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No dia 5 de outubro, 5 Seconds of Summer anunciou que usariam o restante do ano para descansar. A notícia veio na véspera de seu último show em Sydney, após quase 10 meses de constante turnê. Para o 5SOS, anunciar uma pausa no último trimestre de 2016 fazia sentido. Dizendo que queriam um descanso, o vocalista Luke Hemmings, o baixista Calum Hood, o guitarrista Michael Clifford e o baterista Ashton Irwin poderiam se afastar de seus profissões e relaxar, mesmo que seja por pouco tempo.

Talvez, o mais chocante sobre o isso não é que tenha acontecido, mas quando aconteceu. Geralmente, eles nunca fazem nenhuma pausa, e sempre estão com um agenda incrivelmente exaustiva. Entre setembro e dezembro é quando as coisas ficam mais sossegadas para os meninos e eles planejam coisas diferentes, como a convenção anual de fãs – a Derp Con que ocorreu em Los Angeles em 2014 e a The New Broken Scene que ocorreu em Atlanta em 2015. No final de outubro do ano passado, a banda lançou Sounds Good Feels Good, após um longo período na estrada com a turnê do seu primeiro álbum. Em 2016, parecia que eles iam seguir o mesmo esquema que fizeram nos últimos dois anos. Após a turnê Sound Live Feels Live, muitos fãs esperavam algo por agora, em novembro de 2016. Parece que não teremos nada, mas há razão para acreditar que o álbum número três já está nos pensamentos dos meninos.

Para descobrir o que está acontecendo, o melhor é olhar o que ocorreu nos últimos 12 meses. Em 1 de fevereiro de 2016, apenas duas semanas antes do 5 Seconds of Summer embarcar em sua turnê mundial, Ashton Irwin postou um vídeo no Snapchat revelando que ele estava escrevendo uma música nova. Mais tarde, Michael Clifford e Calum Hood confirmaram com outro vídeo. Ao fundo do último Snap, ouvimos uma breve batida de bateria – uma cadência indistinguível. Um mês depois, alguns fãs muito espertos do 5 Seconds of Summer fizeram algumas escavações e encontraram músicas novas registradas com os nomes dos membros da banda em diferentes sites de publicação: uma dúzia de trilhas inéditas com diversas colaborações: desde Bonnie McKee, que colabora com a Katy Perry, ao produtor pop-punk/melhor amigo do 5SOS John Feldmann. No mesmo mês, imagens do Calum Hood no estúdio com Feldmann, DJ Steve Aoki e membros do Blink-182, Mark Hoppus e Travis Barker, vieram à tona. Em maio, Aoki revelou que produziu uma música com o 5SOS, dizendo a um entrevistador da Ásia Pop 40:

Cada história é diferente, mas neste caso, a história do 5SOS foi [que] eu estava no estúdio com eles. Trabalhamos juntos nessa idéia. Não é uma música do Steve Aoki, é uma música do 5 Seconds of Summer que estou colocando a minha produção. Então, eu peguei o que todos nós trabalhamos juntos, levei para o meu estúdio e adicionei alguns elementos eletrônicos para melhorar a sua produção.

O mudança para os sons experimentais e eletrônicos faria sentido para o 5 Seconds of Summer. A única faixa nova lançada esse ano veio com a trilha sonora de Ghostbusters, o hino “Girls Talk Boys”. A canção é notável por diversas razões: é uma das poucas músicas da trilha sonora que não é relacionada a trilha do filme original; mas, mais importante que isso, é muito diferente de qualquer coisa que o 5 Seconds of Summer já fez antes. Seu produtor, Ricky Reed, escreveu a canção com alguns compositores, incluindo Teddy Geiger (“For You I Will”). Quando o 5SOS ouviu a música, eles adoraram a “idéia diferente”. Reed disse a Billboard: “Eles ficaram um pouco assustados, vieram para o meu estúdio em Echo Park e gravaram aqui, e nós nos divertimos muito trabalhando nisso. Eles são meninos hilários e incríveis, além de muito talentosos”.

