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Se há uma época apropriada para um álbum chamado ‘CALM’ ser lançado, ela é agora – e felizmente a 5 Seconds of Summer é a banda que fez isso.

Após o sucesso do single ‘Youngblood’ no verão de 2018, o grupo realizou a enorme turnê ‘Meet You There’ e formulou sua próxima era artística. Liderada pelo lançamento do single ‘Easier’ em 2019, a nova direção seguida pela banda pareceu ser tão cinética quanto os lançamentos de seus álbuns anteriores, incluindo seu álbum auto-intitulado de estréia e ‘Sounds Good Feels Good’. O videoclipe da primeira música de trabalho do novo disco é cheio de suor e mistério, e traz seus integrantes com riffs de guitarra e água – literalmente – até o pescoço. ‘Easier’ pode não ter sido tão próxima de um hino quanto as músicas que deram início a 5 Seconds of Summer, como ‘Good Girls’ ou ‘She Looks so Perfect’, mas provocou os fãs de uma maneira totalmente nova, uma forma pós-boyband.

O segundo single lançado, ‘Teeth’, virou de cabeça pra baixo as posturas tão ‘geladas quanto gelo’ mostradas pelos membros da banda em ‘Easier’; liderada por gritos bem colocados, linhas de baixo agitadas e apoiada em uma bateria bem marcada em toda a sua extensão, ela foi um alarme abrasivo para os fãs da banda se prepararem para a virada trazida pelo seu novo material.

Agora, com seu mais recente álbum ‘CALM’ oficialmente lançado e estreando como número #1 no Reino Unido, a banda está pronta para apresentar aos fãs um novo catálogo cheio de energia. Faixas como ‘Wildflower’ e ‘Not in The Same Way’ se destacam como músicas habilmente escritas que representam os altos e baixos do amor para uma geração lutando por formas de mostrar afeto de verdade. Claramente, nem todas as músicas são tão abrasivas e agitadas quanto ‘Teeth’; ‘Old Me’ ocupa o banco da frente no grupo de faixas de fácil escuta e importante reflexão. O ‘CALM’ é um álbum pouco preocupado em ser apenas uma coisa, e mais preocupado em mostrar as diversas habilidades sonoras e de composição da banda.

‘CALM’ da 5 Seconds of Summer acaba não sendo tão calmo. Ele é tenso, mas sucinto: combina riffs de guitarra sujos, vocais secos, linhas de baixo borbulhantes e letras apaixonadas. É um álbum tão “calmo” quanto a vida pode ser.

Leia a entrevista completa da PAPER com o vocalista da 5 Seconds of Summer, Luke Hemmings, abaixo, onde ele desconstrói o ‘CALM’ e fala sobre como foi produzir as suas faixas.

Hoje tive a chance de sentar e digerir o ‘CALM’ tranquilamente, foi tão bom. Eu tenho todo o tempo do mundo para ouvir as músicas de todo mundo, é incrível.

É quase como se você tivesse tempo demais.

Eu cobri o lançamento de ‘Easier’ no início do ano passado e, por isso, tem sido interessante ver como o ‘CALM’ se desenvolveu deste então. Ele é ‘O ÁLBUM’.

Muito obrigado. Nós lançamos ‘Easier’ há um bom tempo, hein? Saíram um monte de outras músicas desde então.

Sim, ele abriu a era.

É estranho lançar o álbum sem ter o resto da banda na mesma sala e não estarmos viajando pelo mundo juntos, mas também é algo bom. Assim como você, eu consigo digerir esse lançamento de uma maneira muito diferente do que como foi com os outros álbuns. Obviamente, o que está acontecendo é terrível, e não é um bom momento para o mundo em si, mas, ao mesmo tempo, tenho o privilégio de estar em casa e lançar o disco. Ser capaz de absorver tudo e fazer as coisas de uma maneira diferente e ver os pontos positivos nisso tudo.

Parece um ambiente mais controlado? Tipo, você consegue observar as reações dos fãs nas mídias sociais e ainda pode interagir com os outros membros da banda online ou via mensagens de texto? É um pouco mais tranquilo?

É mais tranquilo quase de uma maneira ‘quieta até demais’. Nossas turnês promocionais são bastante pesadas, nós estamos em todos os lugares, o tempo todo, fazendo um monte de coisas. Temos sorte de poder fazer essas coisas. Mas tem sido bom, como você disse, [agora] fazemos um monte de coisas de casa e pensamos no que os fãs gostam. ‘Eles gostam disso?’ E então, conversamos com nossa equipe e a banda no FaceTime ou no Zoom ou o que quer que seja, e pensamos fora da caixa. Embora todo álbum seja lançado para os fãs, parece que dessa vez o foco está mais neles do que nunca.

