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Além disso, há grandes entradas novas de Skepta/Chip/Young Adz, Pearl Jam e Partynextdoor na parada de álbuns desta semana

A batalha entre a 5 Seconds of Summer e Dua Lipa pelo álbum número #1 desta semana foi muito acirrada; mas a banda de rock australiana foi quem triunfou no apito final com seu novo álbum, ‘CALM’.

O quarto álbum da 5SOS ocupa o primeiro lugar da Official Albums Chart desta semana, terminando apenas 550 unidades à frente de ‘Future Nostalgia’ da cantora Dua Lipa. Este é o segundo disco número #1 da banda no Reino Unido, depois da vitória de ‘Sounds Good Feels Good’ em 2015.

83% do total de vendas de ‘CALM’ em sua semana de estréia veio de cópias físicas, incluindo 12.000 fitas. Já ‘Future Nostalgia’ teve um desempenho uniforme nos formatos físico e de streaming; cada um contribuiu com pouco mais de 40% do total das vendas. Além disso, o álbum conquistou a posição número #1 da Official Vinyl Albums Chart, com 3.000 cópias totais.

Comemorando a conquista, a 5SOS disse ao Official Charts: “Que conquista extraordinária e que verdadeira amostra da base de fãs mais brilhante do mundo. Um álbum número #1 no Reino Unido.”

“Para as pessoas que ouvem a nossa música: é tão difícil descrever a alegria e satisfação que nós temos por escrever músicas para vocês ouvirem e curtirem enquanto trilham as suas vidas. É um prazer estar em uma jornada tão icônica com vocês, ao mesmo tempo em que crescemos juntos, e a nossa música avança por novas áreas da imaginação. No estado em que o mundo se encontra neste momento, nós esperamos que o nosso álbum CALM tenha os trazido alegria e seja uma trilha sonora que estimule o escapismo dos limites dos seus quartos. O CALM foi criado exatamente por esse motivo. Recebam todo o nosso amor. Fiquem bem e continuem apoiando uns aos outros!”

‘Future Nostalgia’ – o segundo disco de Dua – ocupa o segundo lugar da lista e marca o melhor desempenho da cantora na parada britânica até o momento; seu álbum de estréia atingiu a 3ª posição. Ele aparece no TOP 40 desta semana, subindo nove posições até a colocação #19.

O novo álbum colaborativo de Skepta, Chip e Young Adz, ‘Insomnia’, completa o TOP 3 desta semana. A entrada marca o terceiro álbum TOP 10 de Skepta, o terceiro e o primeiro de Chip em nove anos e o primeiro de Young Adz (quarto, se consideramos o seu trabalho no D-Block Europe).

Os gigantes do rock Pearl Jam conquistaram sua nona entrada no TOP 10 com ‘Gigaton’, na 6ª posição; o cantor/produtor canadense Partynextdoor entrou na 7ª posição com seu terceiro álbum, ‘Partymobile’; o greatest hits de Elton John, ‘Diamonds’, subiu nove posições para a 10ª, após o show beneficente feito pelo cantor em sua sala de estar no domingo.

Por fim, o rapper e cantor americano Joyner Lucas entrou na posição #16 com seu álbum de estréia, ‘ADHD’, e Brian Fallon, do The Gaslight Anthem, chegou ao número #32 com seu terceiro disco solo, ‘Local Honey’.

Fonte: Official Charts
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

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Toda semana nós fazemos a um artista ou banda uma série de perguntas rápidas que começam com ‘meu/minha primeiro/primeira’; falamos sobre desde os seus primeiros shows até a primeira vez em que eles ficaram bêbados. Dessa vez, os convidados são a banda australiana de pop-rock 5 Seconds of Summer, cujo quarto álbum, ‘CALM’, está em primeiro lugar nas paradas britânicas

O fato de que a 5 Seconds of Summer, uma banda pop-rock de Sydney, estava lutando com Dua Lipa pelo primeiro lugar da parada de álbuns do Reino Unido nesta semana diz tudo o que você precisa saber sobre quão populares eles são. A cantora estava cotada para ganhar, mas no meio da semana os rapazes a superaram com a venda de cerca de 7.000 cópias do seu quarto álbum. Hoje, a Official Charts anunciou que a banda venceu por pouco a rainha pop da Grã-Bretanha e conquistou o primeiro lugar e seu segundo álbum número #1 aqui no Reino Unido.

A 5 Seconds of Summer, como você pode notar – chamada também de ‘5SOS’ -, inspira níveis de devoção próximos aos do One Direction, especialmente desde que eles abriram uma turnê de Harry Styles e companhia em 2013; apresentações que lhes trouxeram reconhecimento mundial antes mesmo de lançarem seu single de estréia.

