Arquivo da categoria: 'Turnês'
26
08

A banda australiana 5 Seconds of Summer em apresentação no Sprint Center sábado passado, 20 de agosto.

Luke Hemmings fez uma pergunta retórica durante o show de sábado a noite no Sprint Center: “Vocês gostam de gritar?”

Mais de 10 mil garotas e jovens adultos gritaram o mais alto que puderam ao proclamarem sua adoração pelo quarteto australiano, durante sua apresentação de uma hora e 45 minutos. O grupo tentou justificar a afeição de seus fãs fazendo diversas poses, que foram projetadas nos telões, enquanto apresentavam o seu repertório de músicas.

Apesar de fazerem parte da mesma empresa que cuidava do grupo One Direction, o 5 Seconds of Summer não se enquadra na categoria de boyband. Os membros tocam os seus próprios instrumentos e escrevem suas músicas. Embora sua base de fãs seja constituída em grande parte por adolescentes, a banda tem um som meio rock, ao estilo do Green Day.

O grupo faz uma turnê atrás da outra. Ash Irwin, 22, baterista e o membro mais velho da banda, desempenhou o papel de contador de histórias durante o show; ele comentou: “se contarmos as turnês que fizemos como banda de abertura, esse é o quarto ano seguido que fazemos show nessa arena.”

Mas o trabalho duro foi recompensado. Os membros do quarteto se revezam nos vocais e atingem um equilíbrio adequado entre a musicalidade desleixada e mecânica. As pessoas se renderam a batida de “Girls Talk Boys” e a divertida “Good Girls” foi excepcional. Entretanto, muitas das músicas tocadas foram medianas.

Os artistas de abertura, Hey Violet e Roy English, possuem um material musical superior. A banda Hey Violet trouxe um estilo vintage da banda Blondie durante a música “Brand New Moves”, além de evocar características da banda Weezer. O Roy English que, assim como Hey Violet, também é de Los Angeles, apresentou composições pop sofisticadas como a música “Cool”. Enquanto muitas pessoas cantaram junto as músicas deles, elas reservaram os gritos estridentes para o 5 Seconds of Summer.

Grande parte desses gritos ocorreram entre o final dos solos de guitarra em “Castaway” e antes de “Jet Black Heart” começar. Michael Clifford ficou parado no palco sob um holofote por mais de dois minutos. Os gritos dos fãs aumentavam a cada momento que passava.

O fato de que os fãs terem adorado mais o 5 Seconds of Summer quando eles não estavam tocando é algo desconcertante. A explosão arrebatadora que acompanhou o silêncio de Clifford demonstrou que os verdadeiros astros do show de sábado foram os membros incrivelmente energéticos da plateia.

Fonte: Kansas City Star
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

24
08

Rápidos comentários feitos por nós

Mesmo que a 5SOS tenha tido uma produtiva pausa de duas semanas de sua turnê Souns Live Feels Live, nós não vamos mentir sobre o fato de que nós estamos bem felizes que eles voltaram para os palcos, onde eles pertencem.

Não que nós estejamos planejando acorrenta-los em seus instrumentos para sempre, mas sim, nós talvez vamos considerar isso.

Felizmente, eles já estão de volta à estrada para lançar a parte 2 de sua turnê norte-americana, e nós decidimos que este é um bom momento para aposentar o nosso post épico dos 67 destaques da parte 1. Vamos todos começar de novo.

TULSA

1. Ashton passou um bom tempo varrendo o chão do palco com seu corpo.

2. Luke ensinou a multidão como contar. Útil.

3. Malum teve um momento que ecoará pela eternidade.

MARYLAND HEIGHTS

4. Ashton postou um vídeo de si mesmo escovando os dentes.

Digno de Oscar.

5. Luke teve a reação mais calma quando lhe foi dito que sua braguilha estava aberta.

6. Fomos quase abençoados com um cover da 5SOS do Flo Rida.

KANSAS CITY

7. Luke usou o Snapchat pela primeira vez.

Ok, na verdade não.