E o álbum é intitulado ‘CALM’. É quase como uma indicação para que todos fiquem calmos neste momento. É meio estranho como tudo se alinha.

Sim, é meio estranho. Essa é definitivamente uma das formas de olhar para isso.

‘Easier’ foi o projeto que levou à exploração e construção dos temas que moldaram o resto do ‘CALM’?

Bem, existem dois lados, mas no lado da escrita, obviamente, todas as músicas que escrevemos têm um impacto na linha que decidimos seguir. Eu acho que ‘Easier’ foi uma das primeiras faixas [produzidas], mas músicas como ‘Red Desert’, para mim pessoalmente como compositor, moldaram o álbum na parte criativa. Pensando no lançamento, acho que ‘Easier’ e ‘Teeth’ são bastante sombrias, elas representam um lado mais sombrio do álbum. Quando chegamos a ‘No Shame’, senti como se houvesse um lado mais leve e mais completo nessa música, quase como uma vibração irônica. Acho que essa sensação cresceu com ‘Old Me’ e tudo se tornou mais reflexivo, então veio ‘Wildflower’ – que é muito vibrante, o total oposto de músicas como ‘Teeth’; é assim que eu pensaria ao ouvir o álbum.

Entendi.

Eu acho que ‘Easier’ obviamente molda o disco, porque *é* a primeira música [lançada]. Na verdade, nunca lançamos um álbum em que 40% das músicas saíram antes do lançamento do disco. É o que muitas pessoas estão fazendo no momento para fins de streaming e outras coisas. Tem sido realmente, por muitas razões, um lançamento interessante.

Você até já remixou uma música – ‘Best Years’ – para o aplicativo Calm. Eu imagino que ela seja uma das faixas que também moldaram o álbum.

Eu amo essa música. Eu acho que é a mesma coisa. Este álbum tem um lado mais leve e esperançoso, que eu realmente adoro. Acho que estávamos muito sombrios no terceiro álbum e até no segundo, suponho, há muitos momentos sombrios nele. Eu acho que este tem isso. Ele tem esse tom. Não que eu esteja nos comparando com *o* cara, mas existe uma vibração meio Johnny Cash em muitas músicas. Mas também tem essa esperança no final, e acho que ‘Best Years’ é um bom exemplo disso. Eu não sei se é o momento pelo qual estávamos passando [nos outros discos], ou se estávamos com medo, ou achamos que deveríamos ser um pouco mais sombrios – mas esse álbum, ele foi construído de uma forma mais livre. Eu acho que ‘Best Years’ não teria sido uma música certa para o último álbum ou o álbum anterior. Ela foi escrita apenas com um violão e em grande parte do processo éramos apenas eu e Ryan Tedder em uma sala. Ela é um bilhete de amor muito bonito. Ela é quase como uma promessa em uma música: mostre amor.

Uma das diferenças que coloco entre o ‘CALM’ e os álbuns anteriores é que este é mais um álbum para curtir tranquilo. Eu não me levantaria e dançaria o ouvindo, mas eu poderia acompanhar o ritmo das músicas e curtir. Isso é difícil de conseguir com um disco pop.

Algumas das faixas deste álbum gravamos ao vivo como uma banda e, em seguida, escrevemos a música por cima da base, o que explicaria um pouco da sensação de ‘jam’.

Quais?

‘No Shame’, com certeza.

‘Not In The Same Way’ também foi assim?

Ela veio de uma linha de baixo e uma sessão mais descontraída; ‘Teeth’ também surgiu assim, uma sessão tocando sem pretensão e uma linha de baixo, e ‘Lover of Mine’ foi composta em casa. Não tem um padrão. Mas definitivamente teve mais a alma da banda, se isso faz sentido.

Quando eu penso nos álbuns anteriores da banda, parte das letras deles têm esses ‘hinos’ que se destacam e ficam presos na nossa cabeça. Enquanto neste álbum eu diria que a instrumentação é o que mais se destaca, é o que fixa nos nossos ouvidos.

É estranho, agora que você está falando sobre isso, estou aprendendo mais sobre o álbum. Algumas coisas acontecem mas você não pensa sobre elas. Mesmo pensando no disco agora: ele está dividido entre ‘jam’ – eu odeio a palavra ‘jam’, mas é a única que existe para isso – e músicas feitas de forma acústica com a letra sendo escrita depois.