Isso nos diz que 5 Seconds of Summer está pronto pra mudança, algo que sabemos desde a sua entrevista para a Rolling Stone. Eles querem ser levados a sério como uma banda de rock, e isso significa reinvenção, pausas programadas e manter os fãs interessados, o máximo possível. A mudança para um ritmo com sons eletrônicos e tecnopop não é algo novo no pop-punk: pense em uma banda como o Fall Out Boy que teve a sua época emo (From Under the Cork Tree) até chegar no estilo mais rock (Save Rock and Roll e American Beauty/American Psycho).

Com certeza o 5 Seconds of Summer nos preparou para essa transição: a última música do álbum Sounds Good Feels Good; a faixa dupla “Outer Space/Carry On”. Ao fundo da música, ondas do mar gravadas no início da manhã em uma viagem de sessão de composição. Em quase todos os elementos, esta faixa é muito mais complexa que “She Looks So Perfect”, a música que alavancou a carreira da banda. Claro que esperamos que eles não abandonem o seu estilo completamente, mas esperamos que eles continuem desafiando os seus limites de como e onde eles estão estabelecidos como banda.

O recente sucesso de Twenty One Pilots – possivelmente, a maior banda de rock a emergir nos últimos dois anos – é um motivo adicional para o 5 Seconds of Summer forçar as fronteiras de gênero. Hip-hop, reggae e eletro compõem o som do Twenty One Pilots, que às vezes evita totalmente o uso da guitarra. Hits pop-rock que estão no top 10 do Hot 100 como “Shut Up and Dance” do Walk the Moon e “Cake by the Ocean” da banda DNCE têm como foco o sintetizador e as rotinas de danças. Portanto, há sim espaço no Top 40 para uma nova música do 5SOS, e um álbum também. Artistas experientes com carreiras que duram há décadas como Green Day, Bon Jovi e Blink-182, superaram o Billboard 200, assim como as bandas mais recentes como o Panic! At the Disco e The 1975. O 5 Seconds and Summer compartilha uma linhagem com ambos os campos; eles são profundamente influenciados pelo legado do pop-punk (Feldmann, seu colaborador freqüente, e que co-escreveu com o Blink-182 o hit California), enquanto a sua base de fãs adolescentes parece muito mais com as multidões que você veria em um show do Panic! ou do The 1975.

A fábrica 5SOS – a banda, os seus colaboradores e os seus fãs – tem muito a oferecer, e em 2017, pelo menos, a banda tem o potencial de produzir o seu melhor álbum e single. Eles ainda estão esperando seu primeiro single top 10 e se eles conseguirem compor um, conseguiriam realizar um álbum muito melhor que o dois anteriores. O 5SOS podem chegar lá? Aqui está a nossa esperança de que eles usem o seu tempo de descanso em 2016 sabiamente e passem 2017 refinando esse equilíbrio de pop e punk que já possuem até agora.

Fonte: Billboard
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

22
09
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Será que há um novo álbum do 5SOS em andamento? O quarteto australiano compartilhou detalhes sobre o terceiro álbum.

No próximo mês, os meninos celebrarão um ano desde o lançamento de Sounds Good Feels Good. Eles estão em turnê pelo mundo para promovê-lo.

“Esse ano tem sido incrível para nós; embora ainda não tenha terminado, estamos muito ansiosos para realizar uma nova turnê após descansarmos e criarmos um álbum novo,” explicou o guitarrista Michael Clifford, via Sugarscape. “Será uma oportunidade incrível para crescermos como pessoas e aprender mais sobre nós mesmos/o mundo.”

Isso explica bastante quais serão os planos dos meninos após terminarem a turnê Sounds Live Feels Live. Notavelmente, a turnê vai durar em seu total 8 meses; ela teve iniciou no Japão dia 19 de fevereiro.

Após realizaram a turnê em algumas partes da Ásia, a banda seguiu para a Europa. Parece que a “loucura” pelo 5SOS espalhou-se por todo o continente.

Então, Michael, juntamente com o vocalista Luke Hemmings, o baixista Calum Hood e o baterista Ashton Irwin, seguiram para a América do Norte para a terceira parte da turnê. Eles ainda precisam fazer mais dois shows no México e, finalmente, seguir para a Austrália, onde finalizarão a turnê.