Desde o lançamento do seu primeiro single, ‘She Looks So Perfect’, em 2014 – que também chegou ao primeiro lugar no Reino Unido -, a banda acumulou centenas de milhões de streams e fez shows em arenas em todo o mundo. Com seus integrantes ainda na faixa dos vinte anos, a 5SOS – composta por Luke Hemmings e Michael Clifford nos vocais e guitarra, além de Calum Hood no baixo e Ashton Irwin na bateria – cresceu na estrada, uma experiência que forma a base temática do seu novo álbum, ‘CALM’. Em honra ao lançamento do disco, nos juntamos a Hemmings e Clifford para falar de assuntos que vão desde o início da banda até as suas compras mais extravagantes.

‘A primeira vez’ que vocês se conheceram…

Luke Hemmings: Conheci o Calum e o Michael no dia de orientação do sétimo ano. Fiquei bastante nervoso num primeiro momento, porque eu não tinha nenhum amigo naquela época e eles já estavam na escola há alguns anos. Ashton e eu nos conhecemos no cinema. Um cara estava enchendo meu saco e ele me defendeu, então imediatamente pensei que ele era um cara legal. A segunda vez que vi Ashton foi no nosso primeiro ensaio como banda. Isso foi na casa do Michael e fiquei impressionado com quão bom baterista ele era. Quando começamos eu tinha só 15 anos; obviamente não percebemos naquele momento a longa jornada que viveríamos, ainda sim, mesmo naquela época, parecia que tínhamos algo especial, com certeza.

Michael Clifford: Eu conheci o Calum quando estava no segundo ano, o Luke quando estava no sétimo ano e o Ashton quando estava no nono ano. Calum se tornou meu melhor amigo logo no primeiro dia. Luke e eu nos odiávamos e brigávamos por garotas. Ashton era como nosso irmão mais velho; ele nos levava para os lugares e nos dava conselhos.

‘A primeira vez’ que vocês se apresentaram para uma platéia…

LH: O primeiro show que fizemos foi em um pub em Sydney chamado Annandale Hotel para aproximadamente 12 pessoas. Lá dentro cheirava a uma mistura de cerveja velha e xixi. Nós pensamos que fossemos ter umas 100 pessoas no público, mas acabamos talvez exagerando na conta… Foi o melhor/pior show da minha vida. Eu nunca vou me esquecer dele.

MC: Era 3 de dezembro de 2011. Esse foi também o primeiro dia oficial da 5SOS como banda. Foi um momento tão especial que o recriamos no videoclipe de ‘Old Me’ – nele visitamos todas as passagens importantes para nós durante o nosso crescimento.

‘A primeira vez’ que você ficou bêbado…

MC: A primeira vez que fiquei bêbado foi com os outros caras da 5SOS no meu aniversário de 16 anos. Eu acho que bebi o vinho do porto dos meus pais. Não foi bom. Nunca mais bebi vinho do porto. Mas passei por uma fase em que ficava muito bêbado; já superei isso agora. Ocasionalmente, tomo uma sidra ou um drink de gim (obrigado Ryan Reynolds por me viciar nisso), mas não fico super bêbado mais.

‘A primeira vez’ que você se apaixonou de verdade…

MC: Quando conheci minha noiva, Crystal. Sou um homem incrivelmente sortudo por ter aprendido o que é amor verdadeiro. É engraçado como assim que você o encontra, todo o resto da sua vida se encaixa no lugar certo. Você olha para trás e todo o seu passado faz sentido, como as coisas que teve que aprender para chegar à uma versão de si mesmo que pode lidar com responsabilidades e aceitar o amor verdadeiro. Ajudamos um ao outro a nos tornarmos as melhores versões de nós mesmos e continuamos aprendendo e crescendo todos os dias.

‘O primeiro’ disco que você comprou…

LH: O primeiro disco que comprei com meu próprio dinheiro foi ‘The Young And The Hopeless’ do Good Charlotte. Mas o primeiro álbum que ouvi sem parar era do meu pai: o ‘Back In Black’ do AC/DC. Eu amo o espírito do início do punk pop e incorporamos isso nos nossos primeiros álbuns. O fato do AC/DC ser uma banda australiana tão grande é definitivamente algo que eu carrego comigo, e isso significa ainda mais para nós por [também] sermos [uma banda da] Austrália. Meu gosto musical agora é todo misturado, mas geralmente acabo caindo no som dos anos 80 na minha playlist.

MC: ‘Curtain Call’ do Eminem é o melhor CD de todos os tempos. Ainda é o meu favorito até hoje.