Você se lembra da primeira faixa que vocês se reuniram para escrever para o ‘CALM’?

Eu achava que havia sido ‘Red Desert’, mas acho que ‘High’ foi a primeira faixa escrita para o álbum, o que meio que deu um tom para as composições dele. Então, quando escrevemos ‘Red Desert’ sozinhos, como uma banda, nós entendemos o que queríamos fazer não só liricamente, mas também sonoramente com esses grandes vocais. Isso meio que abriu caminho para outras músicas como ‘Wildflower’.

Vocês tiveram que tirar algumas músicas do álbum que você gostaria de ter deixado?

Geralmente escrevemos 100 músicas para os nossos álbuns. Essa foi a única vez que fizemos de 20 a 25 músicas. Eu acho que é porque entendemos melhor como queríamos soar e sabíamos disso desde o início.

‘Not In The Same Way’ é uma faixa que realmente se destacou para mim. Eu queria perguntar especificamente sobre o processo de produção dessa música e o que significa tê-la no disco.

Sim, essa música foi escrita muito rápido, e foi um dos momentos mais animados no estúdio, eu acho. Eu e Ash estávamos lá, e Andrew tinha essa linha de baixo [imita ruídos de baixo] e então começamos a cantar, fomos seguindo e tudo meio que aconteceu muito rapidamente. Muitas vezes, esse processo é longo e você se sente o pior compositor do mundo, e essa foi uma das ocasiões em que tudo se encaixou rapidamente. Lembro de sair do estúdio depois disso e dizer: “porra, é por isso que eu amo escrever!”

Você tem um buzz.

Esse foi um dia em que o processo pareceu fácil. Se você consegue passar por um desses dias em que está escrevendo e acaba com uma música que você ama, ele se torna um ótimo dia. Essa faixa tem a minha ponte preferida no álbum, porque a ponte obviamente fala de um momento tumultuado no começo de um relacionamento. É sobre o medo de pular de cabeça nele, de nos machucarmos; ela foi escrita da perspectiva feminina. Estou cantando a partir da perspectiva masculina e essa ponte é sobre o outro lado. Há dois lados em toda história. Eu amo [essa] história, na verdade. É muito honesta. Acho que nunca fizemos uma música assim antes.

De onde veio essa perspectiva conversacional, a narrativa e o diálogo na letra?

Bem, é sobre mim e minha atual namorada, e ela é incrível. Talvez por Ashton também estar lá, ele tenha escrito sobre outra pessoa, mas esse é o ponto sobre o qual eu estava escrevendo. Ela é um lindo ser-humano. A letra poderia ser descrita como… quando os piores momentos são escritos no papel, não parecem algo bom. Era muito importante ter o outro lado dos acontecimentos, porque muitos dos erros são meus, sabe? [Era importante] ter uma voz dizendo de volta para mim: “O que você diria sobre isso? O que ela sente por você? O que você fez para causar isso?”

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Ha Long Bae 🥰

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Eu também queria perguntar sobre as apresentações ao vivo desta era. Que músicas vocês já tocaram ao vivo?

Tocamos bastante ‘Easier’. Tocamos muito ‘Teeth’. Tocamos ‘No Shame’ uma vez. Nós ensaiamos muito. Tenho a sensação de que tocaremos essas músicas na turnê, espero. No momento, estamos seguindo, mas espero que as coisas se resolvam e ainda possamos tocar. Haverá muitas coisas do quarto álbum na estrada.

Vocês também tocaram no show beneficente contra os incêndios florestais no mês passado, como foi essa experiência?

Essa foi a primeira vez que tocamos ‘No Shame’. Esse era o show sobre o qual eu estava falando. Quero dizer, voltei [para a Austrália] na época do Natal e vi em primeira mão os efeitos dos incêndios. Eles chegaram muito perto da casa dos meus pais. Felizmente, não a atingiram, mas o céu ficou vermelho e foi um período muito triste. Fazer um show e tocar para uma multidão é algo ‘fácil’, poder fazer isso com esse tipo de poder e positividade por trás, com pessoas se unindo por uma causa tão grande, é algo que fazemos sem nem pensar. Foi realmente especial. Eu sempre quis tocar naquele lugar e, como eu disse, [lutar] por essa causa, foi realmente muito especial. Foi um motivo triste, mas foi um evento muito legal.