Eles fizeram a turnê como forma de agradecimento aos fãs do mundo todo pelo sucesso do segundo álbum. Alguns dos sucessos que eles tocaram foram She’s Kinda Hot, Jet Black Heart e Hey Everybody.

Além do sucesso que tiveram com SGFG, eles também gravaram seus nomes na indústria da música ao escrever uma música para o filme Ghostbusters. A faixa foi nomeada Girls Talk Boys.

Enquanto isso, quem quiser presenciar os meninos agitando no palco, pode checar o calendário deles aqui. Fiquem de olho para mais novidades sobre o novo álbum do 5SOS.

Citação: Australia Network News
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

15
05
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Se você é que nem a gente, com certeza o álbum “Sounds Good Feels Good” do 5SOS tem sido a trilha sonora da sua vida pelos últimos sete meses. Ele é aquele típico álbum que SEMPRE é a sua escolha certa, não importa como você esteja se sentindo.

Bom, acontece que muitas outras pessoas compartilham desse mesmo sentimento, o que explica a grande quantidade de fãs que compraram o álbum. Foram tantas pessoas, que o álbum dos meninos ultrapassou a marca de um milhão de cópias vendidas. 1 MILHÃO.

Em comemoração a essa incrível notícia, o John Feldmann – produtor, músico e amigo da banda – postou em sua página do Instagram uma bela mensagem e que nos emocionou um pouquinho, não vamos negar.

Ele escreveu: “Isso é prova de que uma banda realmente funciona se ela se mantem verdadeira e se persegue mantendo os seus ideais. #soundsgoodfeelsgood @5sos é um álbum feito com instrumentos de verdade, tocados pelos próprios rapazes da banda.”

“Eu não poderia estar mais orgulhoso de fazer parte disso. 1 milhão de cópias vendidas. Eu amo vocês @michaelclifford @calumhood @ashtonirwin @lukehemmings e obrigado @mattpauling e @zakkcervini por terem contribuído com esse álbum. @alliesaurousrex”

Bom, agora precisamos de estraga-prazeres, cheesecake e fogos de artifício com extrema urgência. Essa é a oportunidade perfeita para fugirmos de nossas responsabilidades e realizar uma festa temática de SGFG. PERFEITO.

Fonte: Sugarscape
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

06
05
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Em uma nova entrevista com o Asia Pop 40, soubemos que eles estiveram em estúdio juntos. Nossos australianos favoritos estão indo para a música eletrônica?

No início deste ano, uma foto surgiu pelas redes sociais revelando que Calum Hood da 5 Seconds of Summer estava em estúdio com seu produtor/amigo de longa data John “Feldy” Feldmann, e Mark Hoppus e Travis Barker, do Blink-182. Um grupo estrelado de amigos, para dizer o mínimo. Também havia um cara que conseguiu se destacar entre eles… o produtor de música eletrônica/DJ, Steve Aoki.

Em uma nova entrevista com o Ásia POP 40 soubemos o que ele estava fazendo no estúdio com os nossos rapazes da 5SOS… e o que resultou dessa sessão. Veja acima.

Aoki diz ao entrevistador:

“Cada história é diferente, mas neste caso, a história com a 5SOS foi que eu estava em estúdio com eles. Nós trabalhamos juntos nesta ideia. Não é uma música do Steve Aoki, é uma da 5 Seconds of Summer em que estou colocando a minha produção… minha produção adicional. Eu peguei tudo o que nós trabalhamos juntos, trouxe para o meu laboratório, meu estúdio, e acrescentei alguns elementos eletrônicos para realçar a sua produção.”

Mal podemos esperar para ouvi-la!

Fonte: Fuse
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

01
04
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Novas músicas foram registradas… eles já estão trabalhando no álbum #3?

A 5 Seconds of Summer está atualmente aproveitando uma pausa, depois de terminar a parte asiática de sua segunda turnê mundial solo, que promove seu segundo álbum, “Sounds Good Feels Good”, e parece ser muito boa. Você já viu o setlist?

Continuando, parece que durante o tempo de inatividade que estão tendo, antes de irem para Europa realizar a próxima parte da turnê, os nossos rapazes australianos favoritos entraram em estúdio. Como muitas, muitas contas de fãs da 5SOS revelaram, eles registraram um monte de músicas novas no ASCAP.