‘A primeira vez’ que você usou um figurino no palco…

LH: No início nossos figurinos eram muito simples. Não tínhamos dinheiro e provavelmente não tínhamos bom gosto. Jeans skinny pretos e Vans eram o uniforme antes de melhorarmos e começarmos a experimentar estilos diversos e incorporar influências diferentes ao nosso figurino. Muita coisa dos anos 1970, 1980 e 1990. Eu amo o Michael Hutchence do INXS e o que ele vestia. E o AC/DC, por ser uma das maiores bandas australianas de todos os tempos, ainda é um grupo que carrego comigo.

MC: Eu ainda não tenho [um figurino]. A maneira como me visto no palco é como me visto na vida real, sempre foi. Não existe um ‘eu do palco’ e um ‘eu normal’.

‘Sua primeira’ celebrity crush foi…

MC: Jessica Alba. Minha número 1! É engraçado porque ainda a admiro, mas por motivos diferentes. Minha noiva também a admira. Ela é muito inspiradora.

‘A primeira vez’ que você ganhou dinheiro como músico…

MC: Eu não tenho certeza se isso conta, mas eu e o Calum, nosso baixista, tocamos do lado de fora de um shopping com um ukulele e alguém nos deu 50 dólares. Nós imediatamente saímos e compramos outro ukulele. É seguro dizer que só um ukulele era suficiente. Nós nunca mais ganhamos dinheiro tocando na rua.

LH: Antes da banda, eu costumava tocar em qualquer lugar que pudesse e por muito tempo eu ganhei mais dinheiro fazendo isso do que nos primeiros anos na 5SOS.

‘A primeira vez’ que você gastou todo o seu salário…

MC: Eu sou viciado em jogos de tabuleiro. Posso entrar na Amazon e comprar milhares de miniaturas de D&D, toneladas de jogos de tabuleiro, peças raras de xadrez. Eu não gasto muito dinheiro com nada além disso… exceto, talvez, a casa que acabei de comprar, mas valeu a pena. Não consigo me imaginar em quarentena em nenhum outro lugar. Parece um acampamento de verão.

LH: Eu passei alguns anos com uma obsessão por botas.

‘A primeira vez’ que um político te deixou irritado…

MC: Trump. A primeira e única. Todo dia ele faz algo que me faz pensar ‘que porra é essa?’. Eu não sabia o quão insana era a política norte-americana até ele ser eleito. Me lembro da minha noiva chorando no avião quando ele foi eleito, e foi aí que eu percebi. Temos a sorte de ter um governo na Austrália que apoia seus cidadãos com todo o coração.

‘A primeira’ briga que vocês tiveram durante uma turnê…

MC: Para saber quem comeu todo o M&Ms de amendoim. Mas agora estamos mais evoluídos, discutimos por causa de suco prensado.

‘A primeira vez’ que vocês conheceram um fã…

MC: A primeira vez que conheci um dos nossos fãs foi no nosso primeiro show. Havia apenas 12 fãs e nós falamos com cada um deles. Não que tenha demorado muito tempo… Eu ainda gosto muito de encontrar com os nossos fãs. Eles são incrivelmente apaixonados e talentosos, você deveria ver as artes que eles fazem!

‘A primeira vez’ que vocês se sentiram estrelas do rock…

LH: Eu acho que no começo todos nós tínhamos a sensação de que algo em nós era especial. Você pode chamar isso de ilusão ou inocência, mas nós sentimos que chegaríamos lá com tudo o que tínhamos. Quando vimos o quão dedicados nossos fãs eram (e ainda são), foi importante por sentirmos o quanto significávamos para as pessoas.

MC: Quando recebemos potes de Vegemite de graça com nossos nomes escritos neles. Foi quando soubemos que tínhamos feito sucesso.

‘A sua primeira’ escolha no karaokê…

MC: ‘Don’t Stop Believin’ do Journey. Obviamente.

LH: Qualquer coisa do Journey.

‘A primeira vez’ que vocês, como banda, perceberam que eram bons…

MC: Nós somos bons? Continuamos ganhando o prêmio de ‘Pior Banda’ da NME, então não tenho tanta certeza.

‘A primeira coisa’ que você faria se se tornasse presidente…

MC: Eu odiaria ser presidente dos Estados Unidos, é muita responsabilidade. Mas a primeira política que eu implantaria provavelmente seria de assistência médica gratuita para todos e também de educação universitária gratuita. A saúde é um direito humano básico, não um privilégio. O mesmo acontece com a educação.

Fonte: GQ (UK)
Tradução/Apdatação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

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04
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Este ano, a semana de lançamento do álbum foi um pouco diferente para os caras da 5 Seconds of Summer. Em vez de viajarem pelo país para tocarem faixas do seu novo disco, ‘CALM’ (que saiu no dia 27 de março), cada um dos rapazes da 5SOS ficou em suas respectivas casas em Los Angeles, em quarentena como parte dos esforços para impedir a propagação do Covid-19.