Você conseguiu interagir com algum outro artista? Vi que o line-up estava cheio.

Havia muita gente lá. Vi a banda do Alice Cooper na área de alimentação. [Risos] E então eu vi Adam Lambert nos observando na lateral do palco!

Meu Deus, quanta pressão!

Ele estava usando uma jaqueta verde de oncinha, não dava para não perceber ele ali. Ele é incrível pra caralho!

Fonte: Paper Magazine
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

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Arquivado em: Álbum , Calm , Notícias

Conquistando o seu quarto número #1 na ARIA Albums Chart com o disco ‘CALM’, os garotos da 5 Seconds of Summer se tornaram os terceiros artistas australianos a ficarem na primeira posição em 2020. A banda de Sydney também se tornou o segundo grupo da Austrália, depois do Silverchair, a ter seus primeiros quatro álbuns de estúdio estreando em #1 na ARIA Charts.

Ao ser informada sobre seu triunfal nº 1, a banda disse: “Estamos impressionados com a notícia de que nosso quarto álbum, ‘CALM’, alcançou o topo das paradas australianas nesta semana. Ter nossos primeiros quatro discos no 1º lugar em nosso país é tão especial; não conseguimos agradecer aos nossos fãs o suficiente por tornarem isso possível. Obrigado a todos que ouviram o disco esta semana. Esperamos que ele tenha trazido alegria a vocês em tempos tão difíceis. Enviamos todo o nosso amor a todo mundo por aí. Fiquem seguros e bem.”
 
O CEO da ARIA, Dan Rosen, disse: “Parabéns a Ashton, Calum, Luke, Michael e toda a equipe da 5 Seconds of Summer por essa conquista incrível! Conseguir um álbum número #1 é difícil em qualquer momento, mas liderar a ARIA Charts em uma época de tanta incerteza mostra o quanto a música deles significa para os fãs na Austrália. Seu sucesso internacional também prova que nesses tempos de isolamento, a música australiana ainda leva esperança e otimismo a todo o mundo.”
 
Estreias:

#1: ‘CALM’ da 5 Seconds of Summer – A banda de Sydney 5 Seconds of Summer conquistou seu quarto álbum número #1 na ARIA Charts com ‘CALM’. Lançado dois anos depois de ‘Youngblood’ (#1 em junho de 2018), o disco trás os singles ‘Easier’ (#12 em junho de 2019) e ‘Teeth’ (#15 em setembro de 2019), assim como sua nova entrada no TOP 50, ‘Old Me’ (#39 nesta semana). Os dois primeiros nºs #1 da 5SOS vieram com seu disco auto-intitulado de estréia (nº #1 em julho de 2014) e ‘Sounds Good Feels Good’ (nº #1 em novembro de 2015).
 
#2: ‘Future Nostalgia’ da Dua Lipa – Ao lançar seu segundo álbum, ‘Future Nostalgia’, Dua Lipa conquista o melhor pico da sua carreira na ARIA Albuns Chart. O disco chega a lista três anos depois de seu álbum auto-intitulado de estréia (#8 em abril de 2018), que já está a 77 semanas no TOP 50. ‘Future Nostalgia’ inclui os singles TOP 10 ‘Don’t Start Now’ (#2 em dezembro de 2019), ‘Physical’ (#9 em abril de 2020) e o novo single ‘Break My Heart’ (estreando na 7ª posição).
 
#3: ‘Gigaton’ do Pearl Jam – Os veteranos do rock norte-americano Pearl Jam conquistam seu décimo segundo TOP 10 na ARIA Albuns Chart com ‘Gigaton’. O décimo primeiro álbum de estúdio da banda de Seattle é o primeiro desde ‘Lightning Bolt’ (nº 1 em outubro de 2013). Em 2017, o Pearl Jam foi introduzido ao Rock And Roll Hall Of Fame. A banda já alcançou o primeiro lugar com ‘Vs.’ (#1 em outubro de 1993), ‘Vitalogy’ (#1 em dezembro de 1994), ‘No Code’ (#1 em agosto de 1996), ‘Yield’ (#1 em fevereiro de 1998), ‘Binaural’ (#1 em maio de 2000), ‘Riot Act’ (#1 em novembro de 2002) e ‘Backspacer’ (#1 em setembro de 2009).