Tipo, UM MONTE. Algumas parecem ser parcerias para projetos de outros artistas (não da 5SOS), e uma é apenas do baixista Calum Hood, sozinho. Seja o que for, estamos prontos para qualquer coisa que eles queiram nos dar.

Veja as faixas nos tweets abaixo.

Fonte: Fuse
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

04
03
Arquivado em: Álbum , Notícias

Quando a 5SOS lançou “Sounds Good Feels Good”, nós, e todos os outros seres vivos com os buracos dos ouvidos funcionamento, sabíamos que o álbum iria ser um absoluto sucesso em todo o mundo.

E pelo jeito, estávamos muito certos. Depois do álbum se tornar número #1 nas paradas britânicas e vender literalmente uma tonelada em todos os outros lugares, os meninos receberam a excelente notícia de que se tornaram Platina em Singapura.

Agradecendo aos fãs por comprarem mais de um milhão de cópias do álbum, Ashton disse: “E aí pessoal?! Isto é incrível. Nós nunca sonhamos que teríamos um disco sendo Platina aqui e isso é ótimo. Obrigado por apoiarem a nossa música e veremos vocês em breve.”

Assista ao vídeo abaixo para sentir o orgulho inchando fisicamente no seu coração:

PARABÉNS RAPAZES.

Fonte: Sugarscape
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

07
11
Arquivado em: Álbum

Classificação: 6 de 10
Data de lançamento: 23 de Outubro, 2015
Gravadora: Capitol

O argumento que 5 Seconds of Summer tem contra ser chamado de boy band – que, apesar de ser um legado excessivamente orgulhoso, é historicamente um termo que nenhum grupo de sucesso de jovens músicos do sexo masculino querem atribuído a eles – é, claro, que eles são uma banda de meninos real, tocando seus próprios instrumentos e (principalmente) escrevendo suas próprias músicas. Esse fato não faz necessariamente uma tonelada de diferenças na nomenclatura do grupo, já que a definição de “boy band” é escorregadia, e também já foi usada várias vezes para descrever vários grupos (Hanson, Jonas Brothers, até os Beatles algumas vezes) que se encaixam num perfil similar. Mas a marca do 5SOS de guitarra pesada, efervescência também conecta o quarteto a linhagem musical pop-punk pós-GreenDay.

A evidência está escrita no segundo álbum da banda, Sounds Good Feels Good, que carrega, pesadamente, as impressçoes digitais de dois guardiões da chama punk -TRL: Benji e Joel Madden, as forças co-criativas por trás da virada do século os super poderosos do rock alternativo, Good Charlotte. Os irmãos Madden co-escreveram as primeiras quatro faixas no Sounds Good junto com o resto do 5SOS, e como resultado, as faixas evocam fortemente aquele inicio até meados dos anos 2000, período de dominação punk: cativante, imaturo, grande e completamente resistente a ser levado muito a sério.

Ganchos abundam a cada esquina, ocasionalmente roubados do passado do pop – referenciando “Rhymin’ & Stealin’” no refrão de “Money”, desembolçando dinheiro suado para usar a melodia vocal de “Hungry Like the Wolf” em “Hey Everybody” – enquanto a banda se apóia em uma pessoa de vaga vadiagem, deixando a luxúria e a preguiça ignorar o bom sendo em “She’s Kinda Hot” e ameaçando um inespecífico controle geracional em “Permanent Vacation.”

A sua infecciosidade é inegável, e te faz lembrar que não demos o devido valor aos Maddens em sua época. Good Charlotte foi gravemente insultada por ser uma péssima banda punk, mas eles eram uma ótima banda pop, prevendo o maximalismo de Top 40 de 2010, com sons emocionalmente comprimidos caracterizando grandes refrões que fizeram lidar com os problemas da juventude suburbana, como um hino. (Dois de seus maiores sucessos tinham até “Anthem” (hino) no título.) É uma venda ainda mais difícil para Good Charlotte em seus 30 anos, mas 5SOS são ajudantes altamente lógicos. Seu próprio sucesso revelação “She Looks So Perfect” admiravelmente continua o mais divertido pop-punk para gritar junto da década, uma marca maior do que qualquer uma dos irmãos Madden nos números registrados, mas alimentado pelo mesmo amor por grandes guitarras e coros maiores.