“É definitivamente estranho”, diz o vocalista Luke Hemmings por telefone. “Isso nos forçou a pensar fora da caixa, em como podemos causar um impacto de casa e trazer um pouco de espírito positivo à vida das pessoas.”

Mas aqui está o que Hemmings e seus colegas de banda (o guitarrista Michael Clifford, o baixista Calum Hood e o baterista Ashton Irwin) podem não ter percebido: o pensamento fora-da-caixa já havia acontecido com o próprio disco. O ‘CALM’ não é apenas o primeiro disco da 5SOS pela Interscope Records – depois de quase 6 anos na Capitol – mas é o projeto musicalmente mais complexo do grupo australiano até agora. As 12 faixas do álbum entrelaçam harmonias que soam como hinos (a abre-alas ‘Red Desert’), com batidas e linhas de baixo fortes (o primeiro single ‘Easier’), guitarras ásperas (o segundo single ‘Teeth’) e complicadas produções (‘Wildflower’).

Embora esses elementos façam parte do DNA da 5 Seconds of Summer desde o seu início pop-punk, o grupo mostra uma nova ousadia, tanto nas composições quanto no som do ‘CALM’ – algo que impressionou até os caras da 5SOS. “Não sei se já pensamos que um dia poderíamos ser uma banda tão abrangente sonoramente”, diz Hemmings.

A confiança da 5 Seconds of Summer vem desde o sucesso conquistado por ‘Youngblood’ em 2018, que – na época do seu lançamento – se tornou a faixa da banda que mais ultrapassou os seus limites, com uma melodia bombástica e um refrão cativante. A música rendeu ao grupo o seu primeiro número #1 na parada de Músicas Pop e o seu primeiro TOP 10 na Billboard Hot 100 em outubro daquele ano, um feito que reassegurou seus instintos criativos.

“‘Youngblood’ abriu a banda para o público novamente, algo que foi muito importante para nós”, diz o baixista da 5SOS, Calum Hood. “Isso nos deu a oportunidade de criar o quarto disco com liberdade e confiança na nossa capacidade de escrever músicas que seriam aceitas por pessoas em todo o mundo.”

A banda continuou pensando em uma base de fãs mais ampla ao fazer o ‘CALM’, recrutando os co-compositores de ‘Youngblood’ Ali Tamposi (que trabalha também com Camila Cabello), Andrew Watt (co-compositor de Ozzy Osbourne) e Louis Bell (co-compositor de Post Malone) para co-escrever e co-produzir o álbum. Além disso, a 5SOS claramente procurou expandir seu alcance ainda mais ao trazer outras potências do pop a bordo – Charlie Puth ajudou com ‘Easier’; Ryan Tedder e Benny Blanco têm créditos em três faixas – e até a lenda do rock Tom Morello, do Rage Against the Machine, responsável por riffs de guitarra em ‘Teeth’.

Liricamente, a 5 Seconds of Summer criou as suas letras mais honestas e claras até agora, adotando novas abordagens sobre relacionamentos (seja uma despedida dolorosa como ‘High’ ou uma mensagem de amor sincera como ‘Best Years’) enquanto também confronta a realidade das relações consigo mesmos (‘Old Me’) e com a sociedade (‘No Shame’). Parece um amadurecimento natural para uma banda que começou ainda adolescente e agora já é formada por jovens rapazes – com idades entre 23 e 25 anos -, mas no caso da 5SOS, a magistral evolução pop-rock faz você quase esquecer que eles são as mesmas crianças que cantavam sobre uma garota usando roupas íntimas da American Apparel (‘She Looks So Perfect’).

Ainda sim, os caras reconhecem que não se desconectaram completamente de suas versões mais jovens. “O espírito do pop-punk está sempre ecoando dentro do espírito da banda, que é meio de ‘não dar a mínima'”, diz Hood. Hemmings compartilha desse sentimento: “Somos uma banda de rock em um espaço pop e [estamos] ultrapassando os limites do que significa ser isso hoje em dia.”

Embora a 5 Seconds of Summer ainda não tenha conseguido um sucesso parecido com ‘Youngblood’ com qualquer um dos singles de ‘CALM’ (‘Easier’, a faixa mais bem colocada até agora, chegou ao 48º lugar da Hot 100 em junho de 2019), os caras nunca se sentiram mais confortáveis ​​com o que estão criando, e isso aparece no tom inspirado do novo disco – e, francamente, até na maneira em que eles falam sobre ele.