Confira a lista completa de estreias na ARIA Albuns Charts desta semana aqui

Fonte: ARIA Charts
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

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04
Arquivado em: Álbum , Calm , Notícias

Além disso, há grandes entradas novas de Skepta/Chip/Young Adz, Pearl Jam e Partynextdoor na parada de álbuns desta semana

A batalha entre a 5 Seconds of Summer e Dua Lipa pelo álbum número #1 desta semana foi muito acirrada; mas a banda de rock australiana foi quem triunfou no apito final com seu novo álbum, ‘CALM’.

O quarto álbum da 5SOS ocupa o primeiro lugar da Official Albums Chart desta semana, terminando apenas 550 unidades à frente de ‘Future Nostalgia’ da cantora Dua Lipa. Este é o segundo disco número #1 da banda no Reino Unido, depois da vitória de ‘Sounds Good Feels Good’ em 2015.

83% do total de vendas de ‘CALM’ em sua semana de estréia veio de cópias físicas, incluindo 12.000 fitas. Já ‘Future Nostalgia’ teve um desempenho uniforme nos formatos físico e de streaming; cada um contribuiu com pouco mais de 40% do total das vendas. Além disso, o álbum conquistou a posição número #1 da Official Vinyl Albums Chart, com 3.000 cópias totais.

Comemorando a conquista, a 5SOS disse ao Official Charts: “Que conquista extraordinária e que verdadeira amostra da base de fãs mais brilhante do mundo. Um álbum número #1 no Reino Unido.”

“Para as pessoas que ouvem a nossa música: é tão difícil descrever a alegria e satisfação que nós temos por escrever músicas para vocês ouvirem e curtirem enquanto trilham as suas vidas. É um prazer estar em uma jornada tão icônica com vocês, ao mesmo tempo em que crescemos juntos, e a nossa música avança por novas áreas da imaginação. No estado em que o mundo se encontra neste momento, nós esperamos que o nosso álbum CALM tenha os trazido alegria e seja uma trilha sonora que estimule o escapismo dos limites dos seus quartos. O CALM foi criado exatamente por esse motivo. Recebam todo o nosso amor. Fiquem bem e continuem apoiando uns aos outros!”

‘Future Nostalgia’ – o segundo disco de Dua – ocupa o segundo lugar da lista e marca o melhor desempenho da cantora na parada britânica até o momento; seu álbum de estréia atingiu a 3ª posição. Ele aparece no TOP 40 desta semana, subindo nove posições até a colocação #19.

O novo álbum colaborativo de Skepta, Chip e Young Adz, ‘Insomnia’, completa o TOP 3 desta semana. A entrada marca o terceiro álbum TOP 10 de Skepta, o terceiro e o primeiro de Chip em nove anos e o primeiro de Young Adz (quarto, se consideramos o seu trabalho no D-Block Europe).

Os gigantes do rock Pearl Jam conquistaram sua nona entrada no TOP 10 com ‘Gigaton’, na 6ª posição; o cantor/produtor canadense Partynextdoor entrou na 7ª posição com seu terceiro álbum, ‘Partymobile’; o greatest hits de Elton John, ‘Diamonds’, subiu nove posições para a 10ª, após o show beneficente feito pelo cantor em sua sala de estar no domingo.

Por fim, o rapper e cantor americano Joyner Lucas entrou na posição #16 com seu álbum de estréia, ‘ADHD’, e Brian Fallon, do The Gaslight Anthem, chegou ao número #32 com seu terceiro disco solo, ‘Local Honey’.

Fonte: Official Charts
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

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04
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Este ano, a semana de lançamento do álbum foi um pouco diferente para os caras da 5 Seconds of Summer. Em vez de viajarem pelo país para tocarem faixas do seu novo disco, ‘CALM’ (que saiu no dia 27 de março), cada um dos rapazes da 5SOS ficou em suas respectivas casas em Los Angeles, em quarentena como parte dos esforços para impedir a propagação do Covid-19.

“É definitivamente estranho”, diz o vocalista Luke Hemmings por telefone. “Isso nos forçou a pensar fora da caixa, em como podemos causar um impacto de casa e trazer um pouco de espírito positivo à vida das pessoas.”

Mas aqui está o que Hemmings e seus colegas de banda (o guitarrista Michael Clifford, o baixista Calum Hood e o baterista Ashton Irwin) podem não ter percebido: o pensamento fora-da-caixa já havia acontecido com o próprio disco. O ‘CALM’ não é apenas o primeiro disco da 5SOS pela Interscope Records – depois de quase 6 anos na Capitol – mas é o projeto musicalmente mais complexo do grupo australiano até agora. As 12 faixas do álbum entrelaçam harmonias que soam como hinos (a abre-alas ‘Red Desert’), com batidas e linhas de baixo fortes (o primeiro single ‘Easier’), guitarras ásperas (o segundo single ‘Teeth’) e complicadas produções (‘Wildflower’).