8. Calum fez as perguntas mais importantes da vida.

9. Ashton ficou duro na bateria.

Nós só queríamos postar essa foto.

10. E esta mensagem que encheu nossos corações de alegria.

Message from us. @5sos

Um vídeo publicado por アシュトン A S H T O N (@ashtonirwin) em

OMAHA

11. Calum revelou suas palhaçadas nos bastidores, e elas incluem pratos de salmão.

12. Calum usou calças rasgada, e sim, WOW.

13. E Michael encontrou as palavras certas para descrever Calum.

Michael: “Recebam, senhoras e senhores, a melhor coisa inventada desde o pão de forma…e essa coisa, meus amigos, é Calum Hood!”

Esse foi um segmento com muito Calum, mas não lamentamos nada.

Fonte: Sugarscape
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

21
08

Demorou muito tempo, mas a banda de rock 5 Seconds of Summer finalmente chegou para agradar sua base de fãs de St. Louis.

Os fãs com certeza se lembram da 5 Seconds of Summer ter sido anunciada como ato de abertura do One Direction para seu show no Edward Jones Dome, em 2014, mas a banda teve que desmarcar sua presença nesse show e em alguns outros, quando uma apresentação maior foi agendada.

A banda não havia marcado sua volta até agora, quando fez uma apresentação solo na sexta à noite no Hollywood Casino Amphitheatre. Foi um show que mostrou não só que coisas boas vêm para aqueles que esperam, mas às vezes coisas maiores também.

Fotos do show: veja a banda e os fãs

Bem, talvez não tão maiores, na verdade – o show foi assistido por 8.500 fãs, o que mostra que a janela de popularidade da banda está se fechando. É possível que o show tenha acontecido um ou dois anos tarde demais [talvez se tivesse ocorrido antes, haveria mais público].

Mas o que faltou de números na parada da “Sounds Live Feels Live” em St. Louis, sobrou no som dos gritos entorpecentes que emanaram do que parecia ser uma multidão quase só de mulheres.

Os gritos foram quase como se cada fã estivesse tentando compensar por todos os fãs que não estavam lá.

Comercializada incansavelmente como mais uma boy band (por exemplo, One Direction, New Kids on the Block, Backstreet Boys), a 5 Seconds of Summer é realmente mais uma banda propriamente dita da Austrália do que uma boy band, cuja idades jovens (20-22 anos), a fizeram ser colocada nessa determinada categoria, querendo eles estar lá ou não.

Durante o show de sexta-feira, a banda usou poucos dos efeitos que se esperariam na apresentação de uma banda pop importante – não há palcos com partes móveis, passarelas que vão até a platéia, lasers, pirotecnia ou confete. Os integrantes da banda confiam totalmente em suas próprias habilidades para realizar o show.

Abrindo com “Hey Everybody!”, do segundo álbum da banda, “Sounds Good Feels Good”, o grupo trabalhou diligentemente em mostrar o que realmente é (e não é): uma jovem banda pop-punk poderosa, que parecia se levar a sério o suficiente.

Mas músicas como “Money”, “Vapor”, “Waste the Night”, “Disconnected”, “Castaway” e “Long Way Home”, revelaram que não há realmente nada de especial em Luke Hemmings (vocais, guitarra), Michael Clifford (guitarra e vocal), Calum Hood (baixo, vocais) e Ashton Irwin (bateria e vocal). Por outro lado, não há nada a criticar neles também. E esse meio-termo não é um lugar muito excitante para se estar.

Mesmo sendo eficiente no que faz, a banda também é bastante redundante, como “Good Girls”, “End Up Here” e “Permanent Vacation” provaram durante o show de 90 minutos.

Algo que a banda tende a repetir durante o show é a sua tendência de exagerar ao se comunicar com os fãs.

Vamos deixa-los se salvarem dessa por dizerem que queriam dar aos fãs a melhor noite de suas vidas. Essa é a atitude certa a se tomar no palco.