“Este álbum é como ver uma luz no fim do túnel, ao invés de [tratar] aqueles momentos mais difíceis ou sombrios da vida apenas como uma época triste”, diz Hemmings. “Eu sinto que, particularmente no último disco, estávamos presos em uma mentalidade [ruim], e permanecemos focados demais nesses sentimentos. [Agora] estamos avançando.”

Hood concorda: “Esta é a melhor representação de quem somos, não apenas como artistas, mas como pessoas.”

Fonte: Billboard
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

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04
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11 estreias devem afetar a próxima atualização da Official Albums Chart

A banda 5 Seconds of Summer e a cantora Dua Lipa estão lutando pela #1 posição da Official Albums Chart desta semana.

Com base nas vendas do fim de semana, a 5SOS está atualmente à frente na corrida pelo primeiro lugar e pode conseguir seu segundo álbum número #1 no Reino Unido nesta sexta-feira (3 de abril).

O quarto álbum de estúdio da banda australiana, ‘CALM’, lidera a atualização de vendas da Official Chart de hoje (30) com quase 7.000 cópias totais. Nos formatos físicos, ‘CALM’ é o álbum mais vendido até agora nesta semana, e já superou as vendas da primeira semana do disco anterior da 5SOS, ‘Youngblood’.

Os três álbuns de estúdio da 5 Seconds of Summer alcançaram o TOP 3; seu segundo lançamento, ‘Sounds Good Feels Good’, liderou as paradas em novembro de 2015.

Como álbum mais baixado e reproduzido durante a semana, ‘Future Nostalgia’ da Dua Lipa aparece na #2 posição da atualização de meio de semana. O disco – que teve sua data de lançamento original antecipada em uma semana – traz os singles TOP 5 ‘Don’t Start Now’ e ‘Physical’, além da nova música de trabalho ‘Break My Heart’, que deve estrear no TOP 10 da Official Singles Chart nesta sexta-feira. O álbum de estréia de Dua alcançou a 3ª posição da lista.

A banda de rock americana Pearl Jam completa o TOP 3 com seu 11º álbum de estúdio, ‘Gigaton’, que deve se tornar seu nono álbum TOP 10 no Reino Unido; o primeiro em quase seis anos. Aparece ainda no TOP 5 o trio formado por Skepta, Chip e Young Adz (da D-Block Europe) na 4ª posição com a estréia do seu primeiro álbum colaborativo, ‘Insomnia’. O disco pode se tornar o terceiro álbum TOP 10 de Skepta e o primeiro de Chip e Young Adz.

O rapper canadense Partynextdoor está em busca do seu primeiro álbum TOP 10 no Reino Unido com o seu terceiro disco de estúdio, ‘Partymobile’ (7), enquanto o greatest hits de Elton John, ‘Diamonds’ (9), volta ao TOP 10 após um show virtual beneficente feito pelo cantor.

O álbum de estréia do rapper e cantor americano Joyner Lucas, ‘ADHD’, é uma das novidades desta atualização de meio de semana, na 11ª posição; Brian Fallon, da banda The Gaslight Anthem, pode conquistar seu terceiro álbum solo TOP 20 com ‘Local Honey’ na 14ª posição; a dupla de house The Orb aparece na posição #17 com ‘Abolition of the Royal Familia’, e ‘Sleepyhead’, a estréia da cantora indie Cavetown em uma grande gravadora, na posição #20.

Finalmente, existem mais possíveis estreias no TOP 40 com ‘Mother’ da banda americana de heavy metal In This Moment na 24ª posição, e o álbum de estréia da pianista polonesa Hania Rani, ‘Esja’, na 25ª.

Fonte: Official Charts
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

31
03
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‘CALM’, o novo álbum da 5 Seconds of Summer, mostra uma nova profundidade lírica e emocional da banda – o baixista Calum Hood nos disse que isso aconteceu porque todos eles simplesmente cresceram.

Calum contou para a ABC Audio que grande parte do crédito é do cantor Luke Hemmings, cujas composições, ele diz, “contam a história de um homem que amadureceu ao longo dos anos e que se interessou em aperfeiçoar seu trabalho.”

Além disso, ele observa: “Acho que todos tinham algo a dizer neste álbum, em termos do seu próprio amadurecimento, sobre as pessoas que éramos e como as coisas [pelas quais passamos] nos moldaram, e quem queremos nos tornar no futuro.”

‘CALM’ – o título é um acrônimo das primeiras letras dos nomes dos integrantes da banda – também é muito eclético, com sons acústicos e eletrônicos, além de faixas que lembram os anos 80.

“Ele é bastante caótico em alguns momentos”, ri Calum. “Acho que não tivemos medo de ultrapassar os limites em termos de como um álbum deve soar coletivamente.”