Embora esses elementos façam parte do DNA da 5 Seconds of Summer desde o seu início pop-punk, o grupo mostra uma nova ousadia, tanto nas composições quanto no som do ‘CALM’ – algo que impressionou até os caras da 5SOS. “Não sei se já pensamos que um dia poderíamos ser uma banda tão abrangente sonoramente”, diz Hemmings.

A confiança da 5 Seconds of Summer vem desde o sucesso conquistado por ‘Youngblood’ em 2018, que – na época do seu lançamento – se tornou a faixa da banda que mais ultrapassou os seus limites, com uma melodia bombástica e um refrão cativante. A música rendeu ao grupo o seu primeiro número #1 na parada de Músicas Pop e o seu primeiro TOP 10 na Billboard Hot 100 em outubro daquele ano, um feito que reassegurou seus instintos criativos.

“‘Youngblood’ abriu a banda para o público novamente, algo que foi muito importante para nós”, diz o baixista da 5SOS, Calum Hood. “Isso nos deu a oportunidade de criar o quarto disco com liberdade e confiança na nossa capacidade de escrever músicas que seriam aceitas por pessoas em todo o mundo.”

A banda continuou pensando em uma base de fãs mais ampla ao fazer o ‘CALM’, recrutando os co-compositores de ‘Youngblood’ Ali Tamposi (que trabalha também com Camila Cabello), Andrew Watt (co-compositor de Ozzy Osbourne) e Louis Bell (co-compositor de Post Malone) para co-escrever e co-produzir o álbum. Além disso, a 5SOS claramente procurou expandir seu alcance ainda mais ao trazer outras potências do pop a bordo – Charlie Puth ajudou com ‘Easier’; Ryan Tedder e Benny Blanco têm créditos em três faixas – e até a lenda do rock Tom Morello, do Rage Against the Machine, responsável por riffs de guitarra em ‘Teeth’.

Liricamente, a 5 Seconds of Summer criou as suas letras mais honestas e claras até agora, adotando novas abordagens sobre relacionamentos (seja uma despedida dolorosa como ‘High’ ou uma mensagem de amor sincera como ‘Best Years’) enquanto também confronta a realidade das relações consigo mesmos (‘Old Me’) e com a sociedade (‘No Shame’). Parece um amadurecimento natural para uma banda que começou ainda adolescente e agora já é formada por jovens rapazes – com idades entre 23 e 25 anos -, mas no caso da 5SOS, a magistral evolução pop-rock faz você quase esquecer que eles são as mesmas crianças que cantavam sobre uma garota usando roupas íntimas da American Apparel (‘She Looks So Perfect’).

Ainda sim, os caras reconhecem que não se desconectaram completamente de suas versões mais jovens. “O espírito do pop-punk está sempre ecoando dentro do espírito da banda, que é meio de ‘não dar a mínima'”, diz Hood. Hemmings compartilha desse sentimento: “Somos uma banda de rock em um espaço pop e [estamos] ultrapassando os limites do que significa ser isso hoje em dia.”

Embora a 5 Seconds of Summer ainda não tenha conseguido um sucesso parecido com ‘Youngblood’ com qualquer um dos singles de ‘CALM’ (‘Easier’, a faixa mais bem colocada até agora, chegou ao 48º lugar da Hot 100 em junho de 2019), os caras nunca se sentiram mais confortáveis ​​com o que estão criando, e isso aparece no tom inspirado do novo disco – e, francamente, até na maneira em que eles falam sobre ele.

“Este álbum é como ver uma luz no fim do túnel, ao invés de [tratar] aqueles momentos mais difíceis ou sombrios da vida apenas como uma época triste”, diz Hemmings. “Eu sinto que, particularmente no último disco, estávamos presos em uma mentalidade [ruim], e permanecemos focados demais nesses sentimentos. [Agora] estamos avançando.”

Hood concorda: “Esta é a melhor representação de quem somos, não apenas como artistas, mas como pessoas.”

Fonte: Billboard
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

01
04
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11 estreias devem afetar a próxima atualização da Official Albums Chart

A banda 5 Seconds of Summer e a cantora Dua Lipa estão lutando pela #1 posição da Official Albums Chart desta semana.

