sim. Eu só senti a música chegar até mim.

LH: (risos) Sim, na verdade nós a escrevemos no palco.

MF: O ‘CALM’ será lançado no mês que vem. Como vocês estão se sentindo agora que ele está quase chegando?

AI: Estamos empolgados!

LH: Nós sentimos que estamos cultivando-o há um tempo e ele ser finalizado e concretizado agora, é incrível.

AI: Além disso, obviamente as coisas serão bem diferentes este ano. Muita coisa mudou para nós. Olha só, claramente somos um trio agora (risos).

MC: Nós pensamos que o baixo nem é tão importante assim.

AI: E não é.

MC: Não é! Você nem consegue ouvir. Pergunte “como soa um baixo?” e a maioria das pessoas vai fazer ~encolhe os ombros~.

AI: A maioria das pessoas diz “eu não sei”.

LH: Ele mantém a batida? Não.

MF: Eu sinto que todo baixista está acostumado com isso, né? Eles esperam essa conversa inevitável assim que entram na banda.

AI: (risos) Sim. Com toda a honestidade, Calum é um dos melhores baixistas que já vi.

MC: Eu diria o melhor baixista de todos os tempos.

AI: Ele é tão sólido.

LH: Não, vocês estão com medo dele ler isso.

AI: (risos) Ah, sim. Isso vai surgir no Twitter dele.

MC: (risos) Nós amamos você, Cal. Se você estiver lendo isso, Calum do futuro.

MF: O título do álbum, é claro, é um acrônimo dos seus nomes…

AI: Sim, ‘CLAM’. Espera, o que seria isso sem o Calum? ‘LAM’.

LH: Sim, estamos lançando o ‘LAM’ (risos).

AI: ‘CALM’, o título do álbum, é um acrônimo usado pelos fãs e existe há alguns anos. Então, Calum, Ashton, Luke, Michael. Quatro letras, quarto álbum. Nós pensamos que seria apropriado.

MF: Então, o título é um pequeno aceno aos fãs?

AI: É sempre um aceno para os fãs, sim. Também pela primeira vez… Nós nunca quisemos colocar nossos rostos nas capas. Não sei porque. Nós simplesmente não gostamos. Mas, pela primeira vez na história, essa imagem em particular irradiava a história que o disco está contando.

MC: Eu acho que o mais importante para nós neste disco é que não apenas é um disco que fizemos para nós mesmos, mas também pensando nos fãs. Eu acho que nossos fãs vão realmente amar esse álbum. De todos os ângulos, queremos que eles saibam que esse material é para eles tanto quanto para nós.

MF: Você disse que o álbum conta a história da “vida de um jovem, para o bem ou para o mal”. É um álbum conceitual ou é autobiográfico?

AI: Eu acho que existem vários conceitos que são saturados pelo processo lírico. Definitivamente, houve uma abordagem diferente desta vez. Começamos a escrever há cerca de dois anos. Sempre parece que a primeira faixa que você escreve para o álbum é o primeiro passo e tem um efeito dominó em tudo o que você compõe depois. A primeira música que escrevemos foi ‘Red Desert’, e essa música fala sobre autoliberação, liberdade e aceitação de si mesmo, erros que foram cometidos ou dores ou o que quer que seja, aceitação como ser humano. Então isso meio que deu um passo conceitual inicial para o resto do álbum.

Gostamos de escrever sobre a maioridade, o que passamos e onde estamos no momento. Muito desse disco é nós nos entendendo e não agindo como “esquece isso, é muito difícil”. Realmente fizemos um esforço consciente de melhorar e entendermos uns aos outros como homens e não julgarmos as vidas uns dos outros. Precisávamos aceitar as vidas uns dos outros e sermos gentis com isso. É isso o que nos torna uma ótima banda.

MF: Quando ouvi ‘Red Desert’, uma das primeiras coisas que pensei foi que ela será ótima para apresentações ao vivo.

LH: Sim, essa é uma das outras coisas em que pensamos enquanto fazíamos este álbum. Tentamos, em todos os discos, lembrar que precisamos tocá-los ao vivo e que eles precisam ser traduzidos ao vivo. Nós realmente fizemos-a para a experiência ao vivo. Então você está certa, nós definitivamente tocaremos essa música com algumas grandes harmonias. Talvez até abriremos o show com ela.

MF: Sim! Considerem esse o meu pedido.

AI: Sim! Legal, considerado.

MF: Ah, quer dizer, eu estava esperando que vocês dissessem “sim, vamos tocar”.

LH: (risos) Bem, [escolher o setlist] é todo um processo e todos temos que votar.

MF: Calum nem está aqui, então eu posso o substituir.

LH: Isso é verdade. Ele perde o voto dele.