Mas o que une tudo, ele observa, “remonta às nossas raízes australianas.”

“[Estávamos] só tentando criar a melhor [música] que pudêssemos e fazer isso de uma maneira honesta com nós mesmos, com as pessoas que nos apoiaram e com as nossas famílias”, explica ele.

Falando da Austrália, a terra natal da 5SOS está atualmente lidando com a pandemia de Covid-19, logo depois de superar a crise com os incêndios florestais. Calum diz que os australianos não são derrotados facilmente.

“Eu não vou lá desde o início deste ano, na verdade, e meio que vi em primeira mão como isso estava afetando as pessoas”, diz ele sobre o primeiro. “É algo bem difícil de vivenciar. Muitas pessoas sofrendo, mas o problema também uniu todo mundo.”

Fonte: ABC News Radio
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

31
03
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A 5 Seconds of Summer está tudo menos calma no quadro ‘Carpool Karabloke’.

No trajeto de uma hora até os escritórios da Apple Music em Culver City, Califórnia, para visitar o apresentador do Beats 1, Zane Lowe, o grupo australiano de pop-rock tocou todo o seu novo álbum, ‘CALM’, lançado na sexta-feira. O vocalista Luke Hemmings imitou o apresentador do ‘Carpool Karaoke’, James Corden, atuando como entrevistador e apresentando seus colegas como “uma banda em ascensão. Eles são a 5 Seconds to Mars – quero dizer, 5 Seconds of Summer.”

Ele resumiu o episódio de 18 minutos como a “edição canguru” do ‘Carpool Karaoke’ de Corden, antes que o baterista Ashton Irwin o intitulasse ‘Carpool Karabloke’, usando a gíria australiana ‘bloke’ (cara).

A listening party improvisada talvez tenha sido superada pelos interlúdios cômicos no carro. Irwin contou: “tomei muitos cafés-expressos, e não pude fazer o meu cocô matinal”, e o guitarrista Michael Clifford validou os sentimentos dele usando os botões de efeito sonoro do veículo com som de pum, para a surpresa do grupo.

Hemmings gritou: “Ah, o efeito do café começou!” no momento em que a segunda faixa, ‘No Shame’, iniciou, antes que ele dissesse em uma ligação imaginária: “É a segunda melhor música, essa que está tocando.”

A 5SOS também deu uma moral para Liam Payne ao tocar seu hit TOP 10 ‘Strip That Down’; a 5SOS fez uma turnê com Payne e seus colegas de grupo do One Direction de 2013 a 2014.

Assista ao ‘Carpool Karabloke’ da 5SOS abaixo:

Fonte: Billboard
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

27
03
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Luke Hemmings e Ashton Irwin compartilham como dar mais ênfase a sua saúde mental e física os ajudou a criar seu melhor álbum até agora.

“Como está a quarentena para você?”

“Bem, tudo está em perspectiva, não é?”

É bizarro conversar com Ashton Irwin e Luke Hemmings, integrantes da banda de rock australiana 5 Seconds of Summer, sobre o status da nossa saúde mental com cada um em sua sala de estar. Mas quando tive a chance de falar com a dupla em uma vídeo-conferência no Zoom, uma entrevista que havia sido adiada por causa da pandemia em andamento, a dupla confessou que, apesar do que está acontecendo do lado de fora da porta das suas casas, eles também têm muitos motivos para se animar.

Desde 2011, a banda (conhecida como 5SOS por seus fãs) tem conquistado alguns singles de sucesso, incluindo ‘She Looks So Perfect’, ‘Jet Black Heart’ e ‘Youngblood’, além de três álbuns número um. Em sua primeira semana, seu álbum de 2018 ‘Youngblood’ superou em número de vendas o ‘Everything Is Love’, de Beyoncé e Jay-Z.

O grupo esperou um longo tempo para lançar músicas novas. (Eles começaram a escrever o álbum há dois anos, durante uma turnê.) Agora, em meio à quarentena, eles estão separados há semanas. “Tem sido estranho não estarmos juntos no momento”, diz Hemmings, “mas escrevemos essas músicas há muito tempo e é bom que as pessoas possam ouvir o material completo.”

Diferentemente dos três últimos álbuns, mais sombrios, da banda, o novo disco ‘CALM’ é um reflexo direto do grupo se cuidando melhor depois de anos de estrada. “Amadurecemos e começamos a cuidar de nós mesmos”, diz Irwin. “Todos nós demos o nosso melhor para cuidar mais da nossa saúde, e você consegue perceber que isso se refletiu na nossa música e no nosso processo criativo por quão brilhante o álbum é.”