Com base nas vendas do fim de semana, a 5SOS está atualmente à frente na corrida pelo primeiro lugar e pode conseguir seu segundo álbum número #1 no Reino Unido nesta sexta-feira (3 de abril).

O quarto álbum de estúdio da banda australiana, ‘CALM’, lidera a atualização de vendas da Official Chart de hoje (30) com quase 7.000 cópias totais. Nos formatos físicos, ‘CALM’ é o álbum mais vendido até agora nesta semana, e já superou as vendas da primeira semana do disco anterior da 5SOS, ‘Youngblood’.

Os três álbuns de estúdio da 5 Seconds of Summer alcançaram o TOP 3; seu segundo lançamento, ‘Sounds Good Feels Good’, liderou as paradas em novembro de 2015.

Como álbum mais baixado e reproduzido durante a semana, ‘Future Nostalgia’ da Dua Lipa aparece na #2 posição da atualização de meio de semana. O disco – que teve sua data de lançamento original antecipada em uma semana – traz os singles TOP 5 ‘Don’t Start Now’ e ‘Physical’, além da nova música de trabalho ‘Break My Heart’, que deve estrear no TOP 10 da Official Singles Chart nesta sexta-feira. O álbum de estréia de Dua alcançou a 3ª posição da lista.

A banda de rock americana Pearl Jam completa o TOP 3 com seu 11º álbum de estúdio, ‘Gigaton’, que deve se tornar seu nono álbum TOP 10 no Reino Unido; o primeiro em quase seis anos. Aparece ainda no TOP 5 o trio formado por Skepta, Chip e Young Adz (da D-Block Europe) na 4ª posição com a estréia do seu primeiro álbum colaborativo, ‘Insomnia’. O disco pode se tornar o terceiro álbum TOP 10 de Skepta e o primeiro de Chip e Young Adz.

O rapper canadense Partynextdoor está em busca do seu primeiro álbum TOP 10 no Reino Unido com o seu terceiro disco de estúdio, ‘Partymobile’ (7), enquanto o greatest hits de Elton John, ‘Diamonds’ (9), volta ao TOP 10 após um show virtual beneficente feito pelo cantor.

O álbum de estréia do rapper e cantor americano Joyner Lucas, ‘ADHD’, é uma das novidades desta atualização de meio de semana, na 11ª posição; Brian Fallon, da banda The Gaslight Anthem, pode conquistar seu terceiro álbum solo TOP 20 com ‘Local Honey’ na 14ª posição; a dupla de house The Orb aparece na posição #17 com ‘Abolition of the Royal Familia’, e ‘Sleepyhead’, a estréia da cantora indie Cavetown em uma grande gravadora, na posição #20.

Finalmente, existem mais possíveis estreias no TOP 40 com ‘Mother’ da banda americana de heavy metal In This Moment na 24ª posição, e o álbum de estréia da pianista polonesa Hania Rani, ‘Esja’, na 25ª.

Fonte: Official Charts
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

31
03
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‘CALM’, o novo álbum da 5 Seconds of Summer, mostra uma nova profundidade lírica e emocional da banda – o baixista Calum Hood nos disse que isso aconteceu porque todos eles simplesmente cresceram.

Calum contou para a ABC Audio que grande parte do crédito é do cantor Luke Hemmings, cujas composições, ele diz, “contam a história de um homem que amadureceu ao longo dos anos e que se interessou em aperfeiçoar seu trabalho.”

Além disso, ele observa: “Acho que todos tinham algo a dizer neste álbum, em termos do seu próprio amadurecimento, sobre as pessoas que éramos e como as coisas [pelas quais passamos] nos moldaram, e quem queremos nos tornar no futuro.”

‘CALM’ – o título é um acrônimo das primeiras letras dos nomes dos integrantes da banda – também é muito eclético, com sons acústicos e eletrônicos, além de faixas que lembram os anos 80.

“Ele é bastante caótico em alguns momentos”, ri Calum. “Acho que não tivemos medo de ultrapassar os limites em termos de como um álbum deve soar coletivamente.”

Mas o que une tudo, ele observa, “remonta às nossas raízes australianas.”

“[Estávamos] só tentando criar a melhor [música] que pudêssemos e fazer isso de uma maneira honesta com nós mesmos, com as pessoas que nos apoiaram e com as nossas famílias”, explica ele.