MC: Você pode pegar os 25% dele.

MF: No passado, vocês disseram que todos ficam mais envolvidos e experimentais com a composição de músicas a cada álbum. Então, como foi a experiência dessa vez?

AI: Sempre fomos o motor de composição principal por trás de todas as nossas músicas. Desta vez, muitas composições surgiram das nossas amizades, porque obviamente nos mudamos para os Estados Unidos há alguns anos e, nesse álbum, acabamos trabalhando com amigos. Eis que nossos amigos se tornaram muito bem-sucedidos ao longo dos anos. Muito mais bem-sucedidos que nós (risos). Então, ficamos meio “caramba!”.

Em particular, Andrew Watt. Costumávamos beber com ele, íamos ao bar e jogávamos conversa fora, mas acabamos nos conectando pela música. A carreira dele decolou e ele se tornou uma verdadeira força musical. Ele está indo muito bem. Então, acabamos trabalhando com amigos, que também são parceiros musicais incrivelmente talentosos. Falando sobre como nos tornamos esse grupo bem-sucedido na composição: foi usando nossas relações já existentes e confiando nesses relacionamentos, em vez de irmos para onde nos mandassem ou compor com quem indicassem.

MF: Deve ter sido ótimo ter ainda mais liberdade lírica neste disco, não? Eu acho da para perceber isso com a forma com a qual a narrativa das músicas flui.

AI: Eu amo os conceitos deste álbum. Parece mais alegre do que o anterior. Não sei se isso é verdade ou não, mas da nossa perspectiva ao escrever, parece que sim. Parte dele é triste, mas também acho que é mais amplo e precisávamos disso.

LH: Definitivamente, há uma leveza nele. Eu sinto que o último álbum foi bem pesado e sombrio. Enquanto este tem esse lado e o lado mais leve da vida, e segue ao invés de ficar preso em um lugar só. Você tem essa escuridão e também tem o avanço, a aceitação, o perdão e a ação de seguir em frente com a vida.

MF: Vocês experimentaram alguns sons novos e dá para ouvir a diferença já nos primeiros singles. Quais foram suas inspirações sonoras para o álbum?

AI: No que diz respeito às inspirações sonoras, sempre tentamos incorporar algo do que a banda toda está ouvindo, por isso é o disco mais genuíno e com mais influências do qual podemos falar. Estávamos ouvindo muita música industrial porque os ritmos são fantásticos para a escrita melódica e o processo melódico. Somos fãs de rock and roll, mas o lado rítmico do rock and roll normal não é muito bom para o pop moderno neste momento em particular. Então, mergulhamos em batidas e sons industriais e ficamos bastante inspirados por esses sons e seguimos essa ideia.

MF: Também deve ter sido muito divertido tocar esse som industrial na bateria.

AI: É! É pesado, mas também combina com a maneira como toco, com agressividade e peso, por isso se encaixa com a nossa banda.

MF: Essa técnica agressiva de tocar bateria chamou muita atenção no ‘Fire Fight’. Todo mundo estava amando a energia.

AI: Por isso comecei a tocar bateria. Foi muito importante para mim entender como estava me sentindo sobre as coisas. Mas também tem um lado atlético nisso; eu cresci nadando competitivamente e acabei tocando muito mais bateria e aprendi que isso trabalha resistência, constância e todas essas coisas. Então, eu amo tocar sets longos na bateria e a agressividade por trás de tocar rock.

MF: Vocês trarão a ‘No Shame 2020 Tour’ para a Austrália em dezembro. Como estão se sentindo sobre isso e o que podemos esperar dos shows?

MC: Estamos bastante empolgados. Não tocamos na Austrália no ano passado. Então, faz dois anos desde que fizemos shows aqui. Teremos um novo álbum quando voltarmos. Nós tocaremos todas as músicas novas deste álbum e provavelmente algumas antigas também.

MF: Eu sei que vocês disseram que tocar no ANZ Stadium foi especial, mas nesta turnê vocês tocarão em alguns locais bem icônicos, como o Sydney Opera House Forecourt. Isso é um sonho para vocês?

AI: Sim. O forecourt (pátio de entrada da Opera House)… quero dizer, se você pensar bem, grande parte do que fazemos passa pelo lado visual e fotográfico. Nós sempre nos esforçamos muito para capturar as memórias. Temos fotógrafos incríveis trabalhando conosco, Andy DeLuca e Ryan Fleming. Uma grande parte do nosso dia é gasto descobrindo como vamos registrá-lo, por isso, tocar em locais icônicos como o pátio da Sydney Opera House nos permitirá registrar algo impressionante para os nossos fãs estrangeiros e estamos ansiosos para isso.

Fonte: Music Feeds
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)





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