“Muitas das nossas primeiras músicas eram sobre relacionamentos e os problemas neles”, explica Irwin para mim. “Mas agora, muitas de nossas músicas estão evoluindo para um lugar mais filosófico e espiritual. Um pouco mais de alma, e eu gosto disso.”

Enquanto a banda entra em seu nono ano se apresentando junta, os caras passam a considerar que sua saúde – tanto mental quanto física – precisa estar boa para que eles se mantenham criativos. “Queríamos trazer mindfulness para as produções da 5 Seconds of Summer, porque queríamos nos concentrar em coisas positivas”, diz Irwin.

A versão de mindfulness do grupo aparentemente inclui longas pausas das redes sociais, usar aplicativos de meditação (eles recentemente anunciaram uma parceria com o aplicativo Calm para o lançamento do seu novo álbum) e sessões semanais de ioga. “A estrada não é um lugar muito criativo na maior parte do tempo”, diz Hemmings. “Se você não tira um tempo para si em casa – ou literalmente em qualquer lugar, menos na estrada – e não se entende, como vai escrever sobre o que está acontecendo ao seu redor ou no mundo?”

“Há pouco tempo, escolhemos deixar nossa música no primeiro plano da nossa criatividade, e não a nossa fama na internet”, explica Irwin. “Isso teve um ótimo resultado nas nossas carreiras, na nossa saúde mental. Isso se transformou em muitas coisas que foram positivas para nós.”

A banda também está usando seu tempo para se concentrar mais em sua saúde física. De acordo com Irwin, para eles não há problema no fato de que a quarentena não os permite ir para a academia, porque a banda está acostumada a fazer seus exercícios de cardio e crossfit de alta intensidade em pequenos camarins. “Treinamos para algo assim desde a adolescência”, diz Irwin. “A familiaridade em usar espaços apertados para se exercitar não é novidade para nós.”

Seus conselhos sobre fazer exercícios físicos durante a quarentena? Bastam 20 minutos para acelerar o ritmo cardíaco. “O oxigênio é a chave para aumentar sua serotonina”, explica Irwin com naturalidade. “Isso ajuda a aumentar sua capacidade de pensar com clareza e tomar decisões positivas, em vez de grudar no sofá e esperar que a quarentena termine.”

Irwin também é fã de banhos de gelo, uma prática que ele frequentemente documenta no Instagram. Acontece que Ashton está orgulhosamente sóbrio há dez meses do abuso de álcool. Agora, ele usa esses banhos como uma afirmação por ter superado sua luta muito pessoal e muito real. “Eu postava os banhos de gelo porque eles eram algo importante, e como uma confirmação para as pessoas de que durante a turnê eu faço isso todos os dias”, ele me diz. “Eles eram eu provando que minha mente é mais forte do que meus vícios e uma amostra externa da minha motivação.”

Agora, a dupla está orgulhosa de suas respectivas jornadas, dos seus nove anos em construção. “No fim das contas, acho que somos mais versáteis como seres humanos e homens melhores”, diz Hemmings.

Irwin ecoa os sentimentos de seu colega de banda. “Ainda temos sonhos e ficamos animados em fazer novos álbuns”, diz ele. “A melhor parte de fazer parte dessa banda é saber que a próxima [fase] será diferente novamente.”

O ‘CALM’ já está disponível para compra e stream.

Fonte: Men’s Health
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)

27
03
Arquivado em: Calum Hood , Notícias

“Isso me deixou muito mais consciente sobre as outras pessoas”, diz Hood sobre o surto de coronavírus.

Você pode contar com a 5 Seconds of Summer para dar novas músicas aos fãs durante esse período tumultuado.

O grupo acabou de lançar seu quarto álbum, ‘Calm’ (estilizado ‘C A L M’) – e Calum Hood espera que suas 12 faixas “possam servir como uma luz positiva” enquanto os fãs praticam o distanciamento social. Ao conversar com a PEOPLE, o baixista do grupo falou sobre o novo álbum e interromper os planos de turnê, enquanto a banda fica em casa devido ao surto de coronavírus.

“Como ser humano, isso me levou a ter mais empatia pelas pessoas que não estão em uma situação tão privilegiada quanto a minha”, diz Hood. “Em termos de bem-estar físico, mental, ou mesmo financeiro. Isso me deixou muito mais consciente sobre as outras pessoas. Eu só espero que [o álbum] sirva como uma coisa positiva. É tudo o que ele pode ser.”

Quanto ao seu tempo livre, o distanciamento social deu ao jovem de 24 anos a chance de tirar o pó de seu toca-discos e ouvir algumas faixas de artistas como Jeff Buckley, David Bowie e Herbie Hancock.

