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Arquivado em: Álbum , Ashton Irwin , Notícias

Depois de quase uma década dentro do rolo compressor da 5 Seconds of Summer, Ashton Irwin saiu de trás da bateria e produziu seu primeiro álbum solo, “Superbloom”.

O PEDESTRIAN.TV conversou com Ashton antes do lançamento, e ele nos contou como 2020 foi um ano de autorreflexão e crescimento, de repensar ideias antigas sobre masculinidade enquanto escrevia seu projeto solo, e como ele quer que a 5SOS se torne o supergrupo mais diverso que existe.

Para Ashton, o “Superbloom” é a primeira vez que ele sente que foi capaz de explorar e apresentar a si mesmo, sua identidade, como o homem fora do quarteto de Sydney com o qual ele tem tido um sucesso insano desde a formação em 2011.

Durante o período de inatividade da banda forçado pela pandemia, ele transformou toda a sua casa em um estúdio – escrevendo e gravando seu primeiro lançamento independente todo lá, e decidindo usar o ano para falar sobre suas experiências pessoais com sua própria voz pela primeira vez.

“Eu acho que neste álbum, o que você está ouvindo é meu diálogo interior por meio das minhas composições”, disse Ashton direto de sua casa em Los Angeles.

“Desenvolvendo uma voz mais gentil comigo mesmo, desenvolvendo a necessidade de aprofundar minha narrativa como letrista e compartilhá-la com as pessoas. Porque se aconteceu comigo, aconteceu com muitas pessoas.”

“Superbloom” explora suavemente uma série de questões pesadas que Ashton enfrentou em sua vida – variando de dismorfia corporal, até doença mental, sobriedade e os efeitos da influência da mídia e da política. Um certo nível de realidade que Ashton sentiu que precisava ser mostrado por ele mesmo, não como parte do catálogo da 5SOS.

“Na verdade, cheguei a um ponto do meu estado de criação, quando já estava compondo há meses, em que esqueci que tudo isso é extremamente profundo”, disse Ashton.

“Eu nunca disse ‘wow, vou compartilhar isso com as pessoas’. Nunca pensei isso. Eu poderia ter feito uma autoanálise, mas nunca o fiz. Nunca pensei que [o álbum] seria profundo e confrontador. Eu apenas estava sendo eu mesmo.”

“[O álbum] está sendo compreendido em um nível que eu nunca poderia esperar. As pessoas estão ouvindo e entendendo que tenho coisas para falar como artista – e é por isso que também sou um artista solo. Porque tenho muito a dizer e isso nem sempre pode ser cantado por outra pessoa.”

Ashton também se esforçou para ser honesto com relação a construção da masculinidade moderna no “Superbloom”. Em faixas como “Skinny Skinny”, “SCAR” e “The Sweetness”, ouvimos o músico mergulhar em seus próprios traumas, explorando a dismorfia corporal, a prevenção ao suicídio e os ideais prejudiciais de masculinidade.

Em “Skinny Skinny”, Ashton canta “my second face, my damn reflection, we always meet when I’m defeated”, “second face” representa a versão negativa e manipuladora de si mesmo que ele enfrentou em períodos de baixa autoestima. Já em “SCAR”, vemos Ashton buscar seu pequeno e confiável grupo de amigos e familiares em momentos de necessidade e a importância da prevenção do suicídio.

“Can you light a tunnel to light of day / I’m sick of dealing with the problems at hand / Can you help me be a better man?”

Ao entender a si mesmo como um adulto fora da dinâmica da 5SOS, Ashton foca na importância de ser gentil, compassivo e vulnerável.

Embora saiba que sua base de fãs é composta em grande parte por garotas – ele está no mundo do pop há tempo suficiente para também atingir várias gerações – Ashton está ciente de que os garotos também estão o ouvindo, e quer fazer parte da mudança na vida deles.

“Acho que para mim, em termos de como isso irá influenciar os garotos em particular, quero desarmar a masculinidade – a construção falsa e imaginária de que os homens têm de ser durões, que muitas vezes resulta em torná-los misóginos”, disse ele.