Falando da Austrália, a terra natal da 5SOS está atualmente lidando com a pandemia de Covid-19, logo depois de superar a crise com os incêndios florestais. Calum diz que os australianos não são derrotados facilmente.

“Eu não vou lá desde o início deste ano, na verdade, e meio que vi em primeira mão como isso estava afetando as pessoas”, diz ele sobre o primeiro. “É algo bem difícil de vivenciar. Muitas pessoas sofrendo, mas o problema também uniu todo mundo.”

Fonte: ABC News Radio
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

27
03
Arquivado em: Álbum , Calm , Notícias

A 5 Seconds of Summer vem preparando o lançamento do seu novo álbum liberando singles desde a primavera passada, e na sexta-feira (27 de março), o quarteto lançou o ‘CALM’.

O álbum chega depois de ‘Youngblood’, de 2018, e traz as faixas já lançadas ‘Wildflower’, ‘Easier’, ‘Teeth’, ‘No Shame’ e ‘Old Me’. O primeiro single, ‘Easier’, chegou a 12ª posição da Pop Songs Chart da Billboard e 48ª da Hot 100.

Ainda antes do lançamento, a 5SOS liberou remixes para relaxamento de quatro faixas no popular aplicativo de meditação Calm. O projeto traz cada integrante da banda reimaginando uma música diferente do novo álbum, em colaboração com o produtor Matt Pauling: o guitarrista Michael Clifford trabalhou na nova versão de ‘Easier’, Calum Hood em ‘Old Me’, o baterista Ashton Irwin em ‘Red Desert’ e o guitarrista Luke Hemmings em ‘Best Years’.

Ouça o ‘CALM’ na íntegra abaixo:

Fonte: Billboard
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

26
03
Arquivado em: Álbum , Ashton Irwin , Calm , Notícias

O quarto álbum de estúdio da 5 Seconds Of Summer será lançado na sexta-feira, 27 de março, mas a sua construção foi tudo menos “calma”.

Enquanto conversava com o ET Canada, o baterista Ashton Irwin contou como ele e seus colegas de banda – Luke Hemmings, Calum Hood e Michael Clifford – tiveram que mudar a forma como divulgariam seu novo álbum ‘CALM’ devido à pandemia de coronavírus.

“Tem sido tão estranho”, ele compartilha.

“Normalmente, nós estaríamos em aviões todos os dias neste momento, indo para o maior número possível de lugares e conversando com quanto mais pessoas nós pudêssemos, e obviamente tendo dezenas de interações humanas todos os dias para falar sobre o nosso disco, o que ele significa para a gente e basicamente convencermos essas pessoas de que elas vão gostar dele.”

“Foi uma mudança total. Eu acho que a única coisa positiva é que as pessoas estão dispostas a prestar mais atenção no que aparece em seus dispositivos do que o habitual.”

Embora a divulgação do álbum da banda tenha sido restritiva, o rapaz de 25 anos diz que criar este disco foi muito “libertador”.

“Na verdade, nós não pensamos analiticamente demais nele. Nós nos asseguramos nas nossas habilidades e dedicamos um tempo para aprimorar nossas composições”, diz ele.

“[O processo de produção] foi muito rápido e esperamos muito tempo para lança-lo, o que foi estranho porque quase imediatamente chegamos ao próximo disco.”

“Então, temos pensado no álbum número 5 há cerca de um ano.”

Mas, antes do quinto álbum, chega o quarto, que Irwin diz que traz o seu “pacote mais diversificado de músicas” até agora.

“Temos uma música chamada ‘Red Desert’ que é sobre seguir seus instintos e seus sentimentos em relação às coisas. É provavelmente uma das primeiras músicas que escrevemos como banda que meio que é ‘fora da caixa’ para nós”, explica ele.

“Existem outras músicas como ‘Wildflower’, que são faixas pop épicas, positivas e com um clima otimista, que eu também amo.”

Obviamente, Irwin mal pode esperar para estrear algumas das suas novas músicas no palco.

“Este álbum foi criado para a experiência ao vivo, por isso estamos ansiosos para quando as pessoas puderem fazer shows novamente.”

Com o álbum nº 5 já em andamento, o baterista diz que a 5 Seconds of Summer mal pode esperar para continuar progredindo seu som, dando aos fãs ainda mais músicas novas.

“Sempre quisemos ser uma banda que continua lançando discos o mais rápido possível. Acho que do jeito que o mundo está, poderemos lançar músicas com mais frequência nos próximos dois anos”, ele compartilha.

Fonte: ET Canada
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)





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