Ele acrescenta que seus colegas de banda, Ashton Irwin, Luke Hemmings e Michael Clifford, têm mantido contato por meio de mensagens de texto e chamadas no FaceTime, mas que “tenta não bombardear todo mundo”, já que agora é o momento ideal para descansar – especialmente Irwin, que reconheceu em um Vídeo no Twitter, no início desta semana, que “começou a ficar doente”.

“Falo com o Ashton quase todos os dias”, diz Hood. “É engraçado, porque na verdade é louco o quanto você não valoriza ‘ver pessoas’. Eu costumava ver esse cara todos os dias.”

“Ele é provavelmente o cara mais saudável que eu já conheci na minha vida”, acrescenta. “Só espero que ele passe por isso ileso. Ele vai ficar bem.”

À medida que Irwin se recupera e o grupo de ‘Youngblood’ se auto-isola, o planejamento da turnê da banda também permanece parado. Eles ainda devem iniciar a ‘No Shame Tour’ na Europa, começando em maio, antes de seguir para a América do Norte durante o outono.

“Tudo está no ar, especialmente com fazer turnês”, explica ele. “Não está no nosso controle. Ainda não sabemos ao certo o que faremos sobre isso, mas quando conseguirmos voltar a ficar em uma sala juntos e conversar, é aí que as decisões serão tomadas.”

Mas, por enquanto, ele está animado para que os fãs comemorem e ouçam o álbum sonoramente diverso que é ‘CALM’. E se ele fosse atribuir uma música a cada integrante, eis quais seriam elas:

Hood seria ‘Wildflower’ porque ele canta na faixa e ela representa sua “natureza tranquila”. Irwin seria ‘Teeth’ por causa da inspiração em bandas como The Cure e Depeche Mode.

“Ashton foi realmente pioneiro nessas influências, trazendo um lado diferente ao nosso estilo de escrever”, diz ele.

Hemmings seria ‘Best Years’ porque ela “resume seu estilo de composição honesto”. E Clifford seria ‘High’, uma vez que a faixa “captura sua diversidade como músico” e é a mais “Beatles-esque” do álbum.

O título do álbum ‘CALM’ descreve o humor geral da banda durante as gravações.

“Havia uma liberdade e confiança dentro de nós mesmos para criar um ótimo álbum, e esperamos que tenhamos conseguido”, diz ele.

Mas o nome também é uma referência aos primeiros nomes dos integrantes da banda (Calum, Ashton, Luke e Michael) – um acrônimo usado na base de fãs do grupo desde o seu início. Com a divulgação do álbum, o grupo teve a chance de se reconectar com seus fãs de uma maneira mais direta.

No início desta semana, Hood e Hemmings fizeram uma live no Instagram e “brincaram” com algumas de suas músicas mais antigas.

“Se estivéssemos lançando um álbum do jeito que realmente fazemos, não teríamos tempo para fazer isso, então é verdadeiramente especial conseguir parar e estar com seus fãs em um momento como esse”, diz Hood.

“Quero dizer, eu esqueci a maior parte das letras de todas as músicas antigas, e eles definitivamente me disseram isso, então eu acho que preciso revisitar a minha discografia”, acrescenta, rindo.

Lançar ‘CALM’ também deu ao grupo a chance de ver o quanto sua própria base de fãs amadureceu desde o seu álbum autointitulado de estréia, que saiu em 2014.

“Honestamente, é louco para caralho”, diz ele. “Você vê como seu jeito de se vestir muda e como seu estilo de música muda, e como eles estão se tornando jovens homens e mulheres confiantes, emponderados e libertos consigo mesmos.”

“É muito legal estar envolvido em uma geração com visão de futuro e ter crescido com eles dessa maneira”, acrescenta.

Junto com o novo álbum, o grupo também estreou uma parceria com o aplicativo Calm, liberando quatro remixes diferentes de músicas do disco que podem servir como uma maneira de se concentrar no autocuidado e na meditação.

“Foi muito importante poder compartilhar esse lado de mim porque, por mais vulnerável que seja, às vezes, é emocionante saber que outras pessoas podem se desenvolver e florescer em um mundo ao qual nunca foram apresentadas” ele diz. “[O autocuidado] definitivamente se tornou mais prevalente na minha vida nos últimos anos, lidando com tudo. É uma coisa importante para mim agora.”

À medida que os fãs curtem as novas músicas da banda, Hood também espera que o álbum sirva como uma maneira de documentar a pessoa que ele é hoje.

“Acho que esse é o objetivo geral”, diz ele. “Ser meio imortalizado dentro da música. Acho que esse disco me registra no início da minha vida adulta, o que seria bom de lembrar quando eu for mais velho.”

‘CALM’ está disponível agora.

Fonte: People
Tradução/Adaptação: Fernanda Lima (Equipe 5SOS Brasil)





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