“Em termos de estado emocional na sociedade, acho que os homens ainda têm muito o que crescer e eu sou parte disso. Tenho um público predominantemente feminino, mas sou um artista sensível que é homem.”

“Sabe, cresci sem pai e tive que encontrar minha identidade como homem na sociedade, e isso acaba me tornando um ser sensível e criativo que só quer ajudar as pessoas na maior parte do tempo. Então, acho que há muitos outros homens como eu que vão amplificar uma nova sensibilidade nos rapazes e um nível de compreensão para serem empáticos com os problemas do resto do mundo.”

Assim que terminou o álbum, Ashton imediatamente o levou para seus irmãos da 5SOS. Ele me disse que Calum e Michael gostaram imediatamente (apesar de Michael dizer que soava como a banda de metal progressivo americana Dream Theatre), enquanto Luke ficou quieto – Ashton acredita que pode ter provocado Luke a criar algo tão cru e honesto quanto o “Superbloom”.

E quanto aos boatos de fim de banda quando um integrante lança algo solo: Ashton descarta a “negação egoísta” da habilidade criativa de cada um.

“Na cultura pop, muitas pessoas se apegam à negação egoísta de, ‘bem, você não pode ter um projeto solo. E quanto a todo mundo?’. Eu ainda vou fazer música para eles. Eu só quero fazer música por conta própria também”, ele disse.

“É tipo, bem, eu ainda vou fazer música para eles. Eu só quero fazer música por conta própria também. Então, sim, evoluindo a conversa.”

Ainda nessa conversa sobre integrantes de banda que criam projetos fora do grupo, Ashton também acredita que seu trabalho solo como Ashton Irwin – para o qual ele brincou ter ideia para uns “40 álbuns” – o ajudará a ser um colaborador melhor na 5 Seconds of Summer.

Fonte: Pedestrian
Tradução/Adaptação: Beatriz Ribeiro e Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

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09
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Ashton Irwin, da banda 5 Seconds of Summer, caminhará sozinho em “Superbloom”, seu primeiro álbum solo.

O cantor, compositor e multi-instrumentista australiano iniciou a gravação do disco em sua casa em Los Angeles em fevereiro, quando a pandemia gerou um período de inatividade inesperado.

Irwin usou a oportunidade para se superar, ao dar um mergulho profundo em sua própria vida e experiências.

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It is with a great explosion of joy and with my entire soul that I am proudly announcing to you all that I am releasing my first solo record. The album explores my inner philosophies and feelings about the walk of life I have found myself on. I’m ridiculously excited to share this with you, it feels like this record has been over a decade in the making. It brings me the greatest joy of all that I am in a band that allows me to create freely inside and outside of it. I can’t wait for you to hear it. You can pre-order my debut solo album ‘Superbloom’ out October 23rd everywhere tonight. Pre-save now from the link in my profile. The first single “Skinny Skinny” is out everywhere tonight at 9pm PT. We must fight against a common darkness that shadows our ability to live truthfully, to live without self doubt, and without self destruction and love ourselves for what we are. When writing “Skinny Skinny” I first thought of myself, and many other young peoples struggles with body image and particularly body dysmorphia. It’s something I’ve never confronted in a creative form and I am feeling strong in saying “Skinny Skinny” goes directly to that painful place in my mind.

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O resultado, explica em um comunicado, é um álbum “profundamente pessoal, evocativo e intransigente”, com 10 faixas que exploram sua infância, alcoolismo, depressão, dismorfia corporal, morte, vício, desespero e esperança.

“Eu tive que atingir um certo nível de maturidade lírica para escrever sobre coisas com as quais realmente me importava”, diz ele. “Como artista, acho que é sempre importante ter em mente a sua missão, tipo,‘por que você faz música? Por que escreve as letras que escreve?'”

“Superbloom” tem estreia prevista para 23 de outubro. O seu primeiro single é “Skinny Skinny”, uma amostra inteligente de folk-pop inspirada por uma conversa que o músico teve com o irmão adolescente sobre imagem corporal.

Assista ao clipe “Skinny Skinny”, liberado na quinta-feira, na íntegra abaixo.