Mas acrescentar que queriam fazer o show ser o melhor da história e perguntar aos fãs se eles estavam esperando por esse show durante toda as suas vidas é demais para qualquer padrão.

O cover de “What I Like About You”, do The Romantics, bem como as músicas originais “She’s Kinda Hot” e “She Looks So Perfect” fecharam o set modesto.

Hey Violet, cujo novo EP se chama “Brand New Moves”, juntamente com o cantor de “Cool”, Roy English, cujo EP se chama “I’m Not Here Pt. 1”, abriram o show.

Fonte: St. Louis Today
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

21
08

De uma forma boa e não violenta

Com a 5SOS aproveitando uma folga entre as etapas da turnê “Sounds Live Feels Live” na América do Norte, ficamos incapazes de adicionar mais pontos aleatórios ao nosso resumo de todas as partes imperdíveis dos seus shows.

Bem, apesar de terem jogado a 5SOSRadio em nós do nada, os caras estavam bastante descansados ao voltarem aos palcos em Tulsa, e chutarem o traseiro musical. Assim, no espírito do nosso já épico masterpost, essas são as melhores partes do show.

1. Luke ensinou a multidão a contar.

2. Michael usou sua magia na guitarra.

3. Malum teve um momento digno de nota.

4. Michael fez esse discurso emocionante.

5. Ashton se envolveu fortemente com o palco.

6. E até o local do show em si foi enfeitiçado pelo show.

Bem-vindos de volta, rapazes.

Nós não estamos muito orgulhosos em dizer que sentimos a sua falta.

Fonte: Sugarscape
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

28
07

Depois de meses de pavor, Miriam O’Callaghan se encontra em Verona, curtindo os ídolos de sua filha

Os padrinhos da minha filha deram a ela ingressos para ver sua banda favorita em sua cidade favorita: 5SOS, a banda australiana de pop punk, 5 Seconds of Summer – Michael, Ashton, Calum e Luke. Verona, aí vamos nós.

Naquele dia, os ocupantes antigos da cidade, os Romanos, Ostrogodos, Lombardos, Venezianos, Habsburgos e Dois cavelheiros de Shakespeare não tinham nada a ver com os 15,000 jovens andando pelas ruas de mármore rosa com camisas xadrez de flanela amarrada em suas cinturas, olhos prontos para rivalizar com os de Alice Cooper e cabelos nas cores vermelho elétrico, violeta, azul, rosa, roxo e verde.

O monte de jovens se juntou nas margens do Adige vindos de toda, de toda a Europa – até da Inglaterra – para ver os meninos se apresentando com a turnê mundial “Sounds Live, Feels Live”.

Para essa mãe, soa como 1,000 concordes decolando e pousando em uníssono. Em um dedal. Parece o céu. Especialmente depois de meses temendo isso as escondidas.

Mas esse é o final. Primeiro, nós temos nosso plano. A varanda da Julieta, seu túmulo, San Zeno, uma ponte de pedra, uma rápida corrida para a Arena di Verona, para sabermos onde ela fica. Então, um bom, longo almoço. Nós estamos famintas, até se o burro tivesse visto o menu da noite anterior, ele saberia que ele estava particularmente perturbador para uma menina se recusando a comer qualquer coisa com uma cara. O show é as oito. Nós vamos para a fila as quatro. Bom e cedo.

A pitada de Julieta? Confere. Esquece o resto [dos planos]. Porque às 11 da manhã já havia um laço de arco-íris de juventude e beleza traçando a arena. São os abençoados com ingressos para a passagem de som, nós perguntamos? Não. São os fãs dos lugares não numerados, essa é a resposta. Somos nós. Ela fica pálida, engole. “Corre”, ela diz. Nós corremos. Todo o caminho para o laço desfeito, final molhado. Com nove encharcadas horas a frente.