Sounds Good não tem nada tão bom quanto “Perfect” nele – os detalhes líricos geralmente não são tão acentuados quanto “Your lipstick stain is a work of art”, e não tem nada tão inesperadamente arrebatador como o falsete “Would you wanna run away tooooo…?” – e depois das músicas dos Madden acabarem, a faísca, gradualmente, enfraquece ao longo de 14 faixas (e 17 na edição deluxe). Mas o album na sua maioria foge do melaço de “Amnesia” álbum de estréia – tecnicamente a maior hit do álbum auto entitulado – e continua, pelo menos, meio envolvente na maior parte do seu tempo de duração. Canções como “Jet Black Heart” e “Waste the Night” conseguem filtrar com êxito o balada de coração sangrando de “Amnesia” através da entrega panorâmica de “Perfect”, se não a melhorou. 5SOS acha a balança em seu som que parece certo para eles, e o título preciso Sounds Good Feels Good sugere que na verdade não tem aquele espaço tão grande entre a boy band e o ambiente pop-punk e provavelmente nunca teve.

Fonte: Spin
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

05
11
Arquivado em: Álbum

3 de 5 estrelas

Duas partes Green Day, uma parte One D, todo apelo de garotas adolescentes: 5SOS maior do que nunca.

A maior nova banda de rock no mundo não toca indie ou metal, e não tem nada a ver com Jack White ou The Black Keys (pelo menos, não ainda). Na verdade, é uma boy band. O quarteto australiano 5 Seconds of Summer explodiu ano passado com “She Looks So Perfect”, que o refrão chiclete “She looks so perfect standing there/In my American Apparel underwear”. 5SOS começou abrindo shows para o One Direction, que disputam em músicas chicletes e fofura, mas suas músicas são alimentadas por uma linhagem completamente diferente de napalm hormonal. Eles tocam guitarra, escrevem um pedaço decente de suas músicas e trabalham um som pop-punk que evoca mais Blink-182 do que o The Backstreet Boys.

A banda formada em 2011 em um colégio cristão perto de Sydney, onde a banda foi notada postando covers no YouTube e logo foram lançados no Top40. O lançamento do 5SOS em 2014 marchou para o verde-limão, GreenDay com uma espirrada de luz de emo aborrecido suburbano – como se cada música fosse expressivamente feita para ser trilha sonora de uma montagem de festa de formatura em um filme American Pie.

Seu segundo LP mostra seu conhecimento musical e ambição sem entrar no caminho do fato de serem sobrenaturalmente adorável. “Hey Everybody” vem letigiosamente próxima da melodia de “Hungry Like the Wolf”, do Duran Duran; “Permanent Vacation” apresenta Michael Cliforsd com a melhor impressão de Billy Joe Armstrong quando ele dispara reclamações sobre corporações “taking over the radio stations,” que é bem corajoso vindo de ua banda que a maior música é basicamente um anúncio para uma marca de roupa. O excelente momento da Power-balad é “Jet Black Heart”, quando Clifford faz um relatório assustador e emocional sobre o clima (“I’ve got a jet-black heart, and there’s a hurricane underneath it”) com uma melodia tão óbvia, que Hodor de Guerra dos Tronos pula no refrão.

Esses caras têm mais adolescentes femininas em seu público do que qualquer banda punk, o que significa que eles não podem fazer como muitas bandas antes deles e tratar o gênero oposto como uma raça de alienígenas nojentos. Tem uma generosidade verdadeira em “San Francisco”, um dedilhado sobre uma ficada que pode ter se tornado algo mais. A única vez que eles quebram essa regra é, infelizmente, com seu primeiro single “She’s Kinda Hot”, onde o cantor Luke Hemmings rosna de lamentação sobre uma namorada gata (legal!) que é um pouco chata (péssimo!). Isso meio que faz você querer pegar toda a banda e afogá-la na banheira. Mas esse é um momento raro. Geralmente, os meninos tem mais coragem que algumas bandas com o dobro da idade deles.

Fonte: Rolling Stone
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil





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