O novo trabalho de Irwin teve a aprovação de seus companheiros de banda. “Eu não fiquei com medo porque disse a mim mesmo, ‘confie em si mesmo, você está orgulhoso deste álbum e sabe que esses caras são seus melhores amigos e eles vão entender'”, explica ele. Apresentar o álbum para os rapazes “foi incrível, fiquei feliz em mostrar a eles”.

O grupo de pop-rock de Sydney é uma recordista na Billboard 200: cada um de seus três primeiros álbuns chegou ao primeiro lugar da lista. O quarto e mais recente, “CALM”, estreou em segundo lugar na parada de álbuns nacional em abril deste ano.

Tracklist de “Superbloom”:

Scar
Have U Found What Ur Looking For
Skinny Skinny
Greyhound
Matter Of Time
Sunshine
The Sweetness
I’m To Blame
Drive
Perfect Lie

Fonte: Billboard
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

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09
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Ashton Irwin, da banda 5 Seconds of Summer, ficou parecido com um saco de tangerinas ao posar alegremente com uma regata de tela laranja para divulgar seu primeiro projeto solo.

O cantor de “Youngblood”, de 26 anos, escreveu uma canção sobre dismorfia corporal após ter sido inspirado pelas preocupações de seu irmão mais novo, que tem apenas 15 anos de idade, com a própria aparência.

Ao falar sobre o single “Skinny Skinny”, Ashton disse: “Ele já está muito preocupado com como o próprio corpo deveria ser. Achei que isso é algo muito difícil para um jovem enfrentar. Precisei escrever uma música que capturasse a dor da dismorfia corporal.”

O músico admite que o álbum “Superbloom” trará mais dor e tristeza quando for lançado no mês que vem, pois ele tocará em assuntos como “alcoolismo, depressão e morte” – mas insiste que haverá um pouco de esperança, também.

Fonte: Metro (UK)
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

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Assista abaixo a participação da 5 Seconds of Summer no quadro Hashtags: #FallSongs do programa Tonight Show Starring Jimmy Fallon com legenda!

O vídeo foi publicado originalmente no nosso canal no YouTube.

Clique aqui caso o player não funcione

5 Seconds of Summer Hashtags FallSongs (Legendado PT-BR):

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Assista abaixo a primeira entrevista presencial da 5 Seconds of Summer com o apresentador norte-americano Ryan Seacrest em 2014 e a surpresa que Luke fez para a cantora Bea Miller.

Os dois vídeos foram disponibilizados originalmente no nosso canal no YouTube.

Clique nos links a seguir caso os players não funcionem: um | dois

5SOS’s First In Studio Interview! On Air with Ryan Seacrest (Legendado PT-BR):

Luke Surprises Bea Miller On Air with Ryan Seacrest Legenda (PT-BR):

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Arquivado em: Notícias

A 5 Seconds of Summer (5SOS) tem algumas parcerias com artistas incríveis, incluindo Julia Michaels e Charlie Puth. Nós escolhemos as melhores.

Sabemos que os meninos são mais do que capazes sozinhos, mas às vezes a química fica ainda melhor quando eles se juntam a outros músicos.

#5 “Girls Talk Boys” – parceria com a Teddy Geiger

Embora hoje em dia trabalhe mais com o Shawn Mendes, Teddy Geiger ajudou a 5SOS a criar essa canção funky que lembra os anos 80. Na época do lançamento, a linha de guitarra chiclete e o riff animado mostraram que os meninos estavam prontos para entrar no pop. A bateria firme e a mistura entre o baixo groovy e as guitarras representaram um verdadeiro oposto em relação ao “Sounds Good, Feels Good”. Geiger não canta nem aparece no clipe da música, mas sua participação é notável e a faixa que faz parte da trilha sonora de “Ghostbusters” soa tão divertida quanto parece.

#4 “Take What You Want” – parceria com a banda One Ok Rock

Tecnicamente, a 5SOS é a convidada nessa canção da banda One Ok Rock, e não é segredo que os cantores de “Youngblood” são obcecados pela cultura japonesa.

A parceria passa pelo rock alternativo, o emo e chega ao pós-hardcore. Dá até para imaginar Luke Hemmings deitado no chão enquanto gravava essa canção, sofrendo ao recitar “take what you want, take what you want, and go.”