Ela está mortificada. Em um show. Com sua mãe. Era isso ou nada. Mas tem outros pais espalhados ao longo da fila, torres Martello contra a invasão Napoleônica. Mesmo se o exército patrulhasse a fila teria Daesh em suas mentes. Ao longo das horas, comida é trazida, as meninas na frente fazem seu dever de casa de grego, outros estudam para uma prova de física, músicas são cantadas, fãs andam pela fila com folhas A4 para vários projetos de fãs, números são trocados, amigos são feitos.

Nós pais, olhamos uns para os outros: “Não somos eejits, com certeza é uma bela multidão, não é enorme?” Até que o esmagamento começa e encontramos nosso propósito [a fila começou a andar]. Sussurros de “sai daqui” se tornam urgentes pedidos de “mãe, não me perde”. Até parece. As meninas estão apavoradas. Em alemão, espanhol, italiano, inglês, eles se importam uns com os outros, dão as mãos pelas filas. É perigoso, sufocante.

Até que entramos. Tipo Jin Snow tomando ar na pilha de corpos da batalha. E a arena está branca, brilhando; Don Broco está tocando, as meninas estão de pé dançando, cantando. Então, a noite chega, os meninos aparecem. E na estação espacial internacional, Tim Peak vê, ouve e sente a arena estufar e explodir em amor, luz e ansiedade.

E que garotos legais os meninos da 5SOS são! Um crédito para eles, seus empresários, suas famílias. Generosos, alegres, respeitosos, engajados, totalmente presentes para suas fãs tremendo, chorando, cantando e gritando. Eles tocaram 20 músicas – “Outer Space”, “Jet Black Heart”, “Amnesia”, “Disconnected”, “Beside You”, “Catch Fire”, “Waste the Night”, “Permanent Vacation”, injetando pura alegria nas veias dos fãs.

O público grita “Nós te amamos” e Luke diz, “Nós também amamos vocês”, 15,000 corações adolescentes derretem, superando passos de 2,000 anos de idade.

Esse é o fandom do 5SOS. A emoção adolescente de romance total, com risco zero. “Quem você prefere?” eu pergunto a minha filha. “Não seja idiota. Como eu poderia escolher?”

E então acaba. Depois do “Vi amo” do Calum, nós esquecemos de comprar ‘merch’. Embora ela tenha sua pulseira de couro que comprou na fila. Na lousa em seu quarto, a contagem regressiva é substituída por duas palavras. Obrigada 5SOS. Obrigada, também, da mãe dela. Como vocês diriam “You’re alright, though”.

Fonte: Independent
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

28
07

Abrindo com a faixa de seu segundo álbum, “Sounds Good, Feels Good”, e fechando que o seu hit “She Looks So Perfect”, a banda australiana 5 Seconds of Summer derreteu os corações de quase 20,000 fãs, sábado a noite.

Com seu primeiro show solo em Nashville, Tennessee na Bidgestone Arena, a presença de palco enérgica do 5 Seconds of Summer manteve a galera de pé por duas horas de show, tocando várias das favoritas do público.

De acordo com o guitarrista, Michael Clifford, era importante que todo fã tivesse “a melhor noite de sua vidas” antes de deixar a arena. No meio do show, Clifford manteve a multidão gritando por quase cinco minutos antes de cantar a favorita do público “Jet Black Hear”, a fim de mergulhar verdadeiramente no momento.

Perto do fim do show, a banda surpreendeu o público tocando seu recém-lançado single, “Girls Talk Boys”, que está no álbum e filme do novo “Ghostbusters”.

“Eu fiquei tão surpresa que tanta gente sabia a letra de “Girls Talk Boys” já que a música saiu, tipo, dois dias atrás”, disse Anna Felippo, uma participante do show.

5 Seconds of Summer provou que não se encaixa na categoria “boy band”. A banda não só escreve as próprias músicas e toca seus próprios instrumentos, como mostra claramente amor e adoração por seus fãs. Através de suas humildes personalidades e som pop punk, há um nível de autenticidade neles que é difícil descrever, mas deixa os fãs querendo mais.