#3 “Who Do You Love” – parceria com o The Chainsmokers

Novamente, é a 5SOS quem participa da canção, dessa vez com o The Chainsmokers, levando o seu pop-punk ao encontro do ritmo eletrônico. Você já tentou cantar “now, now, who do you, who do you love, love (yeah)” no karaokê sem perder o fôlego? Sim, é difícil!

Aqui conseguimos ouvir mais dos vocais de Michael Clifford em comparação com as músicas anteriores da banda.

#2 “Easier” – parceria com o Charlie Puth

É ‘easier’ manter essa faixa no segundo lugar do ranking ou é ‘easier’ deixa-la subir para a primeira posição? No fim das contas, o encontro entre Charlie Puth e Luke Hemmings trouxe uma batalha de falsetes com uma letra que mostra a dificuldade de escolher entre terminar ou permanecer em um relacionamento. A canção é um pop carregado de sintetizadores, algo esperado depois que você ouve a música com o The Chainsmokers.

#1 “Lie To Me” – parceria com a Julia Michaels

O riff de guitarra solitário no início já diz tudo. Essa parceria mostra os dois lados da história, com a voz áspera de Julia Michaels nos lembrando que um relacionamento tem dois pontos de vista. Ela harmoniza muito bem com Hemmings na ponte e no refrão, e traz sentimentos que clamam para serem compreendidos.

A maneira como a cantora sutilmente mudou a letra de “while I’m cleaning up your mess, I know he’s taking off your dress” para “while he’s taking off my dress, I know she’s laying on your chest” é genial.

Fonte: Don’t Bore Us
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

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A revista Rolling Stone publicou no dia 24 de julho um artigo em que sua equipe compartilha as suas canções feitas por boy bands favoritas. Confira a publicação completa aqui e leia abaixo a tradução do trecho em que a 5 Seconds of Summer é mencionada:

49 – O single de estreia da 5 Seconds of Summer (também conhecida como 5SOS), ‘She Looks So Perfect’, soava como um encontro entre o Blink-182 e a Avril Lavigne – caso os artistas se transformassem em um quarteto de roqueiros galãs australianos.

Embora o grupo tenha ficado famoso depois de abrir turnês do One Direction, eles rapidamente se distanciaram de qualquer estereótipo de ‘boy band’ com essa homenagem barulhenta às ‘roupas íntimas da American Apparel’ e ‘names tattooed in an arrow heart’.

Embalada por guitarras marcantes, bateria forte e um refrão chiclete, a faixa rapidamente se tornou uma das músicas características do grupo, seja no palco, diante de milhares de fãs, ou em um karaokê na frente de dezenas de estranhos bem depois do horário de funcionamento.

Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

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O site da revista Billboard publicou nessa terça (14) um ranking com os melhores discos feitos por boy bands nos últimos anos, segundo sua equipe de editores.

Leia-o na íntegra aqui e confira abaixo a tradução do trecho em que a 5 Seconds of Summer é mencionada:

13. 5 Seconds of Summer, “5 Seconds of Summer” (2014)

A história: O álbum homônimo de estreia da 5 Seconds of Summer deixou claro que o quarteto não era apenas mais uma “boy band” sem originalidade. O disco combinou letras doces e açucaradas com riffs de guitarras ousados e vocais pop-punk, criando um som próprio que rapidamente os levou ao estrelato.

O clássico: Claro, a American Apparel teve seus altos e baixos, mas o imaculado hit n°24 da Hot 100 “She Looks So Perfect” ainda faz fãs desmaiarem com a ideia de “ficarem perfeitas” vestindo as roupas íntimas dos meninos.

O corte profundo (refere-se a uma música que apenas os verdadeiros fãs conhecem/apreciam): “End Up Here” é a canção de amor de verão feita para viagens de carro e noites com os amigos. E, claro, não há nada melhor do que ouvir um grupo de galãs australianos cantando sobre se apaixonar pelo Nirvana e o Bon Jovi. – Rania Aniftos

Tradução/Adaptação: Larissa Rhouse (Equipe 5SOS Brasil)





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