Fonte: Tennessee Journalist
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

26
07

5 Seconds of Summer tem um pouco de problema de identidade.

Por um lado, eles são uma jovem banda de rock ‘n’ roll muito boa, como evidenciado por seu show na quarta a noite no Jacksonville Veterans Memorial Arena. Guitarras crunchy, grandes refrões com “whoa-oh-ph” e quatro rapazes que podem cantar.

Por outro lado, eles são comercializados como um tipo de boy band, um rótulo em que claramente não se encaixam. Não houveram harmonias afiadas e baladas românticas ou danças coreografadas em lugar nenhum no show de quarta.

Mas se é isso que é preciso para lotar uma arena de fãs adolescentes gritando, não tem nada de errado com isso. Pode ser a imagem que traz os fãs, mas 5SOS (como as fãs os conhecem) pode fazer bem. Foi provavelmente o primeiro show para várias das garotas na multidão – e o publico era praticamente exclusivamente de garotas e pais – bem, eles poderiam fazer muito pior.

“O tipo de show que nós fazemos é uma que não tem muito BS ao redor,” o guitarrista Michael Clifford diz do palco. “Nós tentamos trazer todo mundo aqui para terem a melhor noite de suas vidas. Esse é nosso trabalho.”

Essa é uma atitude muito admirável para uma banda onde o membro mais velho tem 22 anos. Não é uma banda que foi montada por um reality show de TV – os quatro australianos se juntaram por eles mesmos e muito claramente passaram mais tempo na garagem do que em um estúdio de dança. O show não tinha dançarinos ou músicos nas sombras fazendo o trabalho de verdade, sem palco se movendo ou armas de confetti.

A banda toca uma marca bem genérica de pop-punk, mas toca com grande entusiasmo, e aquela energia é jogada de volta para eles pelos fãs, cujos gritos na noite de quarta abafavam a música. Há alguns chops alí – Clifford e o vocal/guitarrista, Luke Hemmings, trocaram lambidas de guitarra de lados opostos do palco em “Castaway” foi tão sólida quanto podia, e Clifford parou “Jet Black Heart” e de pé, silenciosamente ao microfone, enquanto o nível de animação do publico construía o auge, que foi algo que você esperaria de uma banda com muito mais experiência (mesmo se ele tivesse deixado o toque continuar por mais tempo).

As bandas de abertura também merecem destaque. A primeira banda, Hey Violet, subiu ao palco às 19:15h – 15 minutos antes da hora estipulada nos ingressos. Eles foram em divertidos e apresentavam três mulheres – vocalista, baterista e tecladista – mais dois rapazes. A tecladista Miranda Miller tirou um momento para dizer que ela é de Jacksonville (mas a banda é de Los Angeles).

Particularmente impressionante com um cover de “Don’t Let Me Down”, de Chainsmokers.

A outra banda de abertura foi um quarteto japonês, One OK Rock, que tocou sem parar pelos 25 minutos inteiros exceto por uma música que poderia ter soado correta em casa em um país de estações de rádio.

Ao todo, um show que te dá fé no futuro do rock ‘n’ roll.

Fonte: Jacksonville
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil

26
07

O show da banda pop-punk em Charlotte fez toda a multidão querer gritar

Meu otorrinolaringologista: “Bom dia, Sr. Janes. Qual é o problema hoje?”

Eu: “PERDÃO?”

Meu otorrinolaringologista: “Eu disse, BOM DIA, QUAL É O PROBLEMA?”

Eu: “Oops, desculpa. Eu, uh… bem, eu fui ao show do 5 Seconds of Summer no PNC Music Pavilion na segunda a noite sem tampões de ouvido e, desde então, meu-”

Meu otorrinolaringologista: “Pera, 5 Seconds o que?”

Eu: “5 Seconds of Summer. Você em filhas adolescents?”

Meu otorrinolaringologista: “filhos.”

Eu: “Ah. Então, é, não tem motivos para que você os conhecesse. Mas então, essa banda pop-punk australiana que consiste nesses quatro rapazes de 20 anos – ou, ok, três de 20 anos e um de 22, o que deve causar alguns momentos bem estranhos quando eles estão tentando decidir planos para after parties nos shows aqui nos EUA, mas eu discordo. De qualquer forma, eles não são músicos particularmente notáveis, exceto pelo de 22 anos, que é na verdade um baterista bom o suficiente, que você fica meio que ‘O que você está fazendo em uma boy band?’ Ah, mas não deixa eles te pegarem os chamando de boyband, porque-”

Meu otorrinolaringologista: “Sr. Janes! Eu peço desculpas por interrompê-lo, mas enquanto essas são coisas fascinantes, eu infelizmente, tenho outros pacientes esperando para me ver, só me diz qual é o seu problema, por favor”.

Eu: “PERDÃO?”

Meu otorrinolaringologista: “POR QUE VOCÊ ESTÁ AQUI?”.

Eu: “Certo. Desculpa, quero dizer, você devia ouvir essas garotas”.

Meu otorrinolaringologista: “Eu pensei que você tivesse dito que eram quatro rapazes”

Eu: “Sim, na banda são quarto rapazes. Mas eu estou falando do público que veio vê-los tocar: as 14,000 jovens que passaram uma hora e meia gritando como se estivessem em uma audição para o próximo filme de terror do James Wan. Quero dizer, essas meninas estavam usando particamente qualquer coisa como desculpa pra fazer barulho. Nas primeiras batidas e barras de qualquer música hit, de “Hey Everybody!” no começo até “She Looks So Perfect” no final? Gritos em massa. O vocalista, Luke Hemmings e o guitarrista, Michael Clifford fazendo piadas PG-13 sobre o calor sufocante de Charlotte e humidade? MUITOS gritos de aprovação. O baterista, Ashton Irwin, de 22 anos, disse –sem consentimento de alguém em particular- “ Se você tem idade o suficiente, por favor, me traga uma cerveja; seria incrível” e os fãs ficaram absolutamente bananas. Eu acho que o baixista, Calum Hood poderia ter passado gás em seu microfone e ainda assim seria tratado como herói”.

Meu otorrinolaringologista: “Um, isso é indecente, sir.”

Eu: “OI?”

Meu otorrinolaringologista: “INDECENTE. Isso é meio indecente”.

Eu: “Oh, sério? Você quer ouvir as indecências? Olha isso: Em algum momento, esse cara, Michael Clifford, só ficou parado lá no palco com sua guitarra. E não fez nada. Por QUATRO MINUTOS.”

Meu otorrinolaringologista: “Pera. Sério? Tiveram pessoas tipo, ‘Ei, o que tem de errado com você? E também, cadê os outros três caras?’”

Eu: “É o que se pensaria! Certo?? Mas não. Essas pessoas estavam, tipo, gritando como loucas. E eram gritos de alegrita. Cada vez que o barulho ensurdecedor ia começar a diminuir, ele mudaria calmamente sua expressão e seu peso… e ficava ainda mais alto. Foi 50 vezes mais assustador do que qualquer episódio de ‘Twilight Zone’.”

Meu otorrinolaringologista: “Como acabou?”

Eu: “Eventualmente, eles tocaram outro de seus grandes hits, ‘Jet Black Heart’ – o que causou ainda mais gritos.”

Meu otorrinolaringologista: “Jesus. Bem, ok, então quão ruim eles são?”

Eu: “Quero dizer, eles não tem uma tremenda quantidade de carisma e muitas de suas músicas parecem a mesma. Mas como eu disse, o baterista é bom, e -”

Meu otorrinolaringologista: “Não, não, não. Seus ouvidos.”

Eu: “HUH?”

Meu otorrinolaringologista: “SEUS OUVIDOS. QUÃO RUIM?”

Eu: “Ahh. Bem ruim, Vamos botar dessa forma: Eu espero que eu não tenha que cobrir um show do Justin Bieber tão cedo…”

Fonte: Charlotte Observer
Tradução/Adaptação: Equipe 5SOS Brasil





Atualizações da galeria